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- O impacto viking: diversidade genética, achados pré-vikings e um navio construído com amor
Descubra como avanços científicos, achados arqueológicos e projetos comunitários revelam novos detalhes sobre a rica herança viking Membros da equipe principal posam com Stormbird, o majestoso longboat viking. — Crédito da Imagem: Peter Barron Índice 1. A diversidade genética viking das Ilhas Faroé ; 2. Relíquias pré-viking: um fragmento de capacete inigualável ; 3. Stormbird: a reconexão com a tradição viking ; 4. O legado viking: conexões entre ciência, história e comunidade ; 5. Referências . A Era Viking, marcada por suas redes de exploração, comércio e cultura, continua a fascinar estudiosos e entusiastas. Pesquisas científicas, descobertas arqueológicas e projetos comunitários recentes têm lançado nova luz sobre essa herança histórica. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Desde a diversidade genética dos vikings nas Ilhas Faroé, passando por um fragmento de capacete pré-viking em Lejre, até a construção do Stormbird, um navio viking com propósito terapêutico na Inglaterra, esses avanços enriquecem nosso entendimento sobre o impacto viking no passado e no presente. As belas paisagens das Ilhas Faroé refletem a rica herança cultural e histórica da região. — Crédito da Imagem: Eyðfinn Magnussen A diversidade genética viking das Ilhas Faroé As Ilhas Faroé, colonizadas por vikings por volta do ano 900 d.C., escondem um legado genético único. Estudos recentes mostram que esses colonizadores vieram de diferentes regiões da Escandinávia, principalmente Noruega e Dinamarca, com menor influência sueca. Em contraste, a Islândia foi ocupada por grupos geneticamente distintos, revelando dinâmicas únicas em cada expedição. De acordo com um estudo publicado na Frontiers in Genetics e liderado pelo Dr. Christopher Tillquist, essa diversidade genética comprova a complexidade das migrações vikings, tal qual explicou Tillquist: Cada navio que partiu para essas ilhas levava consigo legados genéticos únicos. Esses dados ressaltam como os vikings eram não apenas exploradores, mas também agentes de interação cultural e genética, com influência que ia de Newfoundland ao Mediterrâneo. Fragmento de capacete pré-viking encontrado em Lejre, destacando o alto nível de artesanato da época. — Crédito da Imagem: Kristian Grøndahl / ROMU Relíquias pré-vikings: um fragmento de capacete inigualável Enquanto as Ilhas Faroé revelam a diversidade genética, um achado em Lejre, Dinamarca, remonta à era pré-viking. Arqueólogos descobriram um raro fragmento de capacete datado do final do Século VII ou início do Século VIII, evidenciando o poder e a riqueza da elite escandinava mesmo antes da Era Viking. Fabricado em bronze dourado, adornado com granadas vermelhas, o fragmento demonstra habilidade artesanal comparável ao famoso capacete de Sutton Hoo, na Inglaterra, a exemplo do que afirmou Julie Nielsen, diretora arqueológica da ROMU: Este capacete pertencia a um rei ou uma figura de altíssimo escalão. Além de reforçar o papel de Lejre como um centro político e religioso, o artefato destaca a conexão da Escandinávia com redes de comércio que se estendiam por toda a Europa, evidenciando a influência da elite escandinava. Colin Laycock esculpe o wyvern, figura mitológica que será o adorno do navio Stormbird. — Crédito da Imagem: Peter Barron Stormbird: a reconexão com a tradição viking Em Darlington, Inglaterra, um projeto comunitário trouxe à vida o Stormbird, um navio viking construído por veteranos militares como parte de um programa de reabilitação. Desde 2021, mais de 60 veteranos participaram do projeto, que combinou habilidades tradicionais com terapia emocional. Inicialmente concebido no centro de reabilitação Phoenix House, o projeto encontrou uma nova casa em Darlington após o fechamento do centro durante a pandemia. Sob a liderança de Bob Marshall, da Plane Sailing, o Stormbird tornou-se um símbolo de superação e resiliência. A embarcação será apresentada no Festival Viking de Jorvik antes de navegar pelos lagos do Reino Unido, conectando comunidades locais à história e ao impacto transformador do projeto. O legado viking: conexões entre ciência, história e comunidade As descobertas genéticas nas Ilhas Faroé, o fragmento pré-viking de Lejre e a construção do Stormbird mostram como o legado viking continua a nos inspirar. Por meio de avanços científicos, achados arqueológicos e iniciativas comunitárias, os vikings permanecem como uma ponte entre o passado e o presente. Cada descoberta revela mais sobre a complexidade da cultura viking, enquanto projetos como o Stormbird demonstram como essa herança pode ser reaplicada para promover bem-estar, unidade e inclusão nas comunidades modernas. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências BARRON, Peter. Darlington's Stormbird Viking longboat nears completion . The Northern Echo. Newport, 22 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.thenorthernecho.co.uk/news/todayupnorth/24864749.darlingtons-stormbird-viking-longboat-nears-completion/ >. Acesso em: 22 de jan. de 2025. MANN, Allison E. et al. Genetic evidence points to distinct paternal settlers of the Faroe Islands and Iceland . Frontiers in Genetics. Kentucky, 2024. Disponível em: < https://doi.org/10.3389/fgene.2024.1462736 >. Acesso em: 22 de jan. de 2025. MILLIGAN, Mark. Pre-Viking fragment from “one of Scandinavia’s most magnificent helmets” discovered in Lejre . Heritage Daily. St. Albans, 21 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.heritagedaily.com/2025/01/pre-viking-fragment-from-one-of-scandinavias-most-magnificent-helmets-discovered-in-lejre/154346 >. Acesso em: 22 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Tesouros ocultos de Tvååker: revelando o poder viking no Oeste da Suécia
Descobertas em Tvååker revelam um rico cemitério viking e indícios de conexões comerciais e tecnológicas na Escandinávia medieval Nenhum vestígio do cemitério de Tvååker é visível na superfície, mas escavações cuidadosas identificaram mais de 100 túmulos da Era Viking até o momento. — Crédito da Imagem: Arkeologerna CC BY Índice 1. O cemitério viking: estruturas e achados ; 2. Indícios de poder e elite viking ; 3. Conexões comerciais e inovação tecnológica ; 4. Perguntas persistentes: onde os vikings de Tvååker viviam ? 5. Referência . Em 2017, arqueólogos do Arkeologerna, do Museu Histórico Nacional da Suécia, realizaram escavações no vilarejo de Tvååker, no oeste do país. O que inicialmente parecia ser apenas um sítio da Idade da Pedra revelou-se um cemitério viking praticamente escondido sob séculos de atividades agrícolas. Com aproximadamente 139 túmulos identificados até agora, o local trouxe à tona novos detalhes sobre a vida e os hábitos culturais, tecnológicos e comerciais do período viking. Como mostra este plano, o local inclui diversas estruturas, como montes funerários, várias construções em formato de navio, além de outros arranjos de pedras e túmulos. — Crédito da Imagem: Arkeologerna CC BY O cemitério viking: estruturas e achados O cemitério abrange 29 pedras erguidas, 50 montes funerários e formações únicas, como círculos de pedra e arranjos triangulares com lados côncavos. Destacam-se, ainda, quatro formações em formato de navio, com até 50 metros de comprimento, que simbolizavam status e poder. Os túmulos, datados entre os Séculos IX e XI, refletem a transição do paganismo para o cristianismo na Suécia. Entre os artefatos recuperados, destacam-se: Uma moeda árabe Abbasid, datada de 795-806 d.C.; Um pendente dourado em forma de pássaro, proveniente do maior arranjo em formato de navio; Broches de bronze e ferro, ricamente ornamentados; Vasos cerâmicos, dos quais 246 exemplares foram recuperados, com origem local e importada. Esses objetos evidenciam um vigoroso comércio internacional e sugerem que Tvååker abrigava uma aristocracia viking rica e influente. Os bens funerários descobertos indicam a presença de uma elite local bem conectada e abastada. — Crédito da Imagem: Arkeologerna CC BY Indícios de poder e elite viking Os túmulos em formato de navio, especialmente o maior, apontam para a presença de uma elite local. Este túmulo continha animais cremados e fragmentos de piras funerárias, reforçando o prestígio de seus ocupantes. Entre as descobertas mais intrigantes está o fragmento de um broche representando um cavalo mordendo a própria cauda, semelhante a um achado em Fyrkat, Dinamarca, associado a rituais xamânicos. Essas conexões reforçam o papel de Tvååker como um ponto de influência regional e internacional durante a Era Viking. Uma pedra de moinho encontrada em um dos túmulos pode estar relacionada a um moinho contemporâneo encontrado nas proximidades. — Crédito da Imagem: Arkeologerna CC BY Conexões comerciais e inovação tecnológica Localizada ao longo do riacho Tvååkersån, Tvååker estava estrategicamente posicionada para acessar o porto de Gamla Köpstad, um importante centro comercial da época. Achados próximos, como naufrágios em Galtabäck, revelam uma intensa troca de mercadorias, incluindo pelagem de gado e plantas medicinais, também encontrados no cemitério. A região era conhecida por inovações tecnológicas. Descobertas ao longo do Sandabäcken indicam avanços na produção de ferro e no uso de energia hidráulica. Um exemplo notável é um moinho de cereais datado do Século XI, possivelmente ligado a uma pedra de moinho encontrada em um dos túmulos. Perguntas persistentes: onde os vikings de Tvååker viviam? Apesar da vasta extensão do cemitério, o local de residência dessa população viking ainda não foi identificado. A grande quantidade de túmulos sugere a existência de uma vila substancial próxima, possivelmente conectada às rotas comerciais de Gamla Köpstad e Galtabäck. Mapas históricos de 1811 rotulam a área como “campos de montículos”, confirmando a relevância do cemitério ao longo dos séculos. Até o momento, apenas 6% do local foi escavado, deixando muitas questões sobre a vida cotidiana, organização social e dinâmica cultural desses vikings. A descoberta do cemitério viking de Tvååker oferece uma visão fascinante sobre o poder e a riqueza da aristocracia viking. A combinação de laços comerciais, avanços tecnológicos e práticas funerárias simbólicas aponta para uma sociedade altamente estruturada. Com futuras investigações, espera-se desvelar mais segredos desse enigmático período da história escandinava. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BENEATH the surface of a Viking Age cemetery . The Past. Londres, 18 de jan. de 2025. Disponível em: < https://the-past.com/news/beneath-the-surface-of-a-viking-age-cemetery/ >. Acesso em: 20 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- O mistério da Pedra de Jelling: viking ou posterior?
Pesquisadores questionam a origem da maior pedra rúnica da Dinamarca, sugerindo ligações com a Valdemarstiden em vez da Era Viking A Pedra de Jelling é considerada o símbolo da criação oficial da Dinamarca, aparecendo na primeira página de todos os passaportes dinamarqueses. — Crédito da Imagem: Roberto Fortuna / National Museum of Denmark CC-BY-SA Índice 1. Uma nova teoria: o desafio à narrativa viking ; 2. Evidências históricas e arqueológicas ; 3. O contexto da Valdemarstiden ; 4. Debates entre especialistas e o futuro das pesquisas ; 5. Referência . As pedras de Jelling, localizadas no sul da Dinamarca, são marcos fundamentais da identidade dinamarquesa. A maior delas, com inscrições atribuídas ao Rei Viking Haraldr Blátǫnn (Harald Bluetooth), data do final do Século X, sendo frequentemente chamada de "Certidão de Nascimento" da Dinamarca. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Essa pedra simboliza a cristianização dos dinamarqueses e a unificação do território sob o comando de Haraldr. Entretanto, novas pesquisas sugerem que a história pode ser mais complexa. O arqueólogo Håkon Glørstad, ex-diretor do Museu de História Cultural da Noruega, propõe que a maior pedra rúnica foi erguida no Século XII, durante a Valdemarstiden (Era Valdemar), por iniciativa de um bispo e não por Haraldr Blátǫnn. Conhecida como a "Certidão de Nascimento" da Dinamarca, a grande Pedra de Jelling é datada de aproximadamente 965 e acredita-se ter sido erguida pelo Rei Haraldr Blátǫnn, conforme indica sua inscrição. — Crédito da Imagem: National Museum of Denmark Uma nova teoria: o desafio à narrativa viking Glørstad argumenta que elementos como o estilo da inscrição, a escolha da pedra e os motivos esculpidos — incluindo uma rara representação de Jesus e um leão — são mais característicos da Idade Média do que da Era Viking. Ele sugere que a pedra foi criada como parte de um esforço medieval para construir uma identidade nacional dinamarquesa, liderado por figuras como o bispo Absalon, aliado próximo do Rei Valdamarr I, a exemplo do que sugere Glørstad: O texto e os motivos na pedra parecem mais alinhados às lápides do Século XII do que com runas vikings. Ele também questiona a capacidade intelectual do tribunal de Haraldr para produzir algo tão sofisticado. Essa hipótese, no entanto, foi amplamente contestada por outros especialistas. Evidências históricas e arqueológicas Escavações ao redor das pedras de Jelling revelaram traços de estruturas medievais, como túmulos e fundações de igrejas. Glørstad também cita relatos de cronistas medievais, como Saxo Grammaticus, que mencionam a tentativa frustrada de Haraldr Blátǫnn de mover uma grande pedra para o túmulo de sua mãe, Thyra. Esses registros podem indicar que Haraldr não conseguiu concluir a obra, e que a pedra maior foi finalizada séculos depois, durante o processo de unificação dinamarquesa liderado por Valdamarr I. O contexto da Valdemarstiden O Século XII marcou a consolidação da Dinamarca como estado unificado. O bispo Absalon desempenhou um papel central nesse processo, promovendo uma narrativa histórica que legitimava a posição da Dinamarca na Europa medieval. As escolhas estilísticas da pedra, como a inclusão de leões — comuns na iconografia do período de Valdamarr —, reforçam a hipótese de Glørstad. Para ele, a pedra pode ter sido concebida como uma peça-chave no projeto nacionalista da dinastia Valdamarr. Debates entre especialistas e o futuro das pesquisas A teoria de Glørstad gera controvérsia. Anne Pedersen, do Museu Nacional da Dinamarca, afirma que a corte de Haraldr Blátǫnn tinha o conhecimento necessário para criar a pedra maior. Ela aponta moedas cristãs e outros artefatos sofisticados da época como evidências desse avanço cultural. Laila Kitzler Åhfeldt, runóloga sueca, também refuta a hipótese medieval, declarando: Subestimar a habilidade dos gravadores de runas vikings é um erro. Estudos anteriores identificaram gravadores específicos em runas escandinavas, conectando diretamente Haraldr Blátǫnn à maior pedra de Jelling. Apesar da resistência, Glørstad e sua equipe defendem análises mais detalhadas, incluindo estudos de materiais e técnicas de gravação. A maior pedra rúnica de Jelling continua a intrigar historiadores e arqueólogos, oferecendo um vislumbre das complexas interseções entre identidade nacional, religião e política na Escandinávia medieval. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BERGSTRØM , Ida Irene; GJELLESVIK, Alette Bjordal. Denmark's iconic runestone from the Viking Age may not actually be from the Viking Age, claims a Norwegian archaeologist . Science Norway. Oslo, 17 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.sciencenorway.no/archaeology-culture-history/denmarks-iconic-runestone-from-the-viking-age-may-not-actually-be-from-the-viking-age-claims-a-norwegian-archaeologist/2454268 >. Acesso em: 17 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- TOP 10 dúvidas sobre os vikings
Respondendo CERTO as buscas frequentes no Google sobre os vikings Imagem do filme The Northman (O Homem do Norte). Imagem/Divulgação A Era Viking é um tema fascinante que tem despertado curiosidade em muitas pessoas. Esses guerreiros nórdicos, conhecidos por sua coragem, habilidades marinhas e cultura única, deixaram um legado impactante na história. Saiba mais sobre os vikings, ouvindo o episódio “ A Era Viking ” do Viking Cast ou lendo uma das obras da Livraria Especializada Livros Vikings : Com suas incríveis sagas e explorações pelo mar, os vikings são um dos assuntos mais pesquisados no Google. Neste artigo, iremos responder às perguntas mais frequentes que as pessoas têm sobre os vikings, desvendando mitos, compartilhando fatos históricos interessantes e mergulhando na vida dessa sociedade antiga. Índice Quem foi o povo viking? Qual foi o maior viking que já existiu? Qual é o país dos vikings? Em que ano foi a Era Viking? Quem foi Ragnar na vida real? Quem foi o último viking do mundo? Quem foi o viking mais temido da história? Como eram os vikings na vida real? O que aconteceu com o povo viking? Qual era altura média de um viking? Dúvidas bônus • Qual a escrita dos vikings? • Quem foi Floki na vida real? Prepare-se para embarcar em uma viagem no tempo e descobrir mais sobre os vikings: 1) Quem foi o povo viking? Conhecidos por sua destreza marítima, os vikings eram navegadores, comerciantes, exploradores e guerreiros intrépidos. Entretanto, diferentemente do que muitos pensam, o termo viking não se refere a uma etnia específica, mas sim a uma atividade: incursões e expedições marítimas, tal qual explica o Prof. Johnni Langer, uma das principais autoridades brasileiras sobre a Era Viking: O termo viking é originário do nórdico antigo “vikingr”, que era utilizado para referir-se a mercenários e piratas. Contudo, essa não era uma expressão utilizada pelos vikings para referirem-se a si mesmos como povo, e seu uso em referência aos nórdicos desse período somente foi popularizado na Europa a partir do Século XVIII. Os vikings empreendiam viagens longas e perigosas pelo Atlântico Norte, chegando a lugares distantes, como a Islândia, Groenlândia, Ilhas Faroé, Escócia, Inglaterra, França, entre outros territórios. Leia também: Por onde passaram os vikings? Conheça as principais rotas 2) Qual foi o maior viking que já existiu? Identificar o "maior" viking é uma tarefa difícil, pois muitos indivíduos notáveis surgiram ao longo da Era Viking, tais como: Harald Fairhair (Haroldo Cabelo Bonito ou Haraldr hárfagri em nórdico antigo), o primeiro Rei da Noruega; Rurik (Rodrigo de Ladoga ou Hrærekr em nórdico antigo), o “fundador” da Rússia; Sweyn Forkbeard (Sueno Barba-Bifurcada ou Sveinn tjúguskegg em nórdico antigo), quem conquistou a Inglaterra; Cnut the Great (Canuto II, o Grande ou Knútr inn ríki em nórdico antigo), que uniu a Inglaterra, Dinamarca e a Noruega, tornando-se o rei europeu mais poderoso de sua época, tendo seu território conhecido como o Reino do Mar do Norte. Leia também: 7 Reis Vikings e suas conquistas No entanto, atualmente, há um nome que se destaca entre os mais famosos e influentes vikings da história no imaginário popular, o lendário Ragnar Lothbrok/Lodbrok (Ragnar Calças Peludas ou Ragnarr Loðbrók em nórdico antigo). Porém, Ragnar não foi um homem real, embora seja mencionado na História Danesa (Gesta Danorum) de Saxo Grammaticus, na Saga de Ragnar Lothbrok (Ragnars saga Loðbrókar), na Saga dos Filhos de Ragnar (Ragnarsson þáttr), e no poema Krakumal, a exceção da História Danesa de teor semilendário, as demais obras são consideradas ficcionais. 3) Qual é o país dos vikings? Os vikings se originaram na região da Escandinávia, especialmente na Suécia, Dinamarca e na Noruega. Por outro lado, os nórdicos da Era Viking se espalharam por toda Europa e além, criando cidades e fundando países, a exemplo da Islândia e da Groelândia. Realize o seu sonho e publique o seu livro, clicando aqui . 4) Em que ano foi a Era Viking? A cronologia mais aceita para a Era Viking é a inglesa, a qual começa em 793 d.C., ano do primeiro ataque registrado às Ilhas Britânicas, mais especificamente em 08 de junho com a pilhagem do mosteiro de Lindisfarne, culminando em 1.066 na batalha de Stanford Bridge, quando os vikings liderados por Harald Hardrada (Haroldo, o Duro ou Haraldr harðráði em nórdico antigo) foram derrotados e “explusos” da Inglaterra. Leia também: 8 datas vikings que você precisa saber 5) Quem foi Ragnar na vida real? Ragnar Lothbrok é um personagem controverso da história nórdica. Baseado em relatos literários como a Saga de Ragnar Lothbrok e a História Danesa, acredita-se que ele tenha sido um lendário guerreiro e rei que realizou grandes feitos. Segundo essas fontes, Ragnar foi um rei da Noruega e da Dinamarca, conhecido por seus casamentos com Lagertha (Hlaðgerðr em nórdico antigo) e Thora Borgarhjört (Þóra Borgarhjǫrtr em nórdico antigo), além de ter tido vários filhos. Todavia, a veracidade dessas histórias é questionada, e muitas das informações sobre a vida de Ragnar são consideradas fictícias. Na série Vikings, Ragnar é retratado como um fazendeiro de origem camponesa que se torna rei da Noruega e lidera invasões vikings na Inglaterra e na França. Embora a série se baseie na lenda de Ragnar Lothbrok, muitos eventos e personagens são ficcionais ou têm uma cronologia histórica imprecisa. Leia também: Valhalla: a vida após a morte dos guerreiros vikings notáveis 6) Quem foi o último viking do mundo? Identificar o último viking do mundo é um desafio, para não dizer impossível, pois não existe um consenso sobre quem teria sido especificamente essa pessoa. No entanto, considerando a Era Viking, acredita-se que Harald Hardrada — também conhecido como Harald III da Noruega — tenha sido um dos últimos líderes vikings relevantes. Harald Hardrada viveu no Século XI e foi um renomado guerreiro, líder militar e Rei da Noruega. Ele participou de várias campanhas militares, incluindo incursões na Inglaterra, no Império Bizantino e em outros lugares. Sua morte em 1066, na Batalha de Stamford Bridge, marcou o fim de uma era de expansão viking e do poder viking na Europa Ocidental. Embora não possamos determinar com certeza quem foi o último viking individualmente, Harald Hardrada é frequentemente considerado um dos últimos grandes vikings da história. Leia também: Harald Hardrada, o último grande viking 7) Quem foi o viking mais temido da história? Provavelmente a melhor resposta para esta pergunta é Harald Bluetooth (Haroldo Dente-Azul ou Haraldr Blátǫnn em nórdico antigo), um rei viking dinamarquês que governou no Século X. Ele é conhecido por ter unificado a Dinamarca e introduzido o cristianismo no país. Embora ele seja mais reconhecido por seus feitos políticos e religiosos, Harald também era um guerreiro formidável e liderou expedições militares em diversas áreas. A reputação de Harald como um viking temido vem de sua habilidade militar e sua capacidade de conquistar territórios. Ele estabeleceu uma forte presença na Escandinávia e expandiu seu poder por meio de incursões em áreas como a Noruega e a Inglaterra. Seus ataques eram conhecidos por sua ferocidade e habilidades táticas, o que lhe rendeu respeito e temor entre seus inimigos. Uma curiosidade; Harald serviu de inspiração para nomear uma famigerada tecnologia moderna sem fio, o Bluetooth. Leia também: O que a tecnologia Bluetooth tem a ver com um rei Viking do Século X 8) Como eram os vikings na vida real? Embora pareçam fascinantes, nem todos os estereótipos sobre os vikings são precisos, pois, apesar de também terem sido guerreiros e saqueadores, em sua maioria, eles eram comerciantes, pescadores e agricultores. Sua cultura era rica e complexa, e seu legado se estende até hoje Leia também: Os 12 maiores equívocos sobre os vikings 9) O que aconteceu com o povo viking? Os vikings passaram por grandes transformações durantes os séculos da Era Viking, como a conversão gradual ao cristianismo durante o Século X; o fim das invasões e da expansão; a unificação dos reinos, culminando na formação das nações da Suécia, Dinamarca e a Noruega; Colonização e exploração, com os vikings estabelecendo assentamentos nas Ilhas Britânicas, na Islândia, na Groenlândia e até mesmo em áreas da América do Norte, como L'Anse aux Meadows, no Canadá. No entanto, essas colônias vikings tiveram diferentes destinos, com algumas sendo abandonadas e outras assimiladas por culturas locais. Somam-se a isso, as mudanças sociais e culturais, alavancadas pela conversão ao Cristianismo e pela adoção de uma estrutura política mais centralizada. Os antigos costumes e tradições foram gradualmente substituídos por novas normas sociais e instituições governamentais, embora muitos aspectos da cultura viking tenham sido preservados e influenciado a cultura escandinava. Leia também: Vikings cristãos: a fascinante dualidade religiosa dos destemidos navegadores 10) Qual era a altura média de um viking? Os homens vikings na Islândia e na Noruega tinham uma altura média de 1,72 m, enquanto as mulheres tinham uma altura média de 1,58 m. Já os vikings que viviam na Suécia eram mais altos, com homens medindo em média 1,76 m. É importante observar que essas estimativas são baseadas em restos de esqueletos e pode haver variações individuais. No entanto, em comparação com os seus contemporâneos, os vikings pareciam ser mais altos, segundo relatos da época, como os Anais de Fulda e Ibn Fadlan. Dúvidas bônus Qual a escrita dos vikings? O vikings utilizavam o sistema rúnico de escrita. As rúnar (runas) são os sistemas de escrita e aconselhamentos, porém é necessário que se entenda que as rúnar são primeiramente sistemas de escrita, tal qual Óðinn, o Altíssimo nos inspira: Veistu, hvé rísta skal? — “Tu sabes como deves entalhar/riscar/escrever? E esta é apenas a primeira das nove habilidades listadas por Óðinn no Hávamál para que se alcance o conhecimento rúnico. Ademais, há aproximadamente 2000 anos de história rúnica registrada em pedras (especialmente as bautarsteinar, pedras da memória), artefatos encontrados em achados arqueológicos, documentos com poemas rúnicos em tratados gramaticais, e demais documentos históricos. Leia também: Uma breve introdução sobre as runas: parte 1 Assista ao episódio sobre espiritualidade nórdica e runologia do Viking Cast e compreenda o assunto. Quem foi Floki na vida real? Hrafna-Flóki Vilgerðarson (também conhecido como Flóki Vilgerðarson — Floki dos Corvos) é uma figura histórica importante da Era Viking, principalmente pelas suas viagens à Íssland (Islândia). Nascido na Noruega, Flóki ganhou notoriedade por sua habilidade como guerreiro e navegante. Em uma de suas expedições mais famosas, ele partiu de Rogaland para explorar uma terra chamada Snæland, que ele acabou renomeando como Íssland. Durante essa aventura, Flóki enfrentou desafios significativos, incluindo a falta de preparo para o inverno rigoroso, resultando na morte do gado que ele havia levado consigo. No entanto, sua persistência em explorar e documentar as terras do norte contribuiu para a eventual colonização da Íssland. A narrativa da viagem de Flóki é recebida de maneira diversa pelos seus contemporâneos: enquanto ele próprio ficou desiludido com a dureza do inverno e as dificuldades encontradas, seus homens, como Þórólfr, relataram de forma bem mais positiva as potencialidades da nova terra. Essas diferentes perspectivas ajudaram a moldar a percepção sobre a Íssland, influenciando futuros colonizadores a explorarem e se estabelecerem na ilha. A história de Flóki se destaca não apenas pelo espírito de aventura, mas também pelas lições aprendidas nas interações humanas com novos ambientes desafiadores. Leia também: A descoberta viking da Islândia por LIVROS VIKINGS Se for compartilhar este artigo, não deixe de citar a fonte, a Livros Vikings . Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... Siga-nos nas Redes Sociais. #Viking #EraViking #IdadeMédia # História #LivrosVikings
- Vestígios do poder viking: a descoberta de um "ölhöll" de elite na Escócia
Escavações em Orkney revelam um salão viking de 1.100 anos, reforçando a influência cultural e social dos nórdicos na Escócia Uma representação do ölhöll (Grande Salão da Cerveja) encontrado em Skaill na Escócia. — Crédito da Imagem: DALL·E Índice 1. O contexto viking nas Ilhas Orkney ; 2. O Grande Salão de Skaill e seus detalhes arquitetônicos ; 3. Conexões com o Jarl Sigurðr e a sociedade da Era Viking ; 4. O legado cultural em Orkney ; 5. Referência . Arqueólogos descobriram um grande salão viking de 1.100 anos na fazenda de Skaill, em Westness, nas Ilhas Orkney, Escócia. Conhecido como o "Egito do Norte" devido à sua riqueza arqueológica, o local revela evidências de um espaço social usado pela elite viking. O salão é atribuído ao poderoso nórdico Jarl Sigurðr, mencionado na Orkneyinga Saga. Os pesquisadores da University of the Highlands and Islands inicialmente investigavam o local como parte de um complexo agrícola. Leia também: Você sabe quem foram os jarlar durante a Era Viking? Contudo, as escavações trouxeram à luz um amplo salão com paredes de pedra e bancos laterais, sinalizando uma função mais sofisticada. O contexto viking nas Ilhas Orkney Os vikings chegaram às Ilhas Orkney no Século VIII, estabelecendo ali um dos principais centros de poder de seu domínio. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . A influência nórdica, que perdurou até o Século XV, moldou a cultura, a língua e os costumes locais. Termos como Skaill, que significaria "Salão do Brinde" em uma adaptação do nórdico antigo, refletem essa herança. Ölhöll — O Grande Salão da Cerveja. A Orkneyinga Saga documenta líderes como o Jarl Sigurðr, cujas ações foram cruciais para consolidar o domínio viking na região. Espaços como o de Skaill não serviam apenas para celebrações, mas também como espaços de decisão política e demonstração de poder. Vista aérea das escavações do salão encontrado em Skaill na Escócia. — Crédito da Imagem: University of the Highlands and Islands O Grande Salão de Skaill e seus detalhes arquitetônicos A estrutura de Skaill impressiona pela robustez e funcionalidade. Com paredes de pedra de quase um metro de espessura e bancos laterais, o salão mede aproximadamente 5,5 metros entre as paredes e se orienta para o mar, destacando a conexão marítima dos vikings. Artefatos encontrados durante a escavação incluem peças de cerâmica, um pente nórdico de osso e um fuso, além de um item de esteatita, uma pedra-sabão característica das Shetlands. Esses objetos sugerem um uso diversificado do espaço, desde atividades cotidianas até eventos sociais da elite local. Conexões com Jarl Sigurðr e a sociedade da Era Viking A ligação do salão com o Jarl Sigurðr é um testemunho de sua importância na sociedade da Era Viking. Segundo Dan Lee, co-diretor do projeto: Talvez Jarl Sigurðr tenha se sentado em um dos bancos de pedra e bebido cerveja. Salões como este eram centrais para a vida política e social viking, funcionando como locais de celebrações, negociações e reafirmação de alianças. A descoberta reforça a ideia de que Orkney era não apenas um território ocupado, mas um núcleo de inovação cultural. O legado cultural em Orkney A história de Skaill continua a fascinar, não apenas pela sua riqueza arqueológica, mas também pelo impacto cultural. O sítio foi aberto ao público para visitas e um modelo 3D permite explorar a descoberta virtualmente, ampliando o acesso ao conhecimento histórico. Para Dan Lee, a descoberta vai além de seu valor arqueológico: Construções como esta, combinadas com os artefatos medievais, oferecem uma visão sem precedentes da vida em Westness ao longo dos séculos. A descoberta em Skaill ressalta a complexidade da sociedade da Era Viking, revelando sua habilidade em combinar poder militar, inovação cultural e integração com outras culturas. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência ISHAK, Natasha. Massive 1,100-Year-Old ‘Beer Hall’ For The Viking Elite Discovered In Scotland . ATI. Nova Iorque, 14 de jan. de 2025. Disponível em: < https://allthatsinteresting.com/viking-beer-hall-scotland >. Acesso em: 16 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Karnilshaugen: o mistério viking da maior tumba da Noruega
Investigação confirma Karnilshaugen como uma estrutura funerária viking, reforçando o legado cultural do período Vista aérea de Karnilshaugen com Gloppefjorden ao fundo, revelando a imponência do monte funerário viking. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Índice 1. Karnilshaugen: o maior túmulo viking da Noruega ; 2. Conexões culturais e o fenômeno solar ; 3. Preservação e potenciais explorações futuras ; 4. Referência . Recentes pesquisas arqueológicas realizadas com radares de penetração no solo confirmaram que Karnilshaugen, um grande monte no oeste da Noruega é uma estrutura funerária construída pelo homem. Envie os seus originais e publique-os pela Livros Vikings Editora . Essa descoberta valida teorias arqueológicas antigas sobre o local. A investigação foi conduzida em conexão com escavações em Myklebust, Nordfjordeid, sob a direção do Ministério Norueguês do Patrimônio Cultural. Neste sentido, Christian Løchsen Rødsrud, arqueólogo sênior, declarou: Karnilshaugen tem sido referido como um monte funerário há muitos anos e já é considerado um monumento cultural protegido pelo Ministério Norueguês do Patrimônio Cultural. Agora podemos afirmar com certeza que é uma construção humana, o que é muito empolgante. Imagens de georradar de Karnilshaugen revelam indícios de um possível fosso, destacados em azul. — Crédito da Imagem: University of Stavanger Karnilshaugen: o maior túmulo viking da Noruega Situado próximo a Sandane, ao longo do Gloppefjord, Karnilshaugen possui aproximadamente sete metros de altura e mais de cinquenta metros de diâmetro. Com essa magnitude, é o maior monte funerário construído pelo homem na Noruega Ocidental e um dos maiores da região nórdica. Imagens de radar revelaram que as camadas de solo não foram depositadas naturalmente, mas sim construídas de forma deliberada. Especialistas acreditam que o local remonta à Idade do Ferro, mantendo relevância cultural durante a Era Viking. Rødsrud sugere que Karnilshaugen pode ter pertencido ao mesmo grupo de chefes que construiu Myklebust, compondo a estrutura de poder regional da época. Conexões culturais e o fenômeno solar Além de seu significado funerário, Karnilshaugen — também conhecido como Thinghaugen em Hauge — provavelmente serviu como local de reuniões medievais. Destaca-se na arqueologia norueguesa por ser o único túmulo associado a um fenômeno solar, tal qual explica Rødsrud: Nos solstícios de inverno e verão, o sol ilumina o monte através de uma fenda na montanha em horários específicos. Isso traz um misto de mistério e superstição ao local, indicando uma escolha deliberada para a colocação do monumento. Preservação e potenciais explorações futuras Apesar de seu valor arqueológico, Karnilshaugen nunca foi escavado, seguindo a prática atual de preservação. E, segundo Rødsrud: Não é apropriado escavá-lo agora. O monte está bem preservado no solo. O arqueólogo destaca, entretanto, a possibilidade de futuras explorações com tecnologias modernas de georradar, que podem revelar mais informações sem comprometer a integridade da estrutura. A diretora do Patrimônio Nacional, Hanna Geiran (centro), em visita ao Karnilshaugen no outono passado, acompanhada pelo arqueólogo Morten Ramstad e o assessor sênior Ole Søe Eriksen. — Crédito da Imagem: Jan Magnus Weiberg-Aurdal, National Agency for Cultural Heritage Karnilshaugen permanece como um monumento fascinante que conecta o presente às tradições e mistérios do passado viking. A descoberta reforça o papel dos vikings na formação da cultura e história escandinavas, mantendo viva a herança desse período enigmático. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência VIKING Burial Mound in Norway Confirmed as Man-Made Structure . Medievalist.net . Toronto, 14 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.medievalists.net/2025/01/viking-burial-mound-in-norway-confirmed-as-man-made-structure/ >. Acesso em: 15 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Mistério na Ucrânia: discos de pedra podem revelar segredos da navegação viking
Estudo sugere que discos de pedra encontrados na Ucrânia podem ser antigos instrumentos de navegação ligados aos vikings Disco de ardósia pirofilita encontrado em Listven, Ucrânia. — Crédito da Imagem: O. Veremeychyk Índice Discos Misteriosos ; Influência viking no comércio e na navegação ; Evidências e dúvidas ; Comparações internacionais ; Desafios e próximos passos ; Referência . Arqueólogos ucranianos trouxeram à tona um intrigante mistério medieval: oito discos de pedra pirofilita encontrados em sítios históricos de Kiev, Listven e Liubech. Datados entre os Séculos XII e XIII, esses objetos intrigaram especialistas por décadas devido às suas formas complexas e função desconhecida. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora — pode ser sobre qualquer tema. Agora, um novo estudo propõe que eles sejam versões adaptadas de compassos solares usados pelos vikings. Disco de ardósia pirofilita descoberto em Liubech, Colina do Castelo, Ucrânia. — Crédito da Imagem: O. Veremeychyk Discos Misteriosos Feitos de pirofilita, um mineral macio e abundante na região de Ovruch, os discos exibem padrões gravados em círculos concêntricos e linhas radiais. No passado, foram considerados ferramentas para afiar agulhas, moldes para joias, calendários ou até objetos decorativos. A nova pesquisa, publicada por Olena Veremeychyk e Olga Antowska-Gorączniak na revista Sprawozdania Archeologiczne, sugere uma função mais sofisticada: navegação marítima inspirada na tecnologia escandinava. Discos reconhecidos até o momento: feitos de madeira (a, c), pedra (b) e osso de baleia (d). — Crédito da Imagem: O. Antowska-Gorączniak Influência viking no comércio e na navegação Durante o período medieval, comerciantes e navegadores conhecidos como varangianos desempenharam um papel fundamental ao longo da rota comercial "dos varangianos aos gregos", ligando o Mar Báltico ao Mar Negro. Esse corredor facilitava não apenas o comércio, mas também o intercâmbio cultural e tecnológico. Os pesquisadores acreditam que a presença desses discos ao longo das rotas fluviais reflete essa interação com tecnologias náuticas escandinavas. Os compassos solares vikings utilizavam um gnomon — uma haste que projetava sombra — sobre um mostrador marcado com linhas para determinar a direção e latitude com base na posição do Sol. Artefatos semelhantes, feitos de madeira e osso, já foram encontrados na Groenlândia e na região do Mar Báltico. Leia também: Bússola Solar Nórdica é reconstituída no Brasil e está em exibição na Vila Viking Brasil Evidências e dúvidas Três dos discos ucranianos apresentam características que lembram os compassos solares: buracos centrais e padrões radiais gravados que poderiam permitir a criação de linhas temporárias com materiais apagáveis, como carvão. Essa flexibilidade seria valiosa para ajustar as medidas conforme os usuários se deslocavam por novas latitudes. Entretanto, a ausência de marcações permanentes para os solstícios e equinócios, comuns nos compassos vikings, gera ceticismo. Críticos apontam ainda que os sulcos superficiais e a falta de gnomons tornam essa teoria contestável. Comparações internacionais A semelhança dos discos ucranianos com instrumentos de navegação encontrados em Wolin, na Polônia, e na Groenlândia reforça a hipótese de que eles possam ser adaptações locais de tecnologias vikings. No entanto, outras possibilidades, como o uso desses discos como ferramentas de artesanato ou objetos simbólicos, não podem ser descartadas. Desafios e próximos passos A complexidade da interpretação desses artefatos não é inédita. Um exemplo histórico é a redescoberta de um disco de madeira na Groenlândia em 1984, que poderia ter servido como compasso solar, embora sua função ainda seja debatida. Propostas alternativas, como flutuadores de pesca ou carimbos de cerâmica, ilustram as múltiplas interpretações possíveis. Para esclarecer as funções dos discos ucranianos, os pesquisadores recomendam análises adicionais, como estudos detalhados de desgaste superficial e experimentos arqueológicos controlados, tal qual destacaram Veremeychyk e Antowska-Gorączniak: A investigação completa dos discos de pirofilita é fundamental para validar suas funções e cronologia. Enquanto novas análises prometem revelar mais sobre os discos ucranianos, essa descoberta oferece um vislumbre fascinante da interação cultural e tecnológica entre escandinavos e povos eslavos durante a Era Viking. A investigação contínua desses artefatos pode não apenas redefinir nossa compreensão da navegação antiga, mas também aprofundar o conhecimento sobre os laços entre diferentes culturas no passado. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência RADLEY, Dario. Medieval stone disks found in Ukraine could be Viking solar compasses . Source: Archaeology News. Long Island. 11 de jan de 2025. Disponível em: < https://archaeologymag.com/2025/01/medieval-stone-disks-could-be-viking-compasses/ >. Acesse em: 13 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Strathclyde e os Vikings: o reino que resistiu ao tempo e às invasões
Descubra como Strathclyde enfrentou vikings, anglo-saxões e pictos, moldando a história da Escócia medieval Representação de uma embarcação viking na costa da Escócia. — Crédito da Imagem: DALL·E Índice 1. Alt Clut e o cristianismo: a influência de Kentigern ; 2. Guerras e alianças: Strathclyde contra seus inimigos ; 3. O Cerco de Dumbarton e a influência viking ; 4. Strathclyde e o Reino de Alba: o legado duradouro ; 5. Referência . O reino de Strathclyde, outrora conhecido como Alt Clut, estendia-se de Loch Lomond até Cumbria, sendo lar de comunidades de língua britônica que resistiram bravamente ao avanço de anglos, saxões e outros adversários. Suas fronteiras, contudo, eram fluidas, marcadas por batalhas constantes para preservar a integridade territorial. Publique seu livro sobre qualquer tema pela Livros Vikings Editora . Entre os eventos mais marcantes, destaca-se a batalha de Ardderyd, em 573, que consolidou Alt Clut como um poder regional. Embora as fontes escocesas contemporâneas sejam limitadas, registros galeses e ingleses ajudam a reconstruir esse período fascinante. Alt Clut e o cristianismo: a influência de Kentigern A conversão ao cristianismo em Alt Clut ganhou força por volta de 500 d.C., especialmente com a missão de São Kentigern, também conhecido como Mungo, fundador de Glasgow. Apoiado pelo Rei Rhydderch Hael, Kentigern estabeleceu instituições religiosas que consolidaram a fé cristã no reino. Após a morte de Rhydderch, em 612, Kentigern foi reverenciado como bispo e proclamado santo em 614, solidificando a conexão entre Alt Clut e o cristianismo. A diocese de Glasgow cresceu significativamente, abrangendo grande parte do território que mais tarde seria Strathclyde. Guerras e alianças: Strathclyde contra seus inimigos O reino enfrentou ameaças constantes de anglo-saxões, pictos e vikings. A batalha de Strathcarron, em 642, marcou a vitória de Alt Clut sobre Dalriada, liderada por Domnall Brecc. Outro evento significativo foi a batalha de Dunnichen, em 685, onde os pictos derrotaram o rei anglo-saxão Ecgfrith, permitindo que Alt Clut recuperasse territórios perdidos. Essa vitória fortaleceu alianças entre britônicos, pictos e scoti contra inimigos comuns, consolidando a resistência regional. O Cerco de Dumbarton e a influência viking Em 870, os irmãos vikings Olav e Ivar sitiaram Dumbarton, então capital de Alt Clut, durante quatro meses. Quando os suprimentos acabaram, os habitantes se renderam e foram levados como escravos para Dublin. Esse cerco devastador marcou o fim de Dumbarton como capital, que foi transferida para Govan. Apesar disso, os vikings deixaram marcas permanentes na região, incluindo túmulos encontrados em Govan. Strathclyde sobreviveu como um sub-reino e, eventualmente, alinhou-se ao emergente Reino de Alba. Strathclyde e o Reino de Alba: o legado duradouro Strathclyde uniu forças com Alba e os vikings de Dublin contra a Inglaterra na batalha de Brunnanburgh, em 937. Embora derrotados, essa aliança demonstrou a resiliência do reino. O último grande feito de Strathclyde foi a batalha de Carham, em 1018, onde, ao lado de Alba, derrotaram os ingleses e definiram a fronteira no rio Tweed. Em 1054, Strathclyde foi incorporado ao Reino de Alba, mas sua herança permanece viva. O nome Dun Breattan (Dumbarton), que significa "Fortaleza dos Bretões", ecoa o passado glorioso de Alt Clut e Strathclyde, um reino que resistiu ao tempo e às invasões. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência MACPHERSON, Hamish. Battles, Viking invasions and the end of Strathclyde . The National. Newport, 03 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.thenational.scot/news/24830110.back-day-battles-viking-invasions-end-strathclyde/ >. Acesso em: 06 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #História #LivrosVikings
- DNA viking em coração polonês: revelações de um cemitério medieval em Lutomiersk
Análises genéticas de um cemitério medieval em Lutomiersk revelam surpreendentes conexões entre os vikings e o nascente estado polonês Morte de um Guerreiro Viking" retrata o fim heroico de um lutador escandinavo: pintura de Charles Ernest Butler, 1909. — Crédito da Imagem: Domínio Público. Índice 1. O cemitério viking de Lutomiersk: uma janela para o passado ; 2. Evidências genéticas e a diversidade populacional ; 3. A relação entre vikings e o estado polonês ; 4. Perguntas não respondidas e o futuro das pesquisas ; 5. Referência . Arqueólogos e geneticistas da Universidade de Lodz, na Polônia, fizeram uma descoberta revolucionária: restos mortais em um cemitério medieval de Lutomiersk que confirmam uma significativa presença viking na região central do país. Esses achados são inéditos, especialmente considerando que, no Século XI, a Polônia estava apenas emergindo como estado político. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . As escavações no cemitério, realizadas inicialmente na década de 1940, revelaram vestígios de indivíduos que viveram durante o auge da Era Viking (800–1050 d.C.). Agora, com os avanços nas análises genéticas, sabemos que escandinavos e eslavos compartilhavam esse espaço, indicando uma interação cultural e social muito mais profunda do que se imaginava. O cemitério viking de Lutomiersk: uma janela para o passado Localizado a 19 km de Lodz, o cemitério de Lutomiersk foi descrito pelos pesquisadores como um "tesouro arqueológico". Datado do início do Século XI, ele contém sepulturas que revelam influências escandinavas e russas. Entre os itens encontrados estão armas, utensílios e adornos típicos da cultura viking, além de artefatos associados aos Varangianos — escandinavos que se estabeleceram na região de Kiev. Segundo a Dra. Paulina Boyrówka, pesquisadora envolvida no estudo: O cemitério é uma evidência direta da presença escandinava, destacando seu papel na formação do estado polonês inicial. Essa variedade de objetos confirma que a interação entre escandinavos e poloneses era estruturada e ia além de encontros ocasionais. Evidências genéticas e a diversidade populacional Análises genéticas trouxeram descobertas notáveis: além de indivíduos escandinavos, havia pessoas de origem eslava e outras com ancestralidade mista, indicando uma comunidade diversa. Essas interações foram possivelmente motivadas por comércio, alianças e casamentos interétnicos. O professor Wiesław Lorkiewicz, do Departamento de Antropologia da Universidade de Lodz, destacou o impacto dos avanços na tecnologia de DNA antigo: Há 15 anos, não acreditávamos que seria possível extrair informações genéticas desses restos. A pesquisa também revelou que o cemitério foi usado ao longo de gerações, indicando que assentamentos escandinavos permanentes existiram na região. A relação entre vikings e o estado polonês A descoberta levanta questões importantes sobre o papel dos vikings na consolidação do estado polonês. O batismo de Mieszko I, em 966 d.C., marcou o início da Polônia como uma entidade política, e os vikings podem ter desempenhado um papel significativo nesse processo. Como guerreiros e comerciantes, eles criaram rotas de comércio e apoiaram redes de poder que facilitaram a unificação das tribos eslavas sob a dinastia Piasta. Artefatos como adornos e utensílios importados reforçam as conexões com regiões como a Kievan Rus e a Escandinávia. Perguntas não respondidas e o futuro das pesquisas Apesar das descobertas impressionantes, muitas questões permanecem sem resposta: De onde vieram exatamente os vikings de Lutomiersk? Como chegaram ao interior da Polônia? Qual era a estrutura de seus assentamentos? A Dra. Boyrówka explicou que análises isotópicas poderão revelar as origens geográficas dos indivíduos, enquanto novas tecnologias de DNA prometem ampliar nosso entendimento sobre suas vidas. Ela comentou: O cemitério é apenas o início. O próximo passo é descobrir onde exatamente viviam essas pessoas. Tumba reconstruída em cemitério da Era Viking reflete forte influência escandinava. — Descoberta em Bodzia, Polônia. — Crédito da Imagem: Instituto de Arqueologia e Etnologia da Academia Polonesa de Ciências/CC-BY-SA 3.0. A descoberta em Lutomiersk transforma nossa compreensão sobre as interações entre escandinavos e eslavos durante a Era Viking. Esses achados reforçam que os vikings não apenas influenciaram o desenvolvimento do estado polonês, mas também desempenharam um papel significativo como intermediários culturais e comerciais. Com estudos em andamento e novas ferramentas tecnológicas, o cemitério de Lutomiersk promete continuar revelando segredos, ampliando nossa visão sobre as complexas relações entre vikings e as culturas que encontraram. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência FALDE, Nathan. DNA Evidence Proves Viking Warriors Buried in Medieval Cemetery in Poland. Ancient Origins. Kildare, 01 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.ancient-origins.net/news-history-archaeology-ancient-places-europe/vikings-polish-cemetery-0021790 >. Acesso em: 03 de jan. de 2025. 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- DNA revela presença escandinava na Grã-Bretanha séculos antes dos vikings
Análise genética de um romano encontrado em York sugere que a conexão escandinava com a Grã-Bretanha começou bem antes das invasões vikings Muito antes dos anglo-saxões e vikings, um romano com ancestralidade escandinava já vivia na Grã-Bretanha entre 100 e 300 d.C. — Crédito da Imagem: Chronicle/Alamy Índice 1. O “Gladiador” de York: um legado escandinavo ; 2. Nova abordagem genética: o passado sob nova perspectiva ; 3. Migrações germânicas e escandinavas: duas vias ; 4. Transformação genética na Era Viking ; 5. O valor do DNA antigo: a história que os ossos contam ; 6. História redefinida pelas ciências ; 7. Referência . As invasões vikings, registradas, a partir do ataque a Lindisfarne em 793 d.C., costumam ser apontadas como o marco inicial da presença escandinava na Grã-Bretanha. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora ! No entanto, uma pesquisa genética recente está desafiando essa percepção ao revelar que as conexões escandinavas com a região começaram séculos antes — durante a ocupação romana. O “Gladiador” de York: um legado escandinavo Arqueólogos analisaram os restos mortais de um homem enterrado em York, datados entre os Séculos II e IV d.C., e descobriram que 25% de sua ancestralidade era escandinava. Essa revelação questiona a ideia de que a presença genética escandinava na Grã-Bretanha tenha começado apenas com os anglo-saxões ou vikings. Segundo o Dr. Leo Speidel, do Instituto de Pesquisa Riken: A ancestralidade que acreditávamos ter chegado com os anglo-saxões talvez já estivesse presente em algumas partes. Possivelmente um soldado romano ou gladiador, o homem exemplifica como as redes de migração e comércio da época romana eram complexas e multifacetadas. Nova abordagem genética: o passado sob nova perspectiva A pesquisa utilizou uma técnica genética inovadora que analisa mutações recentes no genoma humano, ocorridas nos últimos 30.000 anos. Essa abordagem permite identificar com maior precisão diferenças genéticas entre populações europeias do primeiro milênio. O Dr. Pontus Skoglund, do Francis Crick Institute, destacou: Essa metodologia abre horizontes incríveis para responder a novas perguntas sobre a história. Migrações germânicas e escandinavas: duas vias O estudo revelou duas ondas migratórias significativas entre o primeiro e o segundo milênio: 1. Migração para o sul : Grupos do norte da Alemanha e da Escandinávia se espalharam pela Europa Ocidental, Central e Oriental; 2. Retorno ao norte : Entre 500 e 800 d.C., uma migração inversa alterou o perfil genético da Escandinávia, moldando a diversidade genética que se intensificaria na Era Viking. Neste sentido, o Dr. Speidel apontou: Essa descoberta ajuda a entender a diversidade genética dos vikings, antes atribuída apenas às suas viagens. Transformação genética na Era Viking Análises genéticas de enterros vikings na Grã-Bretanha, como os túmulos coletivos de Repton, mostram perfis genéticos típicos do sul da Escandinávia. Esses dados reforçam que as expansões vikings não se limitavam a conquistas militares, mas envolviam interações sociais e genéticas com os povos das terras que ocupavam. O valor do DNA antigo: a história que os ossos contam Os avanços no estudo do DNA antigo (aDNA) permitem explorar histórias que não foram registradas por documentos históricos. Segundo Speidel: O DNA antigo nos dá a chance de investigar histórias que os registros escritos negligenciaram. Além de enriquecer o conhecimento histórico, essas descobertas ampliam a compreensão das interações culturais e genéticas na Europa antiga. História redefinida pelas ciências Os achados em York e os avanços em análise genética oferecem novas perspectivas para a historiografia viking. Eles demonstram que a influência escandinava na Grã-Bretanha antecede as invasões vikings por séculos, refletindo uma Europa moldada por migrações e trocas culturais muito antes da Era Viking. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência DAVIS, Nicola. Scandinavians came to Britain long before Vikings and Anglo-Saxons, finds study . The Guardian. Londres, 01 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.theguardian.com/science/2025/jan/01/scandinavians-came-to-britain-long-before-vikings-and-anglo-saxons-finds-study >. Acesso em: 02 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Retrospectiva 2024: top 4 achados arqueológicos da Era Viking
De espadas ancestrais a práticas corporais intrigantes, 2024 trouxe descobertas fascinantes que revelam mais sobre a vida dos vikings Índice A espada viking do Rio Cherwell ; Modificações corporais na Ilha de Gotland ; O Tesouro de Skumsnes: mulheres e comércio ; Os Túmulos de Åsum: DNA e segredos de família ; Impactos na compreensão da Era Viking . O ano de 2024 foi marcado por achados arqueológicos extraordinários que lançaram luz sobre práticas, crenças e redes de comércio dos vikings. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Entre artefatos recuperados de rios ingleses e sepulturas escandinavas, pesquisadores continuam a desvendar os mistérios dos nórdicos que moldaram a história. A espada viking do Rio Cherwell Em março, Trevor Penny, um pescador magnético, fez uma descoberta surpreendente no Rio Cherwell, em Oxfordshire, Inglaterra: uma espada viking de aproximadamente 1.200 anos, datada de 850 d.C. O Sr. Penny entregou a descoberta aos museus de Oxfordshire. — Crédito da Imagem: Trevor Penny/Triangle News Este artefato remonta a um período de intensos conflitos entre anglo-saxões e vikings dinamarqueses. Inicialmente coberta por sedimentos, a espada foi confirmada como autêntica por especialistas locais, trazendo à tona histórias de uma época tumultuada. Penny declarou ao Oxford Mail: Foi incrível — é o artefato mais antigo encontrado na pesca magnética neste condado. Leia também: Uma espada datada da Era Viking é descoberta na Inglaterra Modificações corporais na Ilha de Gotland Na ilha de Gotland, no Mar Báltico, arqueólogos identificaram evidências de modificações corporais em restos mortais. Uma representação artística do túmulo da mulher com crânio alongado, descoberto em Gotland. — Crédito da Imagem: Current Swedish Archaeology / Mirosław Kuźma / Matthias Toplak Entre as descobertas estavam sulcos horizontais nos dentes de esqueletos masculinos e três mulheres com crânios alongados. Publicada na revista Current Swedish Archaeology, a pesquisa de Matthias Toplak e Lukas Kerk sugere que tais práticas refletem intercâmbios culturais entre os nórdicos e outras civilizações. Estas modificações são os únicos exemplos conhecidos na Escandinávia. Essas descobertas reforçam como os vikings adotavam práticas locais enquanto incorporavam influências externas, evidenciando uma sociedade conectada e em constante evolução. Leia também: Os vikings podem ter usado modificações corporais como formas de identificação O Tesouro de Skumsnes: mulheres e comércio Em Fitjar, na costa oeste da Noruega, arqueólogos descobriram túmulos femininos ricos em artefatos no sítio de Skumsnes. Entre os itens estavam: Esta é a pedra que os arqueólogos chamam de Pedra da Vulva. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Moedas carolíngias e joias da Irlanda e Inglaterra; Um colar com 46 contas de vidro e 11 moedas de prata; Ferramentas têxteis indicando a relevância do trabalho de produção de tecidos. Søren Diinhoff, da Universidade de Bergen, destacou: Produzir têxteis era um trabalho prestigioso. As fazendas que fabricavam roupas de alta qualidade tinham status elevado. Leia também: Mulheres Vikings de Skumsnes: joias, mistérios e o poder feminino na Era Viking Os Túmulos de Åsum: DNA e segredos de família Em Åsum, Dinamarca, a descoberta de 50 esqueletos vikings em excelente estado de conservação abriu caminho para análises de DNA antigo (aDNA). Sarah Croix, professora associada da Universidade de Aarhus, explicou: Esses estudos poderão revelar origens, dietas e conexões familiares, proporcionando uma visão inédita sobre a organização social viking. Túmulos como o de uma mulher enterrada em uma carruagem viking, acompanhada por itens de prestígio, reforçam a posição estratégica de Åsum na rede comercial da época. Leia também: O fascinante achado de 50 túmulos vikings em Åsum: segredos de uma era revelados Impactos na compreensão da Era Viking Os achados de 2024 confirmam que os vikings eram muito mais do que guerreiros ferozes. Eles compunham uma "sociedade" complexa, caracterizada por práticas culturais distintas, redes de comércio e inovações tecnológicas. Desde a pesca magnética no Reino Unido até os avanços em análises de DNA, essas descobertas expandem nosso entendimento sobre o papel dos vikings como exploradores, artesãos e comerciantes globais. Esses achados não apenas enriquecem nossa percepção do passado, mas também conectam gerações às raízes de nossa história e cultura. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! por LIVROS VIKINGS Se você for compartilhar este artigo, não deixe de informar a sua fonte, a Livros Vikings. E aí, sentiu falta de alguma descoberta? Deixe aqui nos comentários o que faltou. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Curiosidades #LivrosVikings
- O fascinante achado de 50 túmulos vikings em Åsum: segredos de uma era revelados
Descoberta em Åsum, Dinamarca, revela túmulos preservados que destacam uma rica rede de comércio e práticas culturais dos vikings O esqueleto completo da Era Viking encontrado em Åsum, Dinamarca. — Crédito da Imagem: Cortesia do Museu de Odense Índice 1. Túmulos Vikings: uma janela para o passado ; 2. A preservação dos restos e análises avançadas ; 3. Indícios de altos status e redes de comércio ; 4. Åsum como centro estratégico na Era Viking ; 5. O legado de Åsum ; 6. Referência . Arqueólogos do Museum Odense, na Dinamarca, desenterraram mais de 50 esqueletos vikings incrivelmente preservados na vila de Åsum, na ilha de Funen. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora — não precisa ser sobre os vikings, hein! Com artefatos vindos de regiões distantes, a descoberta oferece uma oportunidade única de entender melhor a vida durante os Séculos IX e X. Túmulos Vikings: uma janela para o passado A área escavada, abrangendo cerca de 2.000 metros quadrados, revelou 50 túmulos de inumação e cinco de cremação, datados do reinado de Gormr hinn gamli (Gorm, o Velho), do Século X. Michael Borre Lundø, arqueólogo do projeto, destacou a relevância do achado: É verdadeiramente incomum encontrar tantos esqueletos bem preservados de uma só vez, como os descobertos em Åsum. Assista ao vídeo original no Canal do Youtube da Dagens Nyheter A preservação dos restos e análises avançadas A preservação excepcional dos esqueletos permitirá análises inovadoras, como estudos de DNA antigo (aDNA). Sarah Croix, professora associada da Universidade de Aarhus, destacou: Será incrivelmente emocionante descobrir de onde essas pessoas vieram e se famílias inteiras foram enterradas aqui ao longo de gerações. Essas análises podem revelar dietas, condições de saúde e laços familiares entre os enterrados, representando um marco inédito na pesquisa sobre a Era Viking. Indícios de altos status e redes de comércio Alguns túmulos apontam para indivíduos de alta classe social. Um dos destaques é o túmulo de uma mulher enterrada em uma carruagem viking usada como caixão. Entre seus pertences estavam: Um colar de contas de vidro; Uma chave de ferro; Uma faca com cabo decorado em prata; Um fragmento de vidro, possivelmente usado como amuleto; Um baú de madeira ricamente decorado, encontrado aos pés da carruagem. Um raro broche de bronze com três lóbulos. — Crédito da Imagem: Cortesia do Museu de Odense Outro túmulo revelou um raro broche de bronze comtrês lóbulos, uma conta de vidro vermelho e um cristal de rocha importado da Noruega, reforçando a importância das redes comerciais internacionais dos vikings. Åsum como centro estratégico na Era Viking Localizada próxima à antiga cidade de Odense — Óðinsvé em nórdico antigo ou algo como "Santuário" de Odin em português —, Åsum desempenhava um papel estratégico durante a Era Viking. Michael Borre Lundø comentou: É fascinante imaginar que os vikings enterrados aqui estavam cientes do desenvolvimento urbano inicial que ocorria a apenas cinco quilômetros de onde viviam. A proximidade com Nonnebakken, uma fortaleza circular construída por Harald Bluetooth, evidencia a relevância de Åsum no processo de unificação do reino dinamarquês. O sítio arqueológico de Åsum. — Crédito da Imagem: Cortesia do Museu de Odense O Legado de Åsum A descoberta em Åsum amplia significativamente nosso entendimento sobre práticas funerárias, riqueza cultural e redes comerciais da sociedade viking. Com estudos em andamento, espera-se desvendar mais segredos sobre as relações familiares, o comércio e os costumes que moldaram a Era Viking. Essas descobertas continuam a iluminar a complexidade e o alcance de uma das civilizações mais fascinantes da história. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência 50 VIKING Skeletons Discovered in Denmark . Medievalists.net. Ontario, 22 de dez. de 2024. Disponível em: < https://www.medievalists.net/2024/12/50-viking-skeletons-discovered-in-denmark/ >. Acesso em> 26 de dez. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings











