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- Gregos antigos na Islândia? Uma nova teoria agita a “História Viking”
Um filólogo sugere que o explorador grego Píteas pode ter descoberto a Islândia mil anos antes da Era Viking, reinterpretando o significado da misteriosa terra de "Thule" Uma representação do explorador grego Píteas chegando à Islândia, cerca de 1000 anos antes dos vikings. — Crédito da Imagem: ChatGpt Índice A misteriosa Thule e os vikings: uma longa história de exploração nórdica ; Píteas e a busca por Thule: uma viagem grega ao Norte Antigo ; "Thymele" e as falésias islandesas: uma nova interpretação da descoberta pré-viking ; Implicações históricas: gregos pioneiros antes da Era Viking? Descoberta na Noruega: um enorme achado pré-viking desafia a história nórdica viking ; Referências . 1. A misteriosa Thule e os vikings: uma longa história de exploração nórdica A Era Viking, que floresceu entre o final do Século VIII e o Século XI, é amplamente conhecida por suas expedições marítimas, conquistas e a exploração de novas terras. Os vikings navegaram pelos mares, estabelecendo-se em diversas regiões, da Grã-Bretanha à Rússia, e até mesmo alcançando a América. Faça como a Profª. Luciana de Campos e publique seu livro pela Livros Vikings Editora . No entanto, uma nova e intrigante teoria sugere que a história da descoberta da Islândia pode ser mais antiga do que se pensava, antecedendo a chegada dos vikings em mais de um milênio. 2. Píteas e a busca por Thule: uma viagem grega ao Norte Antigo Por volta de 300 a.C., o explorador grego Píteas de Massália empreendeu uma notável viagem ao norte, aventurando-se em águas desconhecidas. Em seus relatos, hoje perdidos mas referenciados por autores clássicos posteriores, ele descreveu uma terra misteriosa chamada "Thule", localizada nas extremidades do mundo conhecido. Durante séculos, estudiosos debateram a localização exata de Thule, com diversas teorias apontando para lugares como a Noruega, Groenlândia, Ilhas Faroé e até mesmo as Ilhas Shetland. A Islândia, com sua paisagem vulcânica e penhascos dramáticos, sempre foi uma forte candidata a ser a Thule de Píteas. 3. "Thymele" e as falésias islandesas: uma nova interpretação da descoberta pré-viking Recentemente, o Dr. Andrew Charles Breeze, filólogo da Universidade de Pamplona, propôs uma nova e fascinante interpretação da palavra "Thule". Baseando-se em evidências publicadas no The Housman Society Journal , Breeze sugere que "Thule" pode ser uma forma corrompida da palavra grega "Thymele", que significa altar. Ele argumenta que as imponentes falésias do sul da Islândia poderiam ter evocado nos antigos marinheiros gregos a imagem de estruturas de pedra sagradas. Em declarações ao Greek Reporter , Breeze especulou que Píteas pode ter confundido a atividade vulcânica no horizonte islandês com a fumaça e o vapor de um altar ritual: Os gregos não apenas chegaram à Índia com Alexandre, mas também descobriram a Islândia com Píteas. Se essa hipótese se mostrar correta, a história da exploração nórdica ganharia uma nova e surpreendente camada, reconhecendo os gregos como os primeiros descobridores da Islândia, mil anos antes da chegada dos vikings. 4. Implicações históricas: gregos pioneiros antes da Era Viking? A teoria de Breeze, embora necessite de mais evidências concretas devido à perda dos escritos originais de Píteas, abre fascinantes possibilidades para a história da exploração marítima e o conhecimento geográfico do mundo antigo. Se confirmada, essa descoberta implicaria que os gregos possuíam capacidades de navegação e um alcance exploratório ainda maiores do que se imaginava, lançando uma nova luz sobre a história da Islândia antes da Era Viking. A representação da possível aparência da longhouse de Sem, com 16 metros de largura e até 12 metros de altura estimada. — Crédito da Imagem: Arkikon / Museu de História Cultural, Universidade de Oslo 5. Descoberta na Noruega: um enorme achado pré-viking desafia a história nórdica viking Enquanto a possibilidade da descoberta grega da Islândia antes dos vikings intriga os historiadores, uma descoberta arqueológica espetacular na Noruega lança novas questões sobre a própria história da Era Viking e seus antecedentes. O Fiorde de Drammen já teve um nível pelo menos seis metros mais alto, permitindo a navegação até Hokksund tanto no ano 200 quanto posteriormente, durante a Era Viking. — Crédito da Imagem: Google Earth Em Hokksund, no leste da Noruega, a inesperada descoberta de uma enorme longhouse datada do Século III d.C. pode forçar uma reescrita da história não apenas da Noruega, mas de toda a região nórdica. A descoberta ocorreu por acaso, quando o fazendeiro Frank Borgen solicitou permissão para drenar seu campo em Sem, uma área rica em monumentos antigos. Os achados no campo de Sem. A longhouse está marcada em vermelho com linhas tracejadas laranjas. Legenda: rosa - lareira, amarelo - buraco de poste, linhas tracejadas - trincheiras, vermelho - túmulo, azul - cova de cozinha, verde - poço, escavação e valas. — Crédito da Imagem: Museu de História Cultural, Universidade de Oslo A região já era conhecida por abrigar um tesouro de ouro da Era Viking, túmulos da mesma época e até mesmo um vaso romano de 2.000 anos. No entanto, as escavações revelaram algo muito mais significativo: as marcas de postes de uma longhouse com impressionantes 16 metros de largura. O arqueólogo Jes Martens, da Universidade de Oslo, liderou as escavações e ficou surpreso com a idade da estrutura, confirmada por múltiplas datações, e afirmou: Não podíamos acreditar que o grande edifício fosse tão antigo. Seu colega, Håvard Hoftun, do município de Buskerud, ecoou a importância do achado: O valor histórico é altíssimo. Um salão deste tamanho do século III é inacreditável. Martens chegou a afirmar que: Os livros de história precisam ser reescritos, não apenas para a Noruega, mas para toda a região nórdica. As investigações futuras se concentrarão em determinar a extensão total da longhouse (que se estende sob uma estrada) e sua função. Seria um salão real ou de um chefe poderoso para festas e banquetes? Um posto comercial? A resposta a essas perguntas poderá revolucionar nossa compreensão das estruturas sociais e políticas que existiam na Escandinávia séculos antes da ascensão dos vikings. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências CHAPMAN, Michael. Ancient Greeks Discovered Iceland Before Vikings, Scholar Claims . Iceland Review . Reykjavík, 12 de abr. de 2025. Disponível em: < https://www.icelandreview.com/news/ancient-greeks-discovered-iceland-before-vikings-scholar-claims/ >. Acesso em: 19 de abr. de 2025. GJELLESVIK, A. B.; KRISTIANSEN, N. When Frank set out to drain his field, a unique longhouse from before the Viking Age appeared . Science Norway . Oslo, 12 de abr. de 2025. Disponível em: < https://www.sciencenorway.no/agriculture-archaeology-culture/when-frank-set-out-to-drain-his-field-a-unique-longhouse-from-before-the-viking-age-appeared/2492831 >. Acesso em: 19 de abr. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- O segredo das encadernações medievais: o inesperado comércio de pele de 'foca viking'
Monges medievais franceses usavam, sem saber, pele de 'foca viking', revelando uma rede comercial surpreendente entre a Escandinávia e a Europa Continental Monges cistercienses usavam pele de foca comercializada pelos vikings para encadernar livros sem saber. — Crédito da imagem: Élodie Lévêque Índice O comércio de pele de 'focaviking' e sua influência ; O papel dos monges cistercienses na disseminação dos materiais vikings ; As conexões entre Noruega, Groenlândia e França ; Como este estudo reescreve parte da história viking ; Referência . Por séculos, acreditou-se que os manuscritos medievais europeus eram encadernados exclusivamente com couro de animais domésticos, como bois e ovelhas. No entanto, um novo estudo revelou algo surpreendente: parte dos livros eram encadernados com pele de foca, oriunda de comerciantes vikings noruegueses. A pesquisa publicada na revista Royal Society Open Science analisou 32 manuscritos medievais, datados entre 1140 e 1275 d.C., por meio de métodos avançados, como espectrometria de massa e análise de DNA antigo. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Os resultados mostraram que 19 dos livros analisados foram encadernados com pele de focas, incluindo espécies como a foca-comum, foca-harpa e a foca-barbuda. Este achado transforma a compreensão sobre o comércio medieval e prova que os vikings e seus decendentes participavam ativamente das redes comerciais europeias. O comércio de pele de 'foca viking' e sua influência Os vikings já eram conhecidos por suas habilidades comerciais e suas extensas rotas marítimas. Este novo estudo, no entanto, reforça a ideia de que a pele de foca era um bem valioso exportado da Noruega e da Groenlândia para o continente europeu. As focas eram caçadas pelos nórdicos e utilizadas em diversos produtos, incluindo roupas e utensílios. Agora, sabemos que suas peles eram vendidas também para a França, Inglaterra e Bélgica, chegando às mãos de monges que as usavam na encadernação de seus livros sagrados. O papel dos monges cistercienses na disseminação dos materiais vikings Os manuscritos estudados pertenciam aos mosteiros cistercienses franceses, que eram centros de conhecimento e produção de livros na Europa medieval. No entanto, os monges desconheciam totalmente a origem das peles que usavam. Curiosamente, na época, não havia uma palavra específica em francês antigo para "foca". Os cistercienses as chamavam de "bezerros do mar", o que indica que eles não tinham consciência do verdadeiro material que estavam adquirindo. Além disso, nenhum registro de compra ou uso de pele de foca foi encontrado na Abadia de Clairvaux, um dos locais onde esses livros foram preservados. Isso reforça que o comércio desse material ocorreu sem que os monges soubessem de sua procedência. As conexões entre a Noruega, Groenlândia e a França A análise das peles revelou que elas vinham de diferentes regiões, incluindo Noruega, Dinamarca, Escócia e Groenlândia. Isso mostra que os nórdicos mantinham redes comerciais sofisticadas, levando produtos de diferentes partes do mundo às abadias francesas e aos mercados europeus. No entanto, esse comércio terminou por volta de 1300, provavelmente devido às mudanças climáticas. O início da Pequena Idade do Gelo dificultou a caça de focas na Groenlândia e levou ao desaparecimento de colônias nórdicas na região. Os pesquisadores apontam que o gelo tornou impossível para os caçadores vikings continuarem suas atividades. Com o fim dessas redes comerciais, o uso de pele de foca nas encadernações deixou de existir na Europa. Como este estudo reescreve parte da história viking Essa descoberta muda o que se sabia sobre o comércio viking e a interconectividade entre diferentes sociedades medievais. Por meio dos descendentes vikings, peles de foca viajaram da Groenlândia e da Escandinávia às abadias europeias sem que seus usuários soubessem da origem do material. Agora, além de guerreiros e exploradores, sabemos que os vikings também eram comerciantes essenciais para o intercâmbio de materiais raros na Idade Média. Este estudo mostra que a história sempre guarda segredos que, com novas pesquisas e tecnologia, podem ser desvendados. O legado viking continua a revelar facetas inesperadas de sua influência no mundo medieval. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência CISTERCIAN monks unknowingly used Viking-traded sealskin for book covers . The Jerusalem Post. Jerusalém, 10 de abr. de 2025. Disponível em: < https://www.jpost.com/archaeology/archaeology-around-the-world/article-849625 >. Acesso em: 13 de abr. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- A última grande viagem do lendário navio viking de Oseberg
O navio viking de Oseberg está prestes a ser transportado para sua nova casa, em um dos movimentos mais complexos de sua preservação arqueológica O precioso tesouro nacional norueguês, o Navio Viking de Oseberg, será transportado por este trilho suspenso no teto. — Crédito da imagem: Science Norway. Índice 1. A necessidade de mudança: riscos e desafios ; 2. A engenharia por trás do transporte dos navios vikings ; 3. O impacto da mudança na preservação do legado viking ; 4. O futuro dos navios vikings no novo museu ; 5. Referência . O Navio Viking de Oseberg, uma das embarcações mais bem preservadas da Era Viking, tem sido um dos maiores tesouros da Noruega desde sua descoberta em 1903. Esculpido em carvalho e datado do ano 820 d.C., o navio representa um dos melhores exemplos da habilidade viking na construção naval. Após quase 100 anos exposto no Museu dos Navios Vikings em Bygdøy, o navio será transportado para um novo e mais moderno espaço: o Museu da Era Viking. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . No entanto, devido à fragilidade da madeira e à importância histórica da embarcação, este transporte será uma das operações de preservação mais delicadas já realizadas. Este é o Navio de Oseberg durante sua transferência do Museu de História Cultural para o Museu dos Navios Vikings em 1926. O processo de 2025 é bem diferente. — Crédito da imagem: Museu de História Cultural. A necessidade de mudança: riscos e desafios Ao longo dos anos, as condições ambientais no antigo museu comprometeram a integridade dos navios vikings. O desgaste natural e a umidade inadequada causaram rachaduras e deformações que, se ignoradas, poderiam levar a danos irreversíveis. Os arqueólogos e conservadores responsáveis pelo projeto alertaram que, sem intervenção, os mais de 1.200 anos de história preservados no Oseberg poderiam se perder. Assim, o transporte foi planejado com máxima segurança para garantir que o navio viking continue sendo estudado e admirado por gerações futuras. Esta é a plataforma para onde o Navio Viking de Oseberg será transportado. — Crédito da imagem: Lasse Bjørnstad / Science Norway A engenharia por trás do transporte dos navios vikings A operação de transporte do navio viking de Oseberg envolve um sistema de trilhos e guindastes. Primeiro, o navio foi fixado em uma estrutura de aço chamada 'rig', que absorve impactos e mantém a embarcação estável. Para movimentá-lo, dois guindastes suspensos do teto erguerão a estrutura, garantindo que o navio se desloque com o mínimo de vibração possível. O percurso será de 100 metros, ao longo de um trilho especialmente construído para evitar oscilações. A estrutura de aço que sustenta o navio pesa impressionantes 50 toneladas e será deslocada a uma velocidade extremamente reduzida — apenas 4,2 milímetros por segundo, o que equivale a cerca de 15,2 metros por hora. Dessa forma, espera-se que o transporte seja concluído em um único dia. Vista aérea do museu no outono de 2024, antes do fechamento do teto. — Crédito da imagem: Nicolas Deck / AF Gruppen O impacto da mudança na preservação do legado viking O novo Museu da Era Viking oferecerá um ambiente controlado, com regulagem precisa de temperatura e umidade, reduzindo os riscos de deterioração da madeira dos navios. A proteção contra impactos e vibrações foi pensada até mesmo para eventos extremos, como terremotos. O novo espaço foi projetado para suportar um terremoto de 500 anos — refere-se a um evento sísmico que tem uma probabilidade estatística de ocorrer uma vez a cada 500 anos; esse conceito é usado na engenharia e na geologia para calcular riscos e projetar estruturas resistentes a abalos sísmicos raros, mas potencialmente devastadores —, garantindo a segurança do navio viking contra atividades sísmicas que poderiam comprometer sua estrutura. Além do Navio de Oseberg, artefatos encontrados no mesmo sítio arqueológico também farão parte da nova exposição, como os famosos trenós ricamente decorados e o enigmático Balde de Buda , que intrigou historiadores por sua conexão inesperada entre Escandinávia e Oriente. Projeção de como o Navio de Oseberg será exibido quando o museu abrir em 2027. — Crédito da imagem: Ralph Appelbaum Associates / Tamschick Medie+Space. O futuro dos navios vikings no novo museu O transporte do Navio Viking de Oseberg representa mais do que uma mudança física—é uma estratégia essencial para garantir sua preservação e estudo contínuo. Com tecnologia de ponta e medidas de segurança inovadoras, o novo museu oferecerá um espaço adequado para que visitantes de todo o mundo possam admirar o legado viking em sua forma mais pura. Agora, resta acompanhar esse delicado processo e torcer para que tudo ocorra conforme o planejado, garantindo que esse tesouro da Era Viking permaneça intacto por séculos. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BIØRNSTAD, L.; GJELLSVIK, A. B. Final voyage for the Viking ships . Science Norway. Oslo, 10 de abr. de 2025. Disponível em: < https://www.sciencenorway.no/viking-age-archaeology-culture/final-voyage-for-the-viking-ships/2492239 >. Acesso em: 10 de abr. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Descoberta inesperada: as cruzes vikings que reescrevem a história da Ilha de Man
Duas cruzes vikings, datadas de mais de mil anos, foram descobertas e agora fazem parte da Igreja de St Patrick, na Ilha de Man Um gabinete foi projetado especialmente para exibir uma das cruzes viking recém-descobertas na Igreja de St Patrick. — Crédito da imagem: Friends of Jurby Church Índice A história das cruzes Manx e sua conexão com o legado viking ; O simbolismo das pedras e suas inscrições ; A jornada das cruzes até sua exibição pública ; A permanência da cultura viking na Ilha de Man ; Referência . Em 2022, um evento inesperado revelou um mistério arqueológico na Igreja de St Patrick, em Jurby, na Ilha de Man. Duas pedras esculpidas, conhecidas como as cruzes Manx, foram expostas após uma tempestade derrubar parte da parede da igreja, revelando um passado enterrado há séculos. Agora, esses marcadores de túmulos vikings, datados do Século IX ou X, foram incorporados ao acervo da igreja e se tornaram uma das peças mais impressionantes de sua história. A história das cruzes Manx e a sua conexão com o legado viking A Ilha de Man tem uma rica herança viking, visível em sua cultura, arquitetura e sistemas jurídicos. Durante os Séculos IX e X, os vikings estabeleceram assentamentos permanentes na ilha, combinando suas crenças escandinavas com tradições cristãs locais. As cruzes Manx refletem essa fusão, pois suas gravações misturam elementos vikings com símbolos cristãos, evidenciando a interação entre esses dois mundos. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . As cruzes foram originalmente esculpidas para marcar túmulos em uma capela primitiva chamada keeill, antes de serem reutilizadas em diferentes construções ao longo dos séculos. Em 1700, parte dessas cruzes foi destruída e aproveitada na construção da antiga igreja paroquial. Mais tarde, no início do Século XIX, quando essa igreja foi demolida, os fragmentos das cruzes foram incorporados às paredes da Igreja de St Patrick — onde permaneceram ocultos até serem redescobertos em 2022. O simbolismo das pedras e suas inscrições Essas cruzes de pedra são um testemunho da influência viking na Ilha de Man, refletindo tanto sua religiosidade quanto suas habilidades artísticas. Algumas inscrições combinam cruzes cristãs simples com representações mitológicas escandinavas, indicando que os vikings locais assimilavam elementos de ambas as tradições. O uso dessas pedras como marcadores de túmulos também mostra a importância que a sociedade viking dava à memória dos mortos, eternizando seus feitos através de monumentos esculpidos em rocha. Agora que as cruzes foram restauradas, elas podem ser analisadas com mais profundidade para revelar ainda mais detalhes sobre os costumes funerários vikings. A jornada das cruzes até sua exibição pública Após sua descoberta, as cruzes foram levadas ao Manx Museum para serem registradas e preservadas até que pudessem ser exibidas com segurança. Com apoio do grupo Friends of Jurby Church, que trabalha para restaurar o prédio de 200 anos, foi obtido um financiamento de cerca de R$50.000 (£8.000) pelo Ann Harrison Trust para garantir a proteção adequada das cruzes e facilitar sua instalação permanente na igreja. Além disso, um novo caminho foi construído, permitindo maior acessibilidade ao público e tornando a igreja um destino ainda mais relevante para aqueles que querem conhecer a fusão entre cristianismo e cultura viking na Ilha de Man. A permanência da cultura viking na Ilha de Man A descoberta das cruzes Manx reforça a riqueza do legado viking na Ilha de Man e sua contínua influência na cultura local. Agora, esses monumentos históricos podem ser apreciados por visitantes e estudiosos, servindo como um elo entre a espiritualidade viking e o cristianismo medieval. Com essa nova exposição na Igreja de St Patrick, a conexão entre passado e presente se mantém viva, garantindo que os rastros dos antigos habitantes nórdicos da ilha nunca sejam esquecidos. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BRAHDE, Rebecca. Viking age stone grave markers go on display . BBC. Londres, 06 de abr. de 2025. Disponível em: < https://au.news.yahoo.com/viking-age-stone-grave-markers-064143867.html >. Acesso em: 08 de abr. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Da guerra à justiça: como um Rei Viking construiu o sistema legal da Ilha de Man
A estátua do Rei Viking reflete seu papel essencial na construção do sistema legal da Ilha de Man Rei Orry empunha sua espada e aponta em direção a Tynwald Hill, simbolizando sua influência duradoura na Ilha de Man. — Crédito da imagem: Darren Jackson/Stephanie Quayle-Jackson Índice Rei Orry e a Era Viking na Ilha de Man ; O impacto do sistema legal viking na Ilha de Man ; A estátua de Rei Orry e sua importância cultural ; A permanência do legado viking ; Referência . Poucas figuras vikings têm um papel tão significativo na história política da Ilha de Man quanto Guðrøðr Krávan, amplamente conhecido como Rei Orry. Oriundo da "dinastia nórdica", ele marcou sua presença na ilha após múltiplas tentativas de conquista. Quando finalmente estabeleceu seu domínio, governou por dezesseis anos, promovendo mudanças que ainda hoje ecoam no sistema jurídico local. Rei Orry e a Era Viking na Ilha de Man A Ilha de Man, situada entre a Grã-Bretanha e a Irlanda, teve uma forte influência nórdica durante a Era Viking. Durante o Século XI, Rei Orry liderou campanhas militares para tomar controle da ilha e, ao conseguir, estabeleceu um governo baseado nos "princípios jurídicos" vikings. Esse período consolidou o domínio escandinavo na região, garantindo que as tradições e os costumes vikings se enraizassem no cotidiano manês. O impacto do sistema legal viking na Ilha de Man Um dos maiores legados deixados pelo Rei Orry foi a fundação de Tynwald, o parlamento da Ilha de Man. Inspirado nos "sistemas jurídicos" vikings, Tynwald permanece como um dos parlamentos mais antigos ainda em funcionamento no mundo. O conceito de assembléia popular, comum entre sociedades escandinavas medievais, foi fundamental para garantir um sistema legal participativo que respeitava a voz do povo. O processo jurídico estabelecido pelos vikings era baseado na mediação e na resolução de conflitos, aspectos que influenciam o funcionamento de Tynwald até hoje. Dessa forma, o legado viking se mantém vivo na governança da ilha, evidenciando como as estruturas sociopolíticas nórdicas continuam a ter relevância séculos depois. A estátua de Rei Orry e sua importância cultural A proposta da instalação da estátua de Rei Orry próximo a Tynwald Hill é um reconhecimento visual desse impacto duradouro. A escultura de bronze, projetada para ter 2,3 metros de altura, será iluminada e posicionada em St John's, voltada para Tynwald Hill em um gesto simbólico. Além da representação artística, a estátua contará com uma placa contendo um trecho das Chronica Regum Manniae et Insularum — Crônicas dos Reis de Man e das Ilhas —, um dos primeiros registros escritos da história local. Esta iniciativa busca reforçar a importância histórica de Rei Orry, tanto para moradores quanto para visitantes, garantindo que sua influência não seja esquecida. A permanência do legado viking A homenagem ao Rei Orry é mais do que um reconhecimento a um governante viking — é um tributo à influência escandinava na estrutura social, política e jurídica da Ilha de Man. Com um sistema legal que ainda reflete os "princípios" viking, o impacto da sua liderança permanece visível. O monumento dedicado a ele servirá como um símbolo eterno da conexão entre o passado e o presente, garantindo que sua história continue a ser contada. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência TRACEY, Ashlea. Viking statue planned near Tynwald hill . BBC. Londres, 07 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.bbc.co.uk/news/articles/crmj4d2493jo.amp >. Acesso em: 03 de abr. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #História #Curiosidades #LivrosVikings
- O paganismo nórdico e a influência de Snorri Sturluson: entre a tradição e a cristianização pós Era Viking
O paganismo nórdico resistiu por séculos frente ao cristianismo e Snorri Sturluson contribuiu para o entendimento das religiões da Era Viking Óðinn enfrenta Fenrir e Freyr combate Surtr durante Ragnarǫk. — Crédito da Imagem: Emil Doepler / Domínio Público. Índice O paganismo nórdico na Era Viking ; A poesia e a literatura Pagã ; A transição para o cristianismo ; Quem foi Snorri Sturluson ? O papel de Snorri na preservação da Mitologia Nórdica ; Obras literárias de Snorri Sturluson . A Edda em Prosa ; Heimskringla . Cristianização e a visão de Sturluson ; Referências . O paganismo nórdico, caracterizado por uma visão de mundo em que deuses e humanos coexistiam em uma relação complexa, sobreviveu por séculos antes da chegada do cristianismo. Embora tenha sido amplamente substituído pela nova fé, parte desse conhecimento sobreviveu graças à tradição oral e às obras de historiadores como Snorri Sturluson. Þórr em batalha contra Jǫrmungandr durante Ragnarǫk. — Crédito da Imagem: Emil Doepler / Domínio Público. O paganismo nórdico na Era Viking Durante a Era Viking (793-1066 d.C.), as religiões nórdicas eram a base espiritual dos povos escandinavos. Seus mitos eram transmitidos oralmente, com Deuses como Óðinn, Þórr e Freyr sendo adorados em rituais e sacrifícios. Ao contrário das religiões monoteístas, o paganismo nórdico não impunha dogmas rígidos, sendo aberto às novas influências. A poesia e a literatura pagã A literatura da época, composta por poemas e sagas, registrou a visão de mundo dos pagãos. O poeta Bragi, no Século IX, popularizou a poesia escáldica, que exaltava os reis e os guerreiros. Obras como o Hávamál ("As palavras do Altíssimo") e a Völuspá ("A Profecia da Mulher Sábia") traziam ensinamentos e previsões sobre o destino do mundo. A transição para o cristianismo Nos Séculos X e XI, a Escandinávia passou por um intenso processo de cristianização. Leia também: Vikings cristãos: a fascinante dualidade religiosa dos destemidos navegadores Diferente de outros povos, os nórdicos inicialmente viram o cristianismo como mais uma religião a ser incorporada. Entretanto, reis como Óláfr Tryggvason impuseram a conversão à força, consolidando o cristianismo como religião dominante. Snorri Sturluson dialoga com um homem sentado, em ilustração de Christian Krohg. — Crédito da Imagem: Universidade de Tubinga / Domínio Público. Quem foi Snorri Sturluson? Snorri Sturluson (1179-1241 d.C.) foi um político, poeta e historiador islandês que desempenhou um papel crucial na popularização e preservação da mitologia nórdica. Criado em Oddi, um dos principais centros de aprendizado da Islândia, ele recebeu uma educação cristã mas manteve o interesse pelas tradições pagãs. O papel de Snorri na preservação da Mitologia Nórdica Snorri escreveu suas obras no Século XIII, quando a Islândia já era cristã. No entanto, ele documentou as crenças nórdicas de maneira detalhada, evitando a destruição completa desse conhecimento. Como cristão, sua visão era influenciada por sua fé, mas suas obras ainda são as principais fontes sobre a antiga fé pagã. Obras Literárias de Snorri Sturluson Conheça abaixo um pouco das obras de Snorri: A Edda em Prosa A Edda em Prosa é um manual de poesia escáldica que explica a mitologia nórdica. Composta de quatro partes, apresenta mitos sobre a criação e a destruição do mundo, além de regras para a composição poética. Heimskringla A Heimskringla narra a história de reis nórdicos, desde os lendários Ynglingar até históricos Reis da Noruega. Embora misture mitos e fatos é um importante documento sobre a transição entre o paganismo e o cristianismo. Cristianização e a visão de Sturluson Snorri adaptou elementos cristãos às narrativas pagãs para tornar seus textos aceitáveis à sociedade cristianizada. Alguns estudiosos acreditam que ele pode ter distorcido certos mitos para alinhá-los à teologia cristã. Ainda assim, o paganismo nórdico sobreviveu através da literatura e da tradição oral, e Snorri Sturluson teve um papel essencial em sua preservação. Suas obras fornecem uma janela para a religião e a cultura dos vikings, influenciando até hoje nossa compreensão sobre esse período. Assista (em inglês) o vídeo "A Mitologia Nórdia em 15 minutos: Deuses Nórdicos". — Crédito do Vídeo: The Life Guide Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências FALDE, Nathan. Paganism in the Viking Age: The Norse Gods Who Resisted Christianity . Ancient Origins, Dublin, 23 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.ancient-origins.net/ancient-writings-news-history-archaeology/norse-mythology-0021983 >. Acesso em: 24 de mar. de 2025. SUESS, Jessica. Snorri Sturluson: Our Most Important Source for Norse Myth? . The Collector, Montreal, 24 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.thecollector.com/who-was-snorri-sturluson-norse-myth/ >. Acesso em: 24 de mar. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #MitologiaNórdica #História #LivrosVikings
- Um raro bracelete de ferro da Era Viking e uma gargantilha de ouro são descobertos na Suécia
Descobertas em Öland revelam um bracelete de ferro excepcionalmente raro da Era Viking e uma imponente gargantilha de ouro Raro bracelete viking descoberto na Suécia. — Crédito da Imagem: Länsstyrelsen Kalmar län. Recentes escavações arqueológicas na Suécia trouxeram à tona artefatos impressionantes que fornecem novos insights sobre a cultura e o artesanato escandinavo antigo. Entre as descobertas, destacam-se um bracelete de ferro da Era Viking, encontrado na ilha de Öland, e um raro anel de pescoço de ouro com 2.000 anos. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Essas peças extraordinárias oferecem pistas sobre rituais, hierarquia social e as habilidades metalúrgicas dos antigos escandinavos. Índice Um bracelete viking incomum ; O impressionante anel de pescoço de ouro ; Importância das descobertas ; Referências . Um bracelete viking incomum O bracelete de ferro foi descoberto em uma área pantanosa próxima a Löt, na ilha de Öland. Datado de mais de 1.000 anos, ele é um dos pouquíssimos exemplos desse tipo já encontrados. Normalmente, braceletes da Era Viking eram feitos de prata ou bronze, tornando esta descoberta ainda mais significativa. Segundo Karl-Oskar Erlandsson, do Conselho Administrativo do Condado de Kalmar, apenas três dos mais de 1.000 anéis de braço presentes no Museu Estatal de História da Suécia são feitos de ferro. O bracelete apresenta cabeças de animais esculpidas em ambas as extremidades e uma intrincada decoração de fileiras de pontos ao longo de seu comprimento. Sua notável preservação se deve ao ambiente pobre em oxigênio do pântano onde foi encontrado, que evitou a corrosão. Os arqueólogos especulam que a área poderia ter sido um local de sacrifícios, onde objetos valiosos eram oferecidos aos deuses ou a forças superiores. Como resultado, novas investigações com detectores de metais estão planejadas para explorar a região em busca de outros possíveis artefatos. Gargantilha de ouro encontrada a aproximadamente dois metros de profundidade, pesando 916 gramas. — Crédito da Imagem: Länsstyrelsen Västra Götaland. O impressionante anel de pescoço de ouro Outro achado notável foi um anel de pescoço de ouro com cerca de 2.000 anos, também descoberto na Suécia. Esta joia impressionante foi feita de metal precioso e adornada com fios e anéis de ouro, medindo 23,5 centímetros em seu ponto mais largo e pesando quase um quilo. Acredita-se que esses anéis de pescoço, conhecidos como torques, fossem utilizados pelos indivíduos mais poderosos da época, simbolizando status e influência. Ao contrário de artefatos semelhantes encontrados na região franco-britânica, que geralmente eram de bronze sólido, este torque parece ter sido produzido internamente na Escandinávia, demonstrando o sofisticado artesanato local. Importância das descobertas As descobertas em Öland e em outras regiões da Suécia fornecem valiosas informações sobre a história e as tradições escandinavas antigas. A raridade do bracelete de ferro sugere que ele pode ter sido uma peça de grande importância simbólica, possivelmente associada a rituais religiosos ou a um guerreiro de alto status. Já o anel de pescoço de ouro confirma a existência de uma elite poderosa e revela detalhes sobre a metalurgia avançada da época. Pesquisadores esperam que futuras escavações tragam ainda mais achados que ajudem a compreender melhor a complexidade da cultura viking e sua conexão com outras sociedades da Europa. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências ARQUEÓLOGOS expõem artefatos da Era Viking na Suécia e mostram artesanato exclusivo da época . Sputnik Brasil. São Paulo, 20 de mar. de 2025. Disponível em: < https://noticiabrasil.net.br/20250320/arqueologos-expoem-artefatos-da-era-viking-na-suecia-e-mostram-artesanato-exclusivo-da-epoca-fotos-38892860.html >. Acesso em: 21 de mar. de 2025. MILLIGAN, Mark. Rare Viking-era bracelet uncovered on Öland . Heritage Daily. St. Alban, 19 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.heritagedaily.com/2025/03/rare-viking-era-bracelet-uncovered-on-oland/154761 >. Acesso em: 21 de mar. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Conheça a obra 'O Campo das Centáureas', de Luciana de Campos
Explore um passado vívido e emocionante com 'O Campo das Centáureas', onde a coragem feminina resgata a essência da Era Viking A capa da obra 'O Campo das Centáureas" com ilustração de Isolda Langer e design de Thiago Santana. — Crédito da Imagem: Livros Vikings Editora Profundamente enraizada na cultura e na vida cotidiana da Era Viking, a nova obra 'O Campo das Centáureas' apresenta uma narrativa sensível e comovente que expande as fronteiras do gênero histórico-ficcional. A autora Luciana de Campos, reconhecida estudiosa do mundo escandinavo medieval e pesquisadora do NEVE , ilumina com detalhes poéticos e históricos a jornada silenciosa de resistência das mulheres vikings e, em suas palavras expressa o desejo de que: Enquanto você estiver lendo 'O Campo das Centáureas' viva só um pouquinho como a Olga (protagonista da obra) viveu e espero que todos os leitores se emocionem, como eu me emocionei ao escrever cada linha desse romance. Índice Uma jornada íntima e inesquecível pela Era Viking ; O "Conjunto da Obra" ; Pontos Altos ; O que pode ser melhorado . A essência de uma tradição reescrita ; Ficha técnica ; Sinopse . Pré-venda exclusiva . Uma jornada íntima e inesquecível pela Era Viking Olga, a jovem protagonista, carrega em si o peso da família, enquanto o pai se ausenta em expedições comerciais e sua mãe batalha contra medos ancestrais e contemporâneos. A delicada trama de 'O Campo das Centáureas' é intercalada pela força de um cotidiano muitas vezes ignorado, dando voz às mulheres de uma era marcada pelas invasões e religiões escandinavas. Faça como a Drª. Luciana de Campos e publique seu livro pela Livros Vikings Editora . As descrições ricas de colheitas, rituais e ciclos naturais são cenário para a introspecção, crescimento e legado de uma jovem camponesa que enfrenta dilemas universais: lealdade familiar, aspirações individuais e a imprevisibilidade da vida. O "Conjunto da Obra" Enquanto o enredo investiga os laços familiares e os rituais diários, há uma ênfase intrigante sobre as Centáureas — flores que transcendem o simbólico, tornando-se um bálsamo real para as adversidades da vida. Pontos Altos Realismo lírico: a autora traduz em palavras tanto o peso do trabalho quanto a leveza das estações; Homenagem histórica: explorando com maestria a botânica, arquitetura e organização social da Era Viking, o livro é um retrato imersivo e bem fundamentado; Personagens femininas complexas: o destaque emocional de Olga e Gudrun transcende clichês, envolvendo quem lê na profundidade da narrativa. O que pode ser melhorado Ilustrações ou mapas mais elaborados ajudariam o leitor a visualizar o rico mundo descrito; A expansão em trechos descritivos poderia enriquecer ainda mais a obra. A essência de uma tradição reescrita Entre a simplicidade do campo e a intensidade das mudanças sociais em pequenas vilas escandinavas, Luciana de Campos costura de forma harmoniosa um texto que nos faz refletir sobre como histórias anônimas moldaram sociedades inteiras. O 'Campo das Centáureas' se apresenta como uma leitura essencial para quem deseja entender o que pulsa entre a lenda e a realidade. Ficha técnica Autora: Luciana de Campos Editora: Livros Vikings ISBN: 978-65-81525-03-3 Páginas: 134 Ano de publicação: 2025 Dimensões: 14,8 x21 cm Sinopse Na Dinamarca da Era Viking, Olga vive em um mundo que parece imutável, cercada pelos campos floridos de centáureas, pelos afazeres diários e pela segurança do lar. Enquanto seu pai se prepara para mais uma jornada, a incerteza de seu retorno paira sobre a casa, trazendo à tona os medos de sua mãe e a necessidade de Olga amadurecer. Entre colheitas, rituais cotidianos e o peso das expectativas familiares, a jovem descobre que o verdadeiro desafio não está apenas nas incursões vikings, mas na coragem silenciosa das mulheres que permanecem para protegerem suas terras, famílias e as próprias identidades. Em uma narrativa envolvente e profundamente sensível, Luciana de Campos dá voz àquelas que raramente são lembradas nas sagas, transportando o leitor para um passado vívido, repleto de cores, cheiros e emoções. Uma história de resistência, amadurecimento e legado, que resgata a força invisível das mulheres da Era Viking, convidando o leitor a enxergar muito além dos escudos e das batalhas. Pré-venda exclusiva Adquira já o seu exemplar de 'O Campo das Centáureas' em nossa pré-venda exclusiva: Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Vídeo de apresentação do livro 'O Campo das Centáureas" de Luciana de Campos. por LIVROS VIKINGS Se você for compartilhar este conteúdo, não deixe de citar a fonte, a Livros Vikings. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Curiosidades #LivrosVikings
- Túmulos da Era Viking são encontrados na costa da França
Achados da Île de Ré revelam conexões comerciais e culturais entre os povos nórdicos e a costa atlântica da França durate a Era Viking Indivíduo sepultado com uma agulha de osso próxima ao ombro direito. — Crédito da Imagem: Elsa Ciesielski, Inrap. Índice O sítio arqueológico de La Flotte ; Enterros atípicos e artefatos estrangeiros ; Análises científicas para determinar as origens ; Vikings ou Elite Local ? Referência . A recente descoberta de sepulturas medievais na Île de Ré, uma ilha na costa atlântica da França, lança luz sobre as interações entre os povos nórdicos e as populações locais durante a Alta Idade Média. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . A escavação, liderada pelo Instituto Nacional Francês de Pesquisa Arqueológica Preventiva (INRAP), revelou enterramentos incomuns e objetos que sugerem um intenso comércio e intercâmbio cultural entre a Escandinávia e a França. O sítio arqueológico de La Flotte A investigação arqueológica foi realizada em uma área de 900 m² perto da antiga linha costeira de La Flotte, onde se localizava o priorado de Sainte-Eulalie, destruído durante guerras religiosas. As escavações revelaram cerca de 50 sepulturas datadas entre os Séculos VIII e XV, sendo algumas do período carolíngio (VIII-X d.C.), caracterizadas por simples covas cobertas com madeira ou pedra. Enterros atípicos e artefatos estrangeiros Cinco das sepulturas apresentavam aspectos atípicos, com corpos dispostos em posições inusitadas: um enterrado de lado com as pernas dobradas, outro de bruços e um terceiro com os membros elevados. Ademais, foram encontrados objetos raros para a tradição funerária cristã medieval, incluindo pentes de osso e chifres com padrões geométricos semelhantes aos da Frísia, contas de vidro, âmbar e cobre, bem como fivelas decoradas no estilo anglo-saxão. A presença desses artefatos aponta para uma ligação direta entre La Flotte e as redes comerciais do Mar do Norte e do Báltico, possivelmente estabelecidas pelos nórdicos. Análises científicas para determinar as origens Para determinar a procedência dos materiais, os pesquisadores realizam análises laboratoriais nos artefatos de vidro, osso e madeira. No Laboratório Arc’Antique, técnicas avançadas estão sendo aplicadas para estabilizar e limpar contas de âmbar, além de imagens de alta resolução para examinar padrões decorativos. Vikings ou Elite Local? A principal questão levantada pela descoberta é se os indivíduos enterrados eram comerciantes estrangeiros ou das elites locais influenciadas pela cultura nórdica. As hipóteses sugerem que poderiam ser mercadores escandinavos integrados à sociedade local ou membros privilegiados da região que exibiam sua conexão com o norte europeu através de bens funerários. Testes de datação por radiocarbono e análises isotópicas e genéticas ajudarão a esclarecer suas origens. A escavação em La Flotte reforça a importância das redes comerciais e culturais da Era Viking ao longo da costa atlântica da França. Mesmo que os indivíduos enterrados não sejam vikings, suas sepulturas evidenciam um período de intensas trocas culturais e econômicas entre a Escandinávia e a França medieval. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência VIKING-ERA Burials Discovered on French Island . Medievalists. Toronto, 18 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.medievalists.net/2025/03/viking-era-burials-discovered-on-french-island/ >. Acesso em: 19 de mar. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Segredo revelado: runas de um tesouro viking são decifradas
O tesouro viking de Galloway revela segredos do Século IX, incluindo uma inscrição rúnica que sugere riqueza comunitária Uma visão geral do Tesouro de Galloway. Crédito da Imagem: National Museums Scotland O Tesouro de Galloway, um dos mais relevantes achados arqueológicos do Reino Unido, continua a revelar segredos sobre a Era Viking na Escócia. Uma inscrição rúnica, recentemente traduzida em uma pulseira de prata, pode trazer novas perspectivas sobre a organização social e econômica dessa região no Século IX. Faça como a professora Luciana do NEVE e publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Este artefato integra um tesouro enterrado em um período de intensa turbulência histórica, quando os vikings consolidavam a presença no território escocês. Índice: O Tesouro de Galloway ; A Inscrição Rúnica ; Um Tesouro Viking? Referência . O Tesouro de Galloway Descoberto em 2014 por amadores utilizando detectores de metais em um campo próximo a uma igreja em Balmaghie, Kirkcudbrightshire, o Tesouro de Galloway constitui um dos maiores e mais bem preservados conjuntos de artefatos da Era Viking na Escócia. O achado inclui mais de 5 kg de prata e ouro, além de materiais raros, como seda e contas pintadas. Arqueólogos do National Museums Scotland determinaram que o tesouro foi enterrado por volta do ano 900 d.C., período marcado pela transição da região do controle do Reino da Nortúmbria para o domínio viking. As escavações revelaram que os objetos foram meticulosamente organizados em vários pacotes, dispostos dentro dos vestígios de uma estrutura de madeira, cujas marcas foram identificadas no solo. O significado do local permanece um ponto de debate: trata-se de uma residência, um espaço religioso ou uma estrutura de armazenamento? A pulseira de prata cuja inscrição rúnica foi traduzida. — Crédito da Imagem: National Museums Scotland A Inscrição Rúnica Entre os itens descobertos, uma pulseira de prata com uma inscrição rúnica intriga especialistas há anos. Enquanto outras pulseiras apresentavam nomes abreviados — possivelmente anglo-saxões, como "Ed" (que poderia aludir a Edward ou Edgar) —, esta, em particular, exibia uma inscrição mais longa, cuja tradução foi um desafio. Recentemente, um grupo de pesquisadores conseguiu decifrar o texto, que afirma: Esta é a riqueza da comunidade. Isso sugere que, em vez de ser um tesouro pessoal escondido por um indivíduo, o conjunto de objetos poderia ter pertencido a uma comunidade inteira, possivelmente um grupo local ou uma instituição religiosa. Um Tesouro Viking? Apesar da associação com os vikings, quase nenhum dos itens encontrados no tesouro é explicitamente viking. Diversos artefatos de metal possuem estilo anglo-saxão, enquanto a seda apresenta origem na Ásia Ocidental. Tal composição indica que o tesouro pode ter integrado uma ampla rede comercial estabelecida durante a Era Viking. Especialistas ainda debatem se o tesouro foi enterrado por vikings que saquearam esses objetos ou por habitantes locais que os adquiriram por meio do comércio. A forma organizada do enterro — com pacotes cuidadosamente dispostos dentro da estrutura de madeira — sugere que os itens não foram escondidos às pressas em meio a um conflito, mas depositados com um propósito específico. A recente tradução das runas do Tesouro de Galloway acrescenta uma nova camada de entendimento sobre a sociedade da época e sua relação com a riqueza e o poder. Se a inscrição de fato indica que o tesouro pertencia a uma comunidade, essa interpretação pode alterar a visão tradicional de que tais achados representam apenas fortunas pessoais escondidas. Em um período de intensas transformações culturais e políticas, o Tesouro de Galloway permanece como uma janela inestimável para o universo dos vikings e seus contemporâneos. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência RAPP, Joshua. Mystery Solved for the Galloway Hoard Runes of the Viking Era . Discover. Wilmington, 15 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.discovermagazine.com/the-sciences/mystery-solved-for-the-galloway-hoard-runes-of-the-viking-era >. Acesso em: 17 de mar. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- A relação espiritual entre os vikings e os animais
A relação entre os vikings e os animais ia além da caça e da domesticação, envolvendo crenças espirituais, metamorfose e simbologia Adornos em formato de cabeças de aves de rapina, encontrados em Åker, Hedmark, fixados na parte traseira de um escudo. — Crédito da Imagem: Museu de História Cultural, Universidade de Oslo. Os povos nórdicos da Era Viking possuíam uma relação complexa e profunda com os animais, muito diferente da visão moderna de separação entre humanos e natureza. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Essa conexão era refletida em suas crenças religiosas, práticas cotidianas e expressões artísticas. Para os vikings, os animais não eram apenas recursos ou companheiros, mas entidades com atributos espirituais e poderes místicos que seriam compartilháveis com os humanos. Índice 1. A crença na metamorfose e a influência dos animais ; 2. A representação dos animais na Arte Viking ; 3. Animais no cotidiano e nos rituais fúnebres ; 4. A influência da cristianização na relação com os animais ; 5. Referência . A crença na metamorfose e a influência dos animais Na mitologia nórdica, a metamorfose era uma habilidade atribuída não apenas aos deuses, mas também a certos guerreiros e seiðmenn. Óðinn era conhecido por sua capacidade de assumir a forma de diversos animais, como lobos, serpentes e pássaros. Essa crença também se estendia aos humanos que buscavam canalizar a força e a coragem de certos animais através da transformação espiritual. Os berserkir, por exemplo, eram guerreiros que acreditavam incorporar o espírito do urso, tornando-se ferozes e quase invulneráveis em combate. Fivela de cinto de Åker, Hedmark, representando um híbrido entre humano e javali, com cabeças de águia ao redor do rosto e duas águias formando o próprio cinto. — Crédito da Imagem: Museu de História Cultural, Universidade de Oslo. Havia também os úlfheðnar, guerreiros que canalizavam a energia dos lobos, e os que se associavam aos javalis para obter valentia. Essa tradição é evidenciada em sagas e em artefatos que representam figuras humanas com traços animais. A representação dos animais na Arte Viking A arte viking é rica em representações de animais, particularmente aqueles considerados poderosos e sábios, como lobos, águias, javalis e serpentes. Essas criaturas aparecem tanto em objetos do cotidiano quanto em joias, armas e embarcações. Dragões e serpentes, como a Jǫrmungandr, também eram figuras frequentes, simbolizando forças primordiais da natureza e do destino. Cabeça de serpente esculpida do navio de Oseberg, preservada no Museu do Navio Viking. — Crédito da Imagem: Balou46/CC BY-SA 4.0. Outro elemento significativo era a presença de animais mitológicos nos barcos funerários. O famoso navio de Oseberg, por exemplo, está adornado com entalhes de criaturas fantásticas, reforçando a ideia de que essas figuras desempenhavam um papel fundamental na transição para o outro mundo. Animais no cotidiano e nos rituais fúnebres Além do aspecto espiritual, os animais desempenhavam um papel essencial na vida diária dos vikings. Cavalos, cães e falcões eram frequentemente enterrados ao lado de seus donos, sugerindo uma relação de companheirismo que transcendia a morte. O papel dos cavalos nas religiões nórdicas. Um exemplo impressionante disso foi uma sepultura encontrada com quatorze espécies diferentes de animais, incluindo um esquilo, o que indica um vínculo muito próximo entre humanos e fauna. Sacrifícios de animais também eram comuns em rituais funerários, especialmente entre membros da elite viking. No enterro de Gokstad, doze cavalos foram sacrificados, enquanto no navio de Oseberg foram encontrados pelo menos quinze. Historiadores sugerem que esses animais poderiam representar montarias para a jornada após a morte ou oferendas aos deuses. A influência da cristianização na relação com os animais A chegada do cristianismo na Escandinávia trouxe mudanças significativas na percepção viking sobre os animais. A visão cristã se baseava na ideia de que os humanos tinham domínio sobre todas as criaturas, como descrito no Gênesis. Esse pensamento contrastava fortemente com a crença pagã de que os animais possuíam espíritos e podiam interagir diretamente com os deuses e os humanos. Leia também: Vikings cristãos: a fascinante dualidade religiosa dos destemidos navegadores Com a cristianização, a arte animalista dos vikings começou a desaparecer, dando espaço a um novo estilo artístico mais alinhado com a iconografia cristã. No entanto, vestígios da cultura original persistiram, sendo visíveis até hoje em elementos folclóricos escandinavos. A relação entre os vikings e os animais era profunda e multifacetada. Seja por meio da arte, da mitologia ou dos rituais fúnebres. Fica evidente que esses povos enxergavam os animais como muito mais do que simples criaturas; eles eram companheiros, guias espirituais e fontes de poder. Essa concepção foi gradualmente alterada com a influência cristã, mas ainda ressoa na cultura escandinava contemporânea. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência FALDE, Nathan. Artifacts Reveal Complex Spiritual Relationship Between Vikings and Animals . Ancient Origins. Kildare, 09 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.ancient-origins.net/artifacts-other-artifacts-news-history-archaeology-myths-legends/viking-animals-0021952 >. Acesso em: 10 de mar. de 2025. 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- Um famoso naufrágio viking — só que não!
Identificado o mais antigo naufrágio escandinavo, mas não viking, construído no estilo "carvel" Naufrágio datado do século 15 foi encontrado na costa da Suécia. — Foto Divulgação Arqueólogos marítimos do Museu Vrak anunciaram uma descoberta histórica na costa da Suécia: um naufrágio datado do Século XV, possivelmente entre 1460 e 1480. Localizado em Landfjärden, ao sul de Estocolmo, o navio — batizado de "Vrak 5" — é considerado o mais antigo da Escandinávia a empregar a outrora inovadora técnica de construção "carvel", um marco na evolução da engenharia naval europeia. Índice 1. Um equívoco “viking” ; 2. O impacto da construção no estilo "carvel" ; 3. O futuro das pesquisas ; 4. Referência . Um equívoco “viking” O naufrágio foi encontrado em uma região onde outros quatro navios haviam sido identificados desde o século XIX. Durante muito tempo, especulou-se que essas embarcações pertencessem à Era Viking (793-1066 d.C.), mas pesquisas recentes revelaram que quatro delas datam dos séculos XVII e XVIII, enquanto o "Vrak 5" se mostrou significativamente mais antigo, remontando ao período da transição entre a Idade Média e a Era Moderna. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora Segundo Håkan Altrock, curador do museu e gerente do projeto: É um navio grande, provavelmente com cerca de 35 metros de comprimento e 10 metros de largura. A estrutura ainda se eleva muito acima do fundo do mar, com a popa e o leme ainda na posição original. O impacto da construção no estilo "carvel" Diferente do tradicional método nórdico "clínquer", em que as pranchas do casco eram sobrepostas, tornando os navios mais leves e flexíveis, a técnica "carvel" consistia em pranchas alinhadas lado a lado, formando uma superfície lisa. Essa abordagem permite um reforço interno mais robusto, essencial para embarcações que passariam a ser equipadas com canhões a partir do século XV. Originária do Mediterrâneo, a técnica "carvel" revolucionou a construção naval na Europa, tornando obsoletos os modelos "clínquer". A descoberta do "Vrak 5" representa um elo perdido na história da navegação, revelando a transição tecnológica da engenharia marítima escandinava. O futuro das pesquisas A análise da madeira do naufrágio indicou que ela foi extraída da região de Kalmar, no sul da Suécia, ou da vizinha Blekinge, fornecendo pistas sobre os estaleiros responsáveis por sua construção. Para aprofundar o estudo, arqueólogos do Vrak criaram um modelo digital do naufrágio utilizando fotogrametria, permitindo uma reconstrução tridimensional detalhada, que já está disponível online. A relevância deste achado histórico é ressaltada na fala de Altrock, que disse: Planejamos solicitar financiamento externo para uma escavação mais aprofundada [...] Este navio representa um elo fascinante entre a construção naval medieval e moderna. O "Vrak 5" se junta a outras descobertas náuticas significativas que ajudam a reconstituir a história marítima da Suécia e a compreender as inovações que moldaram a navegação mundial. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência GOMES, Giovanna. Pesquisadores descobrem equívoco sobre naufrágio 'viking' . Aventuras na História. São Paulo, 05 de mar. de 2025. Disponível em: < https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/historia-hoje/pesquisadores-descobrem-que-estavam-enganados-sobre-naufragio-viking.phtml >. Aceso em: 06 de mar. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Curiosidades #Arqueologia #LivrosVikings











