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- Descobertas vikings inéditas: a verdadeira força do Grande Exército Pagão
Novas pesquisas revelam 50 sítios arqueológicos que transformam nosso entendimento sobre a presença viking na Inglaterra Reconstrução digital do acampamento viking em Torksey, Lincolnshire. — Crédito da Imagem: CC-WS02/Compost Creative Índice 1. O Grande Exército Pagão: mais que uma força militar ; 2. Descobertas arqueológicas e seus significados ; 3. Os vikings além da guerra ; 4. O legado do Grande Exército Pagão na Inglaterra ; 5. Referência . O Grande Exército Pagão, mencionado nas Crônicas Anglo-Saxônicas, deixou uma marca profunda na Inglaterra entre os Séculos IX e X. Pesquisas recentes lideradas por especialistas da Universidade de York, como Dawn M. Hadley e Julian D. Richards, identificaram 50 novos sítios arqueológicos associados ao exército escandinavo. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Essas descobertas desafiam a visão tradicional dos vikings como saqueadores, evidenciando suas atividades complexas e permanentes na região. O Grande Exército Pagão: mais que uma força militar A chegada do Grande Exército Pagão em 865 d.C. deu início a campanhas que reconfiguraram os reinos de East Anglia, Northumbria, Mércia e Wessex. Mais do que saqueadores, os vikings adotaram costumes anglo-saxões, converteram-se ao cristianismo e estabeleceram alianças diplomáticas. Hadley destaca: Os achados refletem que o Grande Exército não era apenas uma força militar, mas uma sociedade em movimento. Artefatos vikings de Aldwark, North Yorkshire, pertencentes ao colecionador americano Gary Johnson. — Crédito da Imagem: Daniella Segura Descobertas arqueológicas e seus significados Entre os achados mais impressionantes em locais como Torksey, Lincolnshire, e Aldwark, North Yorkshire, estão: Peças de jogos estratégicos produzidas em Torksey, encontradas a mais de 160 km de distância, evidenciando extensas rotas vikings; Moedas islâmicas e lingotes de prata e ouro provenientes da Irlanda e do Oriente Médio, revelando redes comerciais globais; Fragmentos com representações mitológicas, como Fenrir, o lobo monstruoso da mitologia nórdica. Uma descoberta intrigante em Yorkshire inclui metade de um suporte em forma de cruz, cuja outra metade foi encontrada a quilômetros de distância em Lincolnshire. Isso sugere práticas de divisão de espólios entre os vikings. Os vikings além da guerra Os vikings também eram comerciantes e artesãos habilidosos. Seus acampamentos funcionavam como centros de produção de metal e cunhagem de moedas. Julian Richards explica: Esses sítios sugerem que o Grande Exército não apenas transitava, mas criava bases que evoluíram para assentamentos permanentes. Coleções privadas, como a de Gary Johnson, também revelam a amplitude das redes vikings. Entre os itens de sua coleção estão moedas islâmicas da época de Hálfdan Ragnarsson, um dos líderes do Grande Exército Pagão. O legado do Grande Exército Pagão na Inglaterra A influência viking na Inglaterra transcende as batalhas. Sua integração cultural, avanços tecnológicos e redes comerciais moldaram de forma duradoura a sociedade local. Gary Johnson reflete: É fascinante segurar algo de 1.100 anos atrás, sabendo que pertenceu ao Grande Exército Pagão. As pesquisas conduzidas por Hadley e Richards reforçam que os vikings não eram apenas saqueadores, mas também agentes de mudanças culturais e econômicas. Essas descobertas continuam a transformar nossa compreensão sobre o impacto dos vikings na Inglaterra e a importância de sua interação com os anglo-saxões. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência ALBERGE, Dalya. Newly uncovered sites reveal true power of great Viking army in Britain . The Guardian, Londres, 21 dez. 2024. Disponível em: < https://amp.theguardian.com/science/2024/dec/21/newly-uncovered-sites-reveal-true-power-of-great-viking-army-in-britain >. Acesso em: 22 dez. 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Mulheres Vikings de Skumsnes: joias, mistérios e o poder feminino na Era Viking
Enterradas com joias e ferramentas, três mulheres revelam a riqueza e a complexidade da sociedade na Era Viking Em Skumsnes, na costa oeste da Noruega, arqueólogos escavaram três tumbas de mulheres da Era Viking. Acredita-se que existam até 20 sepulturas no local. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Índice Três mulheres vikings de uma grande fazenda ; Riqueza e contatos com o exterior ; A mulher do barco: líder e tecelã ; Uma ausência intrigante: cenotáfio ou sepultura? O papel das ferramentas têxteis ; Detectores de metal e a preservação de achados ; Moedas e joias: histórias de uma era em transição ; Referência . Em Skumsnes, uma pequena fazenda na costa oeste da Noruega, entusiastas em detecção de metais fizeram uma descoberta surpreendente: uma moeda e um broche com fragmentos de tecido. Os broches trevo eram populares na Era Viking. O encontrado em Skumsnes foi reaproveitado de um acessório carolíngio usado em cintos de espadas. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen O achado de 2023 revelou-se apenas o começo — arqueólogos identificaram um cemitério viking com até 20 sepulturas ocultas sob a terra. Søren Diinhoff, arqueólogo da Universidade de Bergen, destacou a relevância dessa descoberta: É notável encontrar um local de enterro com artefatos tão bem preservados. De uma perspectiva de pesquisa; é um pequeno tesouro. Três mulheres vikings de uma grande fazenda Durante as escavações de outono, três sepulturas foram identificadas, pertencentes a mulheres do início do Século IX. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Naquele período, a fazenda de Skumsnes provavelmente pertencia a um rei local da Noruega Ocidental. Situada em uma área costeira estratégica, oferecia abrigo seguro para navios, o que gerava renda adicional, tal qual explica Diinhoff: Em nome do rei, forneciam abrigo a navios que passavam, o que provavelmente gerava renda adicional. Riqueza e contatos com o exterior Uma das mulheres foi enterrada em uma fenda na rocha, coberta por pedras. Em seu túmulo, foram encontrados broches e joias típicos das mulheres vikings, muitos originários da Inglaterra ou Irlanda, indicando amplos contatos internacionais. Segundo a arqueóloga Unn Pedersen, 46 contas de vidro representam uma grande riqueza. Com o aumento da prosperidade na Era Viking, mais pessoas podiam se permitir joias produzidas em larga escala nas grandes cidades. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Outra mulher possuía um status ainda mais elevado. Sua sepultura em forma de barco, com rebites de quatro metros, continha broches, joias e um colar com 46 contas de vidro e 11 moedas de prata. Entre as moedas, destaca-se uma rara variante de Hedeby ou Ribe, na Dinamarca, que segundo Diinhoff: Essa moeda é provavelmente o achado mais notável. Moedas carolíngias do Império Franco reforçam essas conexões. A mulher do barco: líder e tecelã Além das joias, a mulher do barco foi enterrada com ferramentas têxteis, como tesouras, pente de fibras, fuso e espada de tear. Diinhoff destaca: A produção têxtil era prestigiosa. Fazendas que produziam roupas finas possuíam alto status. Chaves não eram exclusivas das mulheres; foram encontradas também em sepulturas masculinas. Elas simbolizam alguém em posição de autoridade, com bens valiosos para proteger. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen A presença de uma chave de bronze simboliza sua autoridade como chefe da casa, ressaltando seu papel de liderança. Uma ausência intrigante: cenotáfio ou sepultura? Curiosamente, nenhuma das sepulturas continha restos humanos. As joias estavam sobre uma massa escura, possivelmente um bolso de couro. Uma teoria sugere que essas sepulturas são cenotáfios — memoriais sem corpos. Uma pedra central no barco, semelhante a uma "pedra da vulva" que simboliza genitais femininos, adiciona um enigma, tal qual afirma Diinhoff: Esta é a pedra que os arqueólogos chama de Pedra da Vulva. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Que a pedra se assemelhe a uma mulher não é coincidência. É tão óbvio. O papel das ferramentas têxteis As ferramentas têxteis revelam a importância das mulheres na economia viking. A arqueóloga Unn Pedersen explica: Através do trabalho têxtil, as mulheres podiam acumular riqueza durante a Era Viking. Um broche triangular com mosaico de vidro e esmalte dourado, oriundo da Irlanda ou Inglaterra, foi descoberto em uma sepultura na rocha. Evidências indicam que a tumba foi aberta anteriormente. — Crédito da Imagem: University Museum of Bergen Esses artefatos também mostram como itens militares eram adaptados em joias femininas, como um encaixe de cinto carolíngio convertido em broche trevo. Detectores de metal e a preservação de achados A descoberta em Skumsnes só foi possível graças a entusiastas de detectores de metais. Diinhoff alerta para a perda constante de sítios arqueológicos devido à agricultura: Quando chegamos ao local, frequentemente descobrimos que uma sepultura foi destruída pelo arado. Estamos perdendo um número imenso de sepulturas. Ele reforça que os custos de investigação são cobertos pelo governo, não pelos proprietários de terras. Moedas e joias: histórias de uma era em transição As moedas encontradas simbolizam a transição para uma economia monetária. Pedersen ressalta: Uma moeda de prata em um colar mostra que o período Viking estava negociando o significado desse metal. As descobertas em Skumsnes revelam a complexidade da sociedade viking. Três mulheres, adornadas com joias e ferramentas, oferecem uma janela para um mundo de comércio, poder e tradição. Enquanto o solo norueguês guarda seus segredos, arqueólogos continuam a desvendar os mistérios fascinantes da Era Viking. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BAZILCHUK, Nancy; BERGSTRØM, Ida. Found jewellery and a unique coin: Three women were buried here during the Viking Age . Science Norway. Oslo, 17 de dez. de 2024. Disponível em: < https://www.sciencenorway.no/archaeology-viking-age/found-jewellery-and-a-unique-coin-three-women-were-buried-here-during-the-viking-age/2441557 >. Acesso em: 18 de dez. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- O que acontecia com os escravos dos vikings?
Conheça o papel dos thralls na ‘sociedade viking’ e como a escravidão moldou a vida durante a Era Viking Na mitologia nórdica, o Deus Heimdall ao se deitar com mulheres de diferentes 'classes sociais', se tornou o ancestral dos escravos, fazendeiros e dos nobres, contudo a realidade dos thralls sempre foi brutal. — Crédito da Imagem: W.G. Collingwood/Domínio Público Índice Como se tornavam escravos? A vida difícil dos thralls ; O fim da escravidão na Era Viking ; Thralls: parte da história norueguesa ; Referência . Durante a Era Viking (Séculos VIII a XI), cerca de 25% da população da Noruega era composta por escravos, conhecidos como thralls — þrælar em nórdico antigo ou þræll no singular. De acordo com Jón Viðar Sigurðsson, professor da Universidade de Oslo, muitos desses homens e mulheres foram capturados durante incursões vikings por toda a Europa. Além das capturas, os vikings compravam escravos em mercados europeus, seja para uso pessoal, seja para revenda em regiões árabes. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora — o tema é livre, viu? Os thralls eram considerados propriedades e desempenhavam um papel essencial na economia agrícola e doméstica na sociedade da Era Viking. Como se tornavam escravos? Nem todos os thralls eram estrangeiros capturados em ataques. Alguns noruegueses também podiam se tornar escravos por dívidas, como explicou Sigurðsson: Pessoas com problemas de dívida poderiam se tornar escravas até pagarem suas dívidas [...] A possibilidade de escapar da escravidão dava esperança e motivação. Além disso, filhos nascidos de pais escravos geralmente herdavam essa condição. Muitas mulheres thralls eram abusadas por seus proprietários e tinham filhos que, em alguns casos, poderiam ser libertados pelos pais. As sagas relatam situações de libertação, onde escravos podiam realizar trabalhos extras para acumular dinheiro e comprar sua liberdade. Embora fosse raro, a esperança de escapar da escravidão era um incentivo importante. Uma representação no estilo gótico dos acontecimentos narrados na Rigsthula sobre o cotidiano dos Tralls. — Crédito da Imagem: DALL·E A vida difícil dos thralls A vida dos thralls era marcada por trabalhos pesados e condições precárias. Eles realizavam as tarefas mais árduas e eram tratados como bens descartáveis. A arqueóloga Marianne Hem Eriksen destaca que, em algumas fazendas, os thralls viviam em quartos simples nos celeiros, sendo tratados quase como animais. A "Rigsthula", poema em nórdico antigo, descreve a rotina dos thralls: Corpos encurvados, roupas desgastadas, a pior comida e as tarefas mais pesadas. Eles construíam cercas, cuidavam dos animais e fertilizavam os campos. Estudos de ossos encontrados em sepulturas escandinavas mostram que muitos thralls sofreram mortes violentas e maus-tratos. Sigurðsson reforça: Os proprietários precisavam de retorno sobre seus investimentos. Um escravo recebia apenas comida, roupas e abrigo. O fim da escravidão na Era Viking Com o fim da Era Viking, por volta de 1050 d.C., a prática de importação de novos escravos começou a diminuir. Sem novos thralls chegando e com muitos sendo libertados ou morrendo, a escravidão desapareceu gradualmente. Sigurðsson aponta que poucos thralls conseguiam retornar às suas terras de origem: Voltar exigia recursos, e após 10 ou 15 anos, não havia garantia de uma vida melhor em sua terra natal. No entanto, há registros de resgates pagos por famílias ricas, permitindo o retorno de alguns escravos sequestrados. Thralls: parte da história norueguesa Após o fim da escravidão, muitos thralls se tornaram arrendatários, trabalhando em terras alugadas de seus antigos proprietários. Apesar da liberdade, ex-escravos continuaram ocupando as camadas mais baixas da sociedade. Com o tempo, os descendentes dos thralls se integraram à população norueguesa. Sigurðsson comenta que, no Século XIX, durante a luta de libertação contra a Suécia, o mito do viking orgulhoso eclipsou a narrativa da escravidão: A escravidão não fazia parte dessa narrativa, mas os thralls são uma parte real e essencial da história. Os vikings não eram apenas guerreiros e exploradores; eles formavam uma sociedade complexa onde a escravidão desempenhava um papel fundamental. O legado dos thralls serve como um lembrete de que a história é composta por todas as camadas sociais, incluindo aqueles que viveram nas sombras, mas sustentaram a vida cotidiana da Era Viking. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência KRISTIANSEN, Nina; NUSE, Ingrid. What happened to the Vikings' slaves?. Science Norway , Oslo, 16 de dez. de 2024. Disponível em: https://www.sciencenorway.no/history-viking-age/what-happened-to-the-vikings-slaves/2440850 . Acesso em: 17 de dez. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #História #LivrosVikings
- O Legado Viking: o que os 'temidos' nórdicos deixaram para nós?
Mais que saqueadores, os vikings deixaram uma herança cultural e tecnológica que molda o mundo até hoje Um vislumbre de como seria um assentamento viking próxima à costa. — Crédito da Imagem: DALL·E Índice 1. A expansão viking: comércio e conquista ; 2. Tecnologia naval revolucionária ; 3. Influência na sociedade e na Lei ; 4. Mulheres vikings: liderança e resiliência ; 5. Referência . Os vikings eram principalmente originários da Escandinávia (atual Dinamarca, Suécia e Noruega) e são conhecidos por suas habilidades em navegar e explorar novos territórios. Durante a Era Viking (aproximadamente do Século VIII ao XI), eles alternavam entre o cultivo de terras na primavera e incursões no exterior durante o verão. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Apesar da fama de guerreiros impiedosos, os vikings também eram comerciantes, agricultores, artesãos e contadores de histórias. A expansão viking: comércio e conquista A expansão viking levou à descoberta e ao estabelecimento de rotas comerciais que conectavam o norte da Europa ao Oriente Médio e ao Império Bizantino. O Rio Volga, na atual Rússia, foi um exemplo importante dessa rota. Os vikings que se estabeleceram ali eram conhecidos como os Rus, origem do nome “Rússia”. Os vikings saqueavam mosteiros e cidades, mas também buscavam bens para o comércio, como sal, corantes e especiarias, trocando-os por mel, peles e escravos. Davy Cooper, da Shetland Amenity Trust, comentou: Os itens saqueados dos mosteiros permitiam que eles comprassem coisas que não conseguiam produzir em suas próprias terras. Isso evidencia que os objetivos dos vikings iam além da pilhagem, envolvendo estratégias comerciais sofisticadas. Tecnologia naval revolucionária A supremacia dos vikings nos mares se deve às suas inovações tecnológicas, especialmente na construção de navios longos e esguios, projetados para velocidade e mobilidade em rios e mares. Davy Cooper explica: Seus navios eram feitos para levar o máximo de homens e navegar por sistemas fluviais. O formato permitia que o navio deslizasse na água com menos resistência. Para navegação, usavam a bússola solar ou cristais de calcita, que ajudavam a localizar o sol mesmo em dias nublados ou com neblina. Essa combinação de conhecimento prático e tecnológico tornou os vikings temidos e respeitados. Influência na sociedade e na Lei O legado dos vikings vai além da guerra e do comércio. A estrutura social e legal que estabeleceram influencia muitas nações até hoje. A palavra "Thursday" (quinta-feira), por exemplo, deriva de "Þórsdagr" (Thor’s Day — Dia de Þórr). O sistema de leis vikings continha princípios que ressoam com os códigos éticos modernos. Cooper explica: Ainda existem algumas leis deles que usamos até hoje: não matar, não roubar. As disputas eram resolvidas em reuniões chamadas "Alþingi". Em 930 d.C., os vikings estabeleceram o Alþingi na Islândia, o parlamento mais antigo do mundo em funcionamento até hoje. Lugares como Tingwall e Dingwall na Escócia têm seus nomes derivados dessas assembleias. Mulheres vikings: liderança e resiliência As mulheres vikings tinham direitos avançados para a época. Podiam possuir terras, herdar propriedades e falar nas assembleias. Segundo Cooper: As mulheres tinham direitos na Era Viking que só recuperaram dez séculos depois. Essas mulheres eram fundamentais para a organização das comunidades, especialmente quando os homens estavam em expedições. Eram também responsáveis por preservar a história, as lendas e as religiões nórdicas. Os vikings não foram apenas guerreiros brutais; foram exploradores, comerciantes, artistas e legisladores. Seus avanços em tecnologia naval, suas redes de comércio e suas estruturas sociais influenciaram o mundo moderno de maneiras profundas. Como afirmou Cooper: Eles eram justos e organizados, apesar da reputação violenta [...] Hoje, suas contribuições estão presentes em nossas línguas, leis e cultura. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BENNETT, Daniel. What have the Vikings ever done for us? . BBC, Londres, 17 nov. 2018. Disponível em: https://www.bbc.com/news/uk-scotland-46194699 . Acesso em: 13 dez. 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia # HIstória #LivrosVikings
- Tesouro viking em turnê: o espetacular Galloway Hoard ganha o mundo
O Galloway Hoard, a maior coleção de tesouros da Era Viking descoberta nas Ilhas Britânicas, fará sua estreia internacional na Austrália em 2025 Uma bela imagem do Galloway Hoard. — Crédito da Imagem: National Museums Scotland Índice Uma descoberta viking extraordinária ; O que torna o Galloway Hoard único ? A estrutura do Galloway Hoard: um tesouro viking dividido ; Preservação e pesquisa de ponta ; A Exposição Internacional em Adelaide ; Referência . A Livros Vikings já abordou muitas descobertas fascinantes, mas o Galloway Hoard se destaca como a mais rica coleção de tesouros da Era Viking encontrada nas Ilhas Britânicas. Agora, pela primeira vez, essa incrível coleção cruzará fronteiras com a estreia internacional da exposição “Treasures of the Viking Age: The Galloway Hoard” . O evento ocorrerá no South Australian Museum, em Adelaide, de 8 de fevereiro a 27 de julho de 2025. Para enriquecer sua experiência, disponibilizaremos um vídeo — produzido pela “Medievalists” e dublado em português pela Livros Vikings — com o Dr. Martin Goldberg, curador do National Museums Scotland, explicando o complexo processo de preservação desse tesouro milenar. Uma descoberta viking extraordinária O Galloway Hoard foi descoberto em 2014, enterrado em quatro camadas distintas datadas de cerca de 900 d.C. Desde então, tem sido objeto de intensas pesquisas e cuidadosa preservação. Em 2017, o tesouro foi adquirido pelo National Museums Scotland, marcando o início de um esforço colaborativo de conservação financiado pelo Arts and Humanities Research Council. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Essa coleção não apenas fascina pela riqueza dos materiais, mas também desafia percepções populares sobre a Era Viking, revelando redes de comércio que se estendiam da Escandinávia e do Atlântico até a Ásia Central e as Rotas da Seda. O que torna o Galloway Hoard único? O Galloway Hoard inclui uma impressionante diversidade de objetos, como: Peças de ouro e prata trabalhadas com detalhes artísticos. Bullion (prata em barras e pedaços) usados em transações comerciais. Pérolas, pingentes e broches, sugerindo itens de valor simbólico ou religioso. Objetos envoltos em seda e couro, indicando uma curadoria cuidadosa dos itens. Esses artefatos fornecem uma visão sem precedentes sobre a riqueza, os costumes e o intercâmbio cultural da Era Viking. A Estrutura do Galloway Hoard: um tesouro viking dividido O Galloway Hoard foi enterrado em quatro camadas distintas, cada uma com sua complexidade: Camada Superior: Bullion de prata e uma rara cruz anglo-saxônica. Segunda Camada: Bullion de prata envolto em couro. Terceira Camada: Braceletes de prata decorados, ocultando uma caixa de ouro. Camada Inferior: Recipiente de prata dourada embalado com tecidos e curiosidades selecionadas. Essa divisão sugere que os itens foram cuidadosamente selecionados e enterrados com uma finalidade específica ou simbólica. Preservação e pesquisa de ponta O processo de preservação revelou detalhes ocultos por mais de mil anos. Usando tecnologias avançadas, os pesquisadores identificaram: Inscrições e decorações em objetos de metal. Tecidos raros preservados junto com os metais preciosos. Alguns artefatos são tão frágeis que não podem viajar. Eles serão representados na exposição por meio de reconstruções audiovisuais e modelos 3D. A Exposição Internacional em Adelaide A exposição no South Australian Museum é uma oportunidade única para o público fora do Reino Unido apreciar o Galloway Hoard. Como destaca o Dr. David Gaimster, CEO do museu, a coleção desafia nossa compreensão da Era Viking e revela a extensão das redes de comércio e intercâmbio cultural. Após sua turnê internacional, o Galloway Hoard retornará à Escócia, onde ficará em exibição permanente próximo ao local de sua descoberta, em Kirkcudbright. Pesquisas contínuas, financiadas por uma doação de £1 milhão (R$ 7,55 milhões), continuarão a desvendar os mistérios desse extraordinário tesouro. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência GIEDROYC, Richard. The Galloway Hoard: Viking-age treasures embark on international tour . Disponível em: Medievalists . Acesso em: 12 dez. 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Viagem #LivrosVikings
- As mulheres vikings na Ilha de Man: guardiãs da cultura e líderes de comunidade
Descobertas arqueológicas revelam a importância das mulheres vikings como líderes, organizadoras e transmissoras de cultura na Ilha de Man O colar de contas de vidro encontrado junto da "Dama Pagã" de Peel. — Crédito da Imagem: Media IoM Índice A descoberta da "Dama Pagã" em Peel Cathedral ; A importância cultural dos objetos encontrados ; Mulheres Vikings: líderes e gestoras da comunidade ; O legado das mulheres vikings na cultura nórdica ; Referência . As mulheres vikings sempre foram retratadas como figuras de força e resiliência, mas a profundidade de seu papel na sociedade ainda surpreende os estudiosos. Um exemplo notável é a descoberta da “Dama Pagã” durante a escavação de 1982 na Peel Cathedral, na Ilha de Man. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Esse achado e outros estudos revelam o impacto significativo das mulheres na cultura e na estrutura social da Era Viking. Uma representação da Dama Pagã. — Crédito da Imagem: Miroslav Kutma A descoberta da "Dama Pagã" em Peel Cathedral A escavação em Peel Cathedral trouxe à tona uma tumba fascinante, contendo os restos mortais de uma mulher apelidada de a “Dama Pagã” — o túmulo guardava artefatos que refletem a vida cotidiana das mulheres vikings, como: Espeto de assar; Tesouras; Faca com bainha; Pente. Além desses objetos domésticos, o destaque foi um elaborado colar de contas de vidro, algumas feitas de vidro romano reciclado, sugerindo uma mistura de influências culturais. O fato de a “Dama Pagã” ter sido enterrada em um cemitério cristão, vestindo trajes celtas e acompanhada de bens funerários vikings, aponta para uma fusão cultural intrigante na Ilha de Man. A importância cultural dos objetos encontrados Os artefatos encontrados no túmulo da “Dama Pagã” não são apenas itens pessoais, mas também símbolos de status e habilidades. Eles refletem a posição respeitável que as mulheres vikings ocupavam em suas comunidades. Essas descobertas ajudam a reconstruir aspectos do dia a dia e da organização familiar da época, destacando o papel das mulheres como gestoras domésticas e líderes comunitárias. Mulheres Vikings: líderes e gestoras da comunidade Na sociedade viking, as mulheres eram muito mais do que figuras domésticas. Quando os homens estavam em expedições, batalhas ou caçadas, as mulheres assumiam papéis de liderança, organizando lares que poderiam incluir até 70 pessoas entre familiares, servos e escravos. Representação em tamanho real da Dama Pagã. — Crédito da Imagem: Peter Killey/Manx Scenes Suas responsabilidades exigiam habilidades em: Gestão agrícola; Produção têxtil; Administração doméstica. Elas também tinham voz ativa nas decisões familiares e, na ausência de herdeiros masculinos, a filha mais velha herdava os bens da família, garantindo que as mulheres detivessem poder e influência significativos. O legado das mulheres vikings na cultura nórdica As mulheres vikings eram as guardiãs da cultura e do conhecimento. Elas preservavam e transmitiam histórias, lendas e crenças religiosas para as gerações futuras. Na Ilha de Man, essa tradição era especialmente forte, refletindo uma sociedade onde a resiliência e a adaptabilidade eram essenciais para a sobrevivência e o progresso. Os maridos vikings frequentemente homenageavam suas esposas com cruzes elaboradas, encontradas na Ilha de Man, evidenciando o respeito e a valorização das mulheres em suas vidas. Essas cruzes servem como um lembrete duradouro do papel essencial das mulheres na formação e preservação da sociedade viking. A palestra da pesquisadora Fenella Bazin, intitulada “Viking Women on the Isle of Man”, destaca o impacto das mulheres vikings e será uma oportunidade única para aprofundar o conhecimento sobre o tema. O evento ocorrerá no Manx Museum em 10 de dezembro, sendo uma chance de celebrar a rica herança cultural dessas mulheres extraordinárias. As mulheres vikings da Ilha de Man foram líderes, organizadoras e transmissoras de conhecimento. Seu legado continua a moldar nossa compreensão da Era Viking, provando que a força e a sabedoria das mulheres eram fundamentais para o sucesso dessa sociedade. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência CAMPBELL, James. Life of Viking women to be the subject of latest Arts Society Isle of Man lecture. Isle of Man Today. Douglas, 03 de dez. de 2024. Disponível em: < https://www.iomtoday.co.im/news/entertainment/life-of-viking-women-to-be-the-subject-of-latest-arts-society-isle-of-man-lecture-744947 >. Acesso em: 11 de dez. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Grande pesquisa global explora as percepções modernas sobre os guerreiros vikings
Estudo inovador da Universidade de Oslo busca entender como a mídia, academia e a cultura popular moldam a imagem dos vikings Crédito da Imagem: Universidade de Oslo Índice O objetivo da “Great Viking Survey” ; O projeto "Making a Warrior" ; Por que a imagem do guerreiro viking ainda importa? Como participar e contribuir para a pesquisa ; Referências . A Universidade de Oslo acaba de lançar a Great Viking Survey (Grande Pesquisa Viking), uma iniciativa global que pretende desvendar como as pessoas ao redor do mundo percebem os vikings como parte da história e do patrimônio cultural. Já discutimos a influência dos vikings na sociedade contemporânea em artigos anteriores da Livros Vikings , mas esta nova pesquisa promete fornecer uma visão inédita sobre como essas figuras históricas são vistas hoje. O estudo está aberto à participação de todos com 18 anos ou mais até maio de 2025, através do site vikingsurvey.org . O objetivo da “Great Viking Survey” O objetivo central da pesquisa é analisar como a mídia contemporânea, academia e o setor de patrimônio cultural moldam e perpetuam as imagens dos guerreiros vikings. Por meio desse estudo, os pesquisadores esperam identificar como as percepções sobre os vikings se formam, circulam e persistem no discurso público global. Trata-se de uma oportunidade única de entender o impacto cultural e a relevância contínua dessa figura icônica. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . De acordo com os pesquisadores da Universidade de Oslo, a pesquisa busca oferecer um panorama detalhado das representações modernas dos vikings. Isso inclui não apenas como os vikings são retratados em filmes, séries e livros, mas também como são interpretados em contextos acadêmicos e de preservação do patrimônio cultural. O projeto "Making a Warrior" A Great Viking Survey é parte integrante do " Projeto Making a Warrior " , uma rede internacional de pesquisa que examina o conceito de warriorship — ou guerreiro — na Era Viking. Este projeto multidisciplinar explora tanto as representações históricas quanto as contemporâneas dos guerreiros vikings. O Making a Warrior visa promover uma compreensão mais rica e detalhada do que significava ser um guerreiro na cultura viking e como essa imagem evoluiu ao longo dos séculos. Esse estudo não apenas contribui para a pesquisa histórica, mas também ajuda a moldar futuras iniciativas de engajamento público e preservação cultural. Por que a imagem do guerreiro viking ainda importa? Os vikings são frequentemente retratados como guerreiros brutais, conquistadores destemidos e exploradores audaciosos. Mas essas representações são precisas? E como essas imagens afetam nossa compreensão da história e da cultura nórdica? A pesquisa busca responder a essas perguntas, explorando os estereótipos e as representações populares dos vikings. Segundo os organizadores do estudo, compreender como essas imagens são moldadas pode ajudar a desfazer mitos e construir uma apreciação mais informada e equilibrada da Era Viking. Como participar e contribuir para a pesquisa Participar da Great Viking Survey é simples e acessível. Qualquer pessoa com 18 anos ou mais pode compartilhar suas percepções acessando vikingsurvey.org . A pesquisa estará disponível até maio de 2025 e representa uma oportunidade única de contribuir para uma compreensão global sobre os vikings e sua influência cultural duradoura. Ao participar, você ajuda os pesquisadores a mapear como as imagens dos vikings são formadas e disseminadas em diferentes comunidades e contextos. Sua opinião pode ser uma peça fundamental para desvendar como a figura do guerreiro viking é interpretada hoje. A Great Viking Survey representa uma chance de reavaliar a forma como enxergamos os vikings e sua herança cultural. Com a participação do público global, os pesquisadores poderão lançar uma nova luz sobre os guerreiros nórdicos e suas representações modernas. Participe dessa jornada histórica e ajude a moldar o futuro das narrativas vikings! Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências LEIDEN UNIVERSITY. Groundbreaking Global Survey to Uncover Public Perceptions of Viking Warriors . Disponível em: Leiden University . Acesso em: 12 dez. 2024. UNIVERSITY OF OSLO. Groundbreaking Global Survey to Uncover Public Perceptions of Viking Warriors . Disponível em: University of Oslo . Acesso em: 12 dez. 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Espada viking do Século X descoberta na Polônia: uma relíquia única e repleta de história
Um raro exemplar de espada viking, encontrado no Rio Supraśl, revela detalhes fascinantes sobre batalhas e conexões culturais na Europa medieval A descoberta da espada ocorreu em 2022, quando Szczepan Skibicki, funcionário do Museu do Exército em Białystok, encontrou o artefato enquanto nadava no rio Supraśl. Com extremo cuidado, a peça foi inicialmente mantida submersa em água destilada para evitar danos estruturais antes de ser submetida a um meticuloso processo de conservação no Instituto de Arqueologia da Universidade Nicolau Copérnico, em Toruń. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Durante cinco meses, camadas mineralizadas foram removidas, revelando a forma original da espada sem comprometer sua integridade. Marcas de Combate: A História Gravada na Lâmina A espada apresenta microfissuras, arranhões e lascas, evidências de seu uso em combates intensos. Robert Sadowski, diretor do museu, afirma que esses danos reforçam a hipótese de que a espada foi usada em batalhas, possivelmente em uma travessia ou conflito no rio Supraśl. Segundo o Dr. Ryszard Kazimierczak, a lâmina pode ser um testemunho de um guerreiro que pereceu no local, deixando essa relíquia como símbolo de uma era marcada por lutas. Contexto Histórico: Vikings e a Polônia Medieval Embora a Polônia não fosse um centro significativo de atividades vikings, o achado evidencia interações comerciais e culturais entre escandinavos e povos locais. Os vikings, conhecidos por suas incursões e redes de comércio, exploraram territórios além de seus assentamentos principais. A espada, com seu simbolismo e funcionalidade, reflete essas interações, funcionando possivelmente como um presente entre líderes ou uma herança transmitida entre gerações. Exposição e Importância Cultural Após a conservação, a espada foi integrada ao acervo do Museu do Exército em Białystok e está em exibição ao lado de outra relíquia semelhante encontrada nos anos 1970. Esses artefatos não apenas atraem a atenção de estudiosos e visitantes, mas também reforçam a importância de preservar a herança cultural polonesa. A coleção permite conectar o público contemporâneo ao passado, destacando as complexas interações culturais e históricas da Era Viking. Essa descoberta oferece uma visão única da engenhosidade dos vikings e das redes culturais que moldaram a Europa medieval, reafirmando a relevância do estudo arqueológico para compreender nossa história compartilhada. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências CLICK PETRÓLEO E GÁS. Descoberta histórica: mergulhador encontra espada da Era Viking na Polônia. Disponível em: https://clickpetroleoegas.com.br/descoberta-historica-mergulhador-encontra-espada-da-era-viking-na-polonia/ . Acesso em: 2024. GALILEU. Mergulhador encontra espada viking do século 10 em rio . Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/12/mergulhador-encontra-espada-viking-do-seculo-10-em-rio.ghtml . Acesso em: 2024. NAUKA W POLSCE. Białystok: unikatowy miecz w zbiorach Muzeum Wojska. Disponível em: https://naukawpolsce.pl/aktualnosci/news%2C105662%2Cbialystok-unikatowy-miecz-w-zbiorach-muzeum-wojska-znalazl-go-pracownik-tej . Acesso em: 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Raro fragmento de espada viking é descoberto na Frísia, revelando conexões históricas fascinantes
Uma descoberta em Witmarsum, na Frísia, revela um fragmento raro de espada viking, conectando culturas medievais da Europa Índice O fragmento da espada viking: detalhes e importância ; Conexões entre a Frísia e os vikings ; O significado simbólico das espadas na Era Viking ; Referência . Em maio de 2024, o detectorista de metais Sander Visser encontrou um raro fragmento de espada viking na vila de Witmarsum, na Frísia. Datado do Século X, o artefato é único nos Países Baixos e uma das duas peças conhecidas de seu tipo. Essa descoberta destaca a habilidade artesanal da Era Viking e reforça as conexões históricas entre a Frísia medieval e o mundo viking. O fragmento da espada viking: detalhes e importância O fragmento consiste em um pomo de cobre decorado com cabeças de animais, possivelmente revestido de ouro, indicando riqueza e status do portador. Publique seu livro na Livros Vikings Editora . Encontrado a apenas 20 centímetros de profundidade, o artefato exemplifica o simbolismo das espadas na sociedade viking. Segundo Diana Spiekhout, curadora do Fries Museum, o design do pomo reflete a percepção das espadas como mais do que armas: eram objetos simbólicos, comparáveis à lendária Excalibur das lendas arturianas, reverenciados por suas características quase humanas. Conexões entre a Frísia e os vikings A Frísia medieval, localizada na costa dos atuais Países Baixos, era um ponto estratégico no comércio marítimo, servindo como elo entre os reinos escandinavos e a Europa continental. A descoberta reforça a ideia de que armas e outros artefatos circulavam entre líderes e guerreiros, seja como presentes ou troféus de batalha. Embora não se saiba se o restante da espada está enterrado no local, o fragmento já evidencia o intercâmbio cultural e bélico entre essas sociedades. O significado simbólico das espadas na Era Viking Na cultura viking, as espadas eram mais do que ferramentas de guerra: representavam poder, status e herança familiar. Muitas vezes transmitidas entre gerações ou oferecidas como presentes, carregavam histórias e valores simbólicos. Diana Spiekhout destacou que espadas decoradas, como o fragmento encontrado, eram extremamente valiosas, especialmente se tivessem sido usadas em batalhas. A riqueza de detalhes no pomo, com cabeças de animais, sugere que o proprietário original era uma figura de grande destaque ou poder. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência FRAGMENT of extremely rare Viking sword found in Friesland . Dutch News. Amsterdã, 20 de nov. de 2024. Disponível em: < https://www.dutchnews.nl/2024/11/fragment-of-extremely-rare-viking-sword-found-in-friesland/ >. Acesso em: 22 de nov. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- As runas vikings de Ribe: descoberta revela a transição na escrita viking
Uma placa de osso gravada há mais de 1.200 anos em Ribe, a cidade mais antiga da Dinamarca, trouxe novas pistas sobre a evolução da escrita viking Índice O significado das runas no contexto da Era Viking ; A transição de sistema rúnico: do antigo ao novo ; O papel de Ribe na história viking ; Referências . Em 2017, arqueólogos encontraram um artefato singular em Ribe, a cidade mais antiga da Dinamarca e um importante centro comercial da Era Viking. Trata-se de uma pequena placa de osso com inscrições rúnicas, datada de mais de 1.200 anos. Medindo apenas 3,8 por 1,8 centímetros, a peça apresenta a palavra "pente" e um possível nome viking, "Tobi". Embora queimada e degradada pelo tempo, essa descoberta oferece uma janela para um período crucial de transição na escrita dos povos nórdicos. O Significado das Runas no Contexto da Era Viking As runas, ou rúnar (singular rún) em nórdico antigo, eram muito mais do que um simples sistema de escrita. Representavam sons, conceitos e forças da natureza, sendo associadas ao poder, à magia e à religiosidade. No uso espiritual, por exemplo, as rúnar eram vistas como meios de comunicação com os Regin (Poderes Governantes/Deuses), orientando decisões e ações. No caso da placa de Ribe, as inscrições sugerem aplicações práticas e simbólicas. A palavra "pente" pode refletir o uso cotidiano da escrita para identificar objetos, enquanto o nome "Tobi" possivelmente marcava propriedade ou servia como um talismã. A Transição de Sistema Rúnico: do Antigo ao Novo A placa de Ribe é particularmente valiosa por estar associada ao período de transição entre dois sistemas rúnicos. Originalmente, os povos germânicos utilizavam o Elder Fuþark (Futhark Antigo), composto por 24 caracteres. Durante a Era Viking, no entanto, surgiu o Younger Fuþark (Futhark Jovem), um alfabeto simplificado com apenas 16 caracteres. Essa simplificação acompanhou mudanças na língua falada e resultou na perda de sons e significados associados ao sistema original. Estudos sobre essa transição, como os de Runólfur Jónsson em Lingvæ Septentrionalis Elementa Tribus Assertionibus (1651), destacam a relação entre o Elder Fuþark, usado no Urnordisk (Protonórdico), e o Younger Fuþark, associado ao Norrœnt Mál (Nórdico Antigo). A descoberta de Ribe remonta a essa fase de mudança linguística, fornecendo evidências da evolução cultural e linguística dos vikings. O Papel de Ribe na História Viking Ribe foi um dos primeiros e mais importantes centros comerciais escandinavos durante a Era Viking. Sua localização estratégica, próxima ao Mar do Norte e a rotas comerciais principais, fez dela um ponto de convergência para mercadores, artesãos e exploradores. A descoberta da placa rúnica em Ribe reforça a ideia de que a cidade não era apenas um hub comercial, mas também um polo de inovação cultural e linguística. A confluência de ideias, pessoas e práticas em Ribe moldou a cultura viking de formas que ainda estamos desvendando. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referências Tablets with early Viking inscriptions discovered ; Uma breve introdução sobre as Runas: parte 1 ; Uma breve introdução sobre as Runas: parte 2 . Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Curiosidades #LivrosVikings
- Tesouros vikings na Ilha de Man: um centro financeiro da Idade Média?
Uma nova descoberta de moedas vikings de prata na Ilha de Man revela a importância da região para o comércio e a economia nórdica Índice A nova descoberta e sua importância histórica ; A Ilha de Man como Centro Financeiro Viking ; Outras descobertas notáveis na Ilha de Man ; O Impacto do hack silver no comércio viking; Referência . A Ilha de Man, situada no Mar da Irlanda, continua a surpreender arqueólogos e historiadores com descobertas que reforçam sua relevância na Era Viking. Recentemente, um conjunto de 36 moedas de prata, datadas entre 1000 e 1065 d.C., foi encontrado na ilha. Estes achados são frequentemente descritos como “contas bancárias” da Idade Média, evidenciando a função da ilha como um importante centro financeiro e comercial dos nórdicos. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Esse novo conjunto de moedas reforça a posição da Ilha de Man como um dos locais mais ricos em achados vikings por quilômetro quadrado. A nova descoberta e sua importância histórica Descobertas em 2023 pelos detectoristas John Crowe e David O’Hare, as 36 moedas pertencem principalmente ao reinado de Eduardo, o Confessor, com algumas cunhadas em nome de Æthelred II e Cnut. Variando entre 17 e 20,5 milímetros, as moedas apresentam marcas de corte, indicando que foram verificadas por comerciantes para garantir sua qualidade. Para Alison Fox, curadora de arqueologia do Patrimônio Nacional da Ilha de Man, essa descoberta representa um “depósito de economia”, em que moedas eram adicionadas e retiradas, funcionando como uma espécie de “conta bancária”. As moedas evidenciam uma prática comum entre mercadores e moradores da ilha, reforçando sua importância como centro de trocas comerciais e financeiras durante a Era Viking. A Ilha de Man como Centro Financeiro Viking A localização estratégica da Ilha de Man fez dela um ponto essencial nas rotas nórdicas de navegação entre a Escandinávia e a Irlanda. Os vikings chegaram à ilha em 798 e estabeleceram o Tynwald, uma assembleia aberta (Þingvǫllr) que é, até hoje, o parlamento em funcionamento mais antigo do mundo. Durante o período viking, a Ilha de Man tornou-se um entreposto financeiro, atraindo mercadores de toda a Europa. Além das moedas, diversos itens de hack silver — pedaços de prata usados como uma forma de “moeda sem fronteiras” — foram encontrados na região. Esse tipo de economia funcionava como uma espécie de “criptomoeda” medieval, conforme descrito pela arqueóloga Kristin Bornholdt Collins, que estudou diversos tesouros na ilha. Esses fragmentos de prata eram altamente valorizados e permitiam trocas rápidas, sem necessidade de cunhagem formal. Outras descobertas notáveis na Ilha de Man A Ilha de Man produziu diversas descobertas significativas ao longo dos séculos, que refletem a presença e a atividade econômica dos vikings. Entre os principais tesouros estão: Tesouro de Ballacamaish (1870): inclui um bracelete de prata, dois anéis de pescoço e um anel de dedo, datados do Século X; Tesouro de Ballaquayle (1894): composto por 78 moedas anglo-saxônicas de prata, um anel de braço dourado, 13 braceletes de prata, um anel de dedo e dois broches; Tesouro de Glenfaba (2003): contém 464 moedas, 25 lingotes e um bracelete quebrado, datados do início do Século XI; Tesouro de Garff (2016): inclui 14 anéis de braço de prata do Século X; Tesouros de 2021: contêm uma variedade de joias, moedas anglo-saxônicas e um hack silver do Século XI. Esses achados não apenas demonstram a riqueza da região, mas também fornecem uma visão ampla das trocas e interações culturais que ocorreram na Idade Média entre os nórdicos e outras culturas. O impacto do Hack Silver no comércio viking O hack silver, ou prata fragmentada, encontrado em grande quantidade na Ilha de Man, reflete um sistema econômico inovador para a época. Essa prática de utilizar prata em fragmentos para transações oferecia flexibilidade para trocas rápidas, sem necessidade de cunhagem formal. Kristin Bornholdt Collins compara esse tipo de economia à ideia moderna de criptomoeda, destacando sua popularidade em locais de comércio dinâmico como a Ilha de Man. No contexto das trocas vikings, o hack silver e as moedas eram mais do que simples bens materiais; representavam uma integração cultural e econômica que abrangia desde a Europa até o mundo islâmico. Esses achados reforçam a importância da Ilha de Man como um ponto de encontro cosmopolita e um verdadeiro centro financeiro da Idade Média. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência GIEDROYC, Richard. Viking Hoards Abound on the Isle of Man. Numismatic News. Boone, 11 de nov. de 2024. Disponível em: < https://www.numismaticnews.net/world-coins/viking-hoards-abound-on-the-isle-of-man >. Acesso em: 14 de nov. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Arqueologia #LivrosVikings
- Presença viking nos Estados Unidos: a Lenda da “Maine Penny”
Descoberta por amadores, a “Maine Penny” intriga especialistas há décadas e levanta questões sobre o alcance das explorações vikings na América do Norte Índice A moeda e o enigma da presença viking ; A importância das redes de comércio nativas americanas ; A hipótese do achado e o fascínio pelas navegações vikings ; Referência . Em 1957, dois homens, Guy Mellgren e Ed Runge, desenterraram uma moeda peculiar em Brooklin, Maine. A descoberta permaneceu esquecida até 1978, quando foi identificada como uma moeda nórdica do Século XI, possivelmente do reinado de Olaf III da Noruega, e passou a ser chamada de “Maine Penny” ou Moeda Goddard. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Esse pequeno artefato trouxe consigo questões e especulações sobre a possível presença viking no território que hoje faz parte dos Estados Unidos. A moeda e o enigma da presença viking A descoberta da “Maine Penny” causou grande impacto. Se autêntica, reforçaria a hipótese de que exploradores nórdicos não apenas alcançaram L’Anse aux Meadows, em Newfoundland, no Canadá, mas talvez tenham avançado mais ao sul, chegando à região do atual Maine. A moeda foi encontrada em um sítio arqueológico Wabanaki, povo nativo local, junto a outros artefatos. No entanto, a falta de documentação detalhada, tanto da escavação quanto dos itens indígenas que a acompanhavam, levanta dúvidas sobre como a moeda chegou até ali. A importância das redes de comércio nativas americanas Uma das hipóteses mais aceitas entre os estudiosos é que a moeda nórdica tenha chegado ao Maine por meio das redes de comércio dos povos nativos, passando de mão em mão ao longo dos anos até ser enterrada ou perdida no local. Pesquisadores sugerem que o comércio entre povos originários e nórdicos em Newfoundland pode ter levado à troca de itens raros, como a “Maine Penny”. A moeda apresenta um pequeno furo, sugerindo que poderia ter sido usada como adorno, como um colar, algo comum entre os nativos. Essas trocas comerciais poderiam explicar como a moeda viajou centenas de quilômetros ao sul e se fixou entre os Wabanaki, ampliando o escopo de interações entre vikings e nativos americanos muito além de L’Anse aux Meadows. A hipótese do achado e o fascínio pelas navegações vikings A história da “Maine Penny” reflete o fascínio popular pelas narrativas vikings e a busca por evidências de uma presença nórdica no que hoje é o território dos EUA. Ainda assim, há quem especule que o achado possa ser uma fraude. Como Mellgren era colecionador de moedas e ocasionalmente atuava em leilões, alguns acreditam que ele poderia ter adquirido a moeda e a enterrado em Brooklin como uma brincadeira ou uma tentativa de enganar futuros arqueólogos. Por outro lado, a análise química da moeda, que indica que ela esteve enterrada por séculos, reforça sua autenticidade como parte de um contexto histórico mais amplo, embora sua presença ali não signifique necessariamente uma visita direta dos vikings ao Maine. Para muitos, imaginar longships vikings navegando nas águas da Penobscot Bay é uma imagem fascinante, alimentando a curiosidade e o desejo de desvendar os segredos do passado. Embora seja improvável que os vikings tenham realmente pisado na costa do Maine, a “Maine Penny” continua a intrigar arqueólogos, historiadores e entusiastas. Este enigmático artefato lança luz sobre a complexidade das interações entre culturas distantes e oferece uma visão das trocas culturais entre povos originários e nórdicos. Mesmo que a verdadeira origem da moeda nunca seja completamente revelada, ela representa um pedaço intrigante do passado, repleto de mistério e possibilidades históricas. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais! Referência BURNHAM, Emily. Is a Silver Coin Proof of Vikings in Maine? . Bangor Daily News. Bangor, 13 de nov. de 2024. Disponível em: < https://www.bangordailynews.com/2024/11/13/state/state-culture/is-silver-coin-proof-vikings-in-maine-joam40zk0w/ >. Acesso em: 13 de nov. de 2024. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking #EraViking #IdadeMédia #Curiosidades #LivrosVikings











