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- FRIGGA, A DEUSA DA FERTILIDADE, AMOR E UNIÃO
Frigga era a deusa da fertilidade, amor e união. Além disso, era casada com Odin e mãe de Baldr e Hóder. A divindade ainda tinha a capacidade de prever o futuro. A mitologia nórdica, também conhecida como germânica ou viking, se desenvolveu em países nórdicos (ou escandinavos). Suas histórias são compostas por anões, gigantes, deuses, lobos, feiticeiros, serpentes, heróis, entre outros. Assim como outras mitologias, a nórdica se destaca e demonstra grande importância para a cultura desses povos. Além disso, atualmente, essas histórias inspiram quadrinhos, filmes, jogos, vídeos, dentre outros produtos. Dentre os grandes nomes da mitologia nórdica, pode-se citar Frigg (ou Frigga), a deusa da fertilidade, amor e união. Ainda mais, protetora da família, das mães e das donas de casa. Família de Frigga Acredita-se que Frigga tenha sido filha da gigante Fjörgynn. Além disso, foi casada com Odin, o pai de todos. Juntos, eles tiveram dois filhos, que são: Baldr e Hóder. Existe a possibilidade de Frigga também ter sido mãe de Hermod, já que este é filho de Odin. A deusa foi madrasta de Thor (deus do trovão), Vali (deus da vingança), Vidar (conhecido como deus silencioso, é o segundo deus nórdico mais poderoso, perdendo apenas para Thor), Bragi (deus da música e poesia) e Meili (não se tem muitas informações sobre o deus). Sua irmã, Fulla (ou Volla), era deusa da abundância e da fertilidade. Ainda mais, era serva e confidente da deusa. Carregava a caixa mágica da irmã e cuidava de seus sapatos. LEIA TAMBÉM: O PÓSTUMO RAGNARÖK DE THOR, O DEUS TROVÃO LEIA TAMBÉM: A LIVROS VIKINGS PASSA A RECEBER ORIGINAIS PARA PUBLICAÇÃO E ABRIRÁ EDITAL PARA COLETÂNEA, ENTENDA Representação de Frigga A deusa Frigga é representada como uma mulher muito alta e bonita. Normalmente, enfeitava seus cabelos com plumas e em volta da cintura, colocava uma cinta dourada. Na peça, existiam chaves que simbolizavam as donas de casas da região, as protegidas de Frigga. Já as plumas, representavam as nuvens. Muitas vezes, com a intensão de simbolizar o céu, Frigga era representada com um grande e belo casaco azul. Além disso, a lua cheia, a prata, entre outros símbolos, também fazem partes das representações da deusa. Poderes de Frigga Frigga tinha muitos poderes, como o dom de prever o futuro. Mas, por não serem visões exatas, ela guardava para si. Além disso, ela conseguia criar uma conexão entre amigos, podendo até mesmo transferir a dor de um para o outro. A deusa ainda conseguia se transformar em diversas aves. Por fim, Frigga também tinha um dom de soberania natural. Com isso, todos a respeitavam e ela ainda podia ganhar bastante influência para conquistar coisas cotidianas. Servas de Frigga Frigga tinha 20 servas. Destas, as três principais eram: Hlín (deusa da proteção), Gná (deusa dos mensageiros) e Fulla (sua irmã e deusa da fertilidade). Algumas teorias afirmam que essas três deusas eram apenas manifestações da própria Frigga. Suas funções eram: Hlín: Era a encarregada de proteger alguém do perigo, caso solicitado por Frigga. Além disso, protegia os homens e ainda consolava os mortais apenados; Fulla: Era a confidente de Frigga, que cuidava de seus sapatos e de sua caixa mágica; Gná: Com um cavalo capaz de se mover no mundo inteiro, era responsável por cuidar dos assuntos de Frigga pelo planeta. Curiosidades sobre Frigga Confira algumas curiosidades sobre Frigga, a deusa da fertilidade na mitologia nórdica: - Frigga vestia um manto semelhante às nuvens. A peça trocava de cor segundo seu humor; - Além de Odin, Frigga era a única que podia sentar no Hlidskialf, trono onde era possível ver todo o universo; - A palavra Friday (sexta-feira em inglês) se originou de Friggs. Este seria um dia dedicado a ela, sendo então Frigg’s day, o dia de Frigga — Porém, há fontes conflitantes, pois alguns escritos dedicam este dia à Freya, Deusa da Luxúria e líder das Valquírias; - Frigga choraria duas vezes na vida. A primeira, foi por seu filho Balder. No futuro, ela chorará pela morte de Odin, que será consumido por um monstro durante a última batalha entre deuses e gigantes; - Apesar de ser esposa de Odin, Frigg não vive com o marido, pois reside em sua própria residência, conhecida como Fensali (o salão de névoa). Frigga no cinema e nos quadrinhos Em maio de 1963, Frigga foi encorporada pela primeira vez ao universo Marvel. Isso foi na edição 92 de Journey into Mistery. Anos mais tarde, a deusa também foi representadas em filmes da Marvel, principalmente no segundo filme de Thor, onde foi assassinada por Malekith. Rene Russo interpretou Frigga. FONTE: Escola Educação ARAÚJO, Izaura. Frigga – Deusa da fertilidade, amor e união na mitologia nórdica. Escola Educação, Brasília, 26 de nov. de 2019. Disponível em: . Acesso em: 26 de nov. de 2019. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... 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- DISCOVERY LANÇARÁ A SÉRIE "EM BUSCA DOS VIKINGS" (AMERICA'S LOST VIKINGS)
Descobertas feitas por arqueólogos podem mudar a história da chegada europeia no continente americano. O arqueólogo Blue Nelson trabalha na busca por evidências da presença de povos vikings na América e o Discovery acompanha de perto as expedições cheias de aventura que ele empreende pelo extremo norte do continente. A partir de quinta-feira, 28 de novembro, às 22h, a série inédita Em Busca Dos Vikings (America’s Lost Vikings) segue os passos de Nelson e de sua dupla, o também arqueólogo e cinegrafista Michael Arbuthnot – juntos, eles esperam fazer descobertas que podem mudar aquilo que entendemos sobre a história do continente. Os episódios documentam as incursões da dupla pelos ares, mares e territórios intocados, durante as quais a tecnologia do século XXI é utilizada para refazer a trilha de vikings que teriam estado na América 500 anos antes da chegada de Cristóvão Colombo. A missão começa na ilha de Newfoundland, na costa leste do Canadá – lá, na década de 1960, o casal de pesquisadores Helge Ingstad e Anne Stine Ingstad encontrou evidências cruciais durante oito anos de explorações arqueológicas no sítio que recebeu o nome de L’Anse aux Meadows. Testes posteriores mostraram que os materiais recolhidos nas ruínas do local datam de aproximadamente mil anos, ou seja, muito antes de Colombo. A ilha é a única evidência concreta da presença de vikings na América, mas Nelson e Michael estão decididos a mostrar que eles foram muito além de Newfoundland, adentrando o continente. A dupla já realizou expedições por diversas partes dos Estados Unidos e agora está pronta para recolher evidências que confirmem sua principal hipótese: os vikings se estabeleceram na América muito antes da chegada de Colombo. Na série, eles seguem recolhendo materiais que serão comparados aos itens já catalogados, descobertos na Europa e em L’Anse aux Meadows, e que passarão por exame cuidadoso com auxilio das mais avançadas ferramentas e pesquisas. No episódio que inicia a temporada, Blue e Mike percorrem o ponto de partida, L’Anse aux Meadows, para conhecer aquilo que já foi feito desde a descoberta do casal Ingstad. Os dois acreditam que, devido à natureza agressiva e conquistadora dos povos vikings, eles provavelmente viram na ilha um entreposto para a chegada a novas terras. Com a ajuda de drones e de tecnologias de mapeamento, eles procuram estabelecer por quanto tempo os vikings teriam permanecido na ilha e traçam aquela que seria a possível rota de saída rumo ao continente americano. Os perfis das construções vikings na Europa que datam de diferentes momentos da era viking são confrontados com as implantações das ruínas descobertas em L’Anse aux Meadows – os resultados sugerem que eles ficaram na ilha entre os séculos X e XII, contrariando as versões que atribuem uma permanência de apenas dez anos. SERVIÇO Em Busca Dos Vikings (America’s Lost Vikings) Estreia: quinta-feira, 28 de novembro, às 22h EM BUSCA DOS VIKINGS - Ep. 1 Arqueólogos investigam o primeiro assentamento viking na América do Norte. Usando tecnologias de ponta, eles fazem novas descobertas que podem mudar tudo o que conhecemos sobre a história norte-americana. Ano de Produção:2019 Classificação do conteúdo:04 País de Origem:Estados Unidos Classificação indicativa:Não recomendado para menores de 10 anos: Contém Temas Sensíveis FONTE: Cabine Cultural DISCOVERY estreia série Em Busca dos Vikings (America’s Lost Vikings). Cabine Cultural, Salvador, 26 de nov. de 2019. Disponível em: . Acesso em: 26 de nov. de 2019. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #Viking #Vikings #AméricaViking #EraViking #Medieval #Discovery #DiscoveryBrasil #LivrosVikings
- BARCO FUNERÁRIO VIKING FOI ENCONTRADO AO LADO DE UMA IGREJA NA NORUEGA
Locais de enterro fora das igrejas rurais não são incomuns na Noruega. Mas, arqueólogos do Instituto Norueguês de Pesquisa do Patrimônio Cultural (NIKU) descobriram um túmulo diferente a poucos metros da igreja Edøy, na ilha de Edøya, no oeste da Noruega. Usando a avançada tecnologia georadar, a equipe detectou vestígios de um enterro em navio e de um assentamento, que provavelmente datam do período merovíngio ou viking. De grande significado histórico “Isso é incrivelmente emocionante. E, novamente, é a tecnologia que nos ajuda a encontrar mais um navio. A medida que a tecnologia avança, estamos aprendendo cada vez mais sobre o nosso passado”, disse o Dr. Knut Paasche, chefe do departamento de arqueologia digital da NIKU. Paasche é especialista em navios vikings e disse que a nova descoberta será "de grande significado histórico". Embora muitas sepulturas de navios vikings tenham sido encontradas ao longo dos anos, apenas três navios bem preservados foram escavados. Pensa-se que os enterros em navios vikings foram reservados para pessoas com status significativo na comunidade. Descobertas como essa trazem novos conhecimentos sobre a importância de lugares específicos durante a Era Viking. A cova tem mais de 1.000 anos No ano passado, a mesma tecnologia georadar foi usada para encontrar o túmulo de um navio Viking em Gjellestad. Uma escavação subsequente no início deste ano revelou que parte da quilha estava intacta e em boas condições. A descoberta em Edøya tem semelhanças com a descoberta de Gjellestad. Ambos os navios estavam localizados logo abaixo da parte superior do solo, no que anteriormente fora um monte para enterros. No centro do monte de 18 metros de diâmetro, uma quilha de 13 metros de comprimento é claramente visível nos dados do georadar. É muito cedo para datar adequadamente o navio, porém, os arqueólogos estão confiantes de que o navio tenha mais de 1.000 anos. Nos arredores do navio, os arqueólogos também descobriram o que parece ser vestígios de um assentamento. Tecnologia moderna de georadar — e um pouco de sorte O "navio Edøy", como está sendo apelidado pela NIKU, é o mais recente de uma série de descobertas feitas com uma abordagem de prospecção arqueológica que tira proveito das medições de georadar em alta resolução e em larga escala. A tecnologia foi desenvolvida pelo instituto de pesquisa LBI ArchPro e seus parceiros, incluindo a NIKU, usando a tecnologia da Guideline Geo. Apesar do recente sucesso da tecnologia, houve um elemento de sorte na última descoberta. Os chefes do conselho local de Smøla e as autoridades do condado de Møre og Romsdal pediram à NIKU para realizar pesquisas em Edøya no ano passado. Após resultados promissores, a equipe voltou a Edøya para pesquisar a terra ao redor da igreja. “Na verdade, tínhamos um perímetro acordado, mas sobrou-nos tempo e decidimos fazer uma pesquisa rápida em outro área. Acabou sendo uma ótima decisão”, disse o arqueólogo Manuel Gabler. Os arqueólogos da NIKU agora planejam investigar mais partes de Edøya, possivelmente através de um projeto de pesquisa com as autoridades locais. A equipe também espera novas descobertas em outros lugares da Noruega, pois há muitas áreas promissoras de grande importância histórica. FONTE: Forbes NIKEL, David. Viking Ship Grave Found Next To Island Church In Norway. Forbes, Nova York, 22 de nov. de 2019. Disponível em: . Acesso em 22 de nov. de 2019. (Livremente traduzido pela Livros Vikings). Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos das Redes Sociais. #Viking #Vikings #EraViking #Medieval #EnterroViking #VikingsNoruegueses #LivrosVikings
- TESOURO VIKING QUE PODERIA REESCREVER A HISTÓRIA FOI ROUBADO
Dois homens encontraram um tesouro viking avaliado em três milhões de libras (cerca de 3,5 milhões de euros) que podia fornecer novas informações sobre a criação de Inglaterra como um único reino. George Powell e Layton Davies, dois “detetives de metais”, desenterraram em 2015 cerca de 300 moedas num campo em Eye, na região inglesa de Herefordshire, não declararam a descoberta e venderam-na. Agora, de acordo com o Diário de Notícias, foram condenados por roubo e por ocultar a descoberta, assim como os revendedores. Powell foi condendo a 10 anos de prisão, enquanto Davies foi condenado a 8,5 anos, de acordo com o Newsweek. Em causa estava um tesouro viking avaliado em três milhões de libras (cerca de 3,5 milhões de euros) que incluía um anel de ouro do século IX, uma bracelete com a cabeça de um dragão, outros objetos e 31 moedas. Algumas joias foram recuperadas. Em declarações à BBC, vários especialistas disseram que as moedas, que são saxónicas e que se crê terem sido escondidas por um viking, poderão ajudar a reescrever a história. “Estas moedas permitem-nos reinterpretar a nossas história num momento fundamental da criação de Inglaterra como um único reino”, afirmou Gareth Williams, curador das primeiras moedas medievais do British Museum. As moedas recuperadas foram emitidas por dois reinos vizinhos no final do século IX, Wessex e Mercia, o que poderá indiciar uma aliança que antes não se pensava existir entre os respetivos reis. Na altura, Wessex era governado por Alfred, o Grande, e Mércia por Ceolwulf II, que “desapareceu da história sem deixar rasto” quando o tesouro foi enterrado por volta de 879. “O que as moedas mostram, apesar de possíveis dúvidas, é que havia realmente uma aliança entre Alfred e Ceolwulf”, disse. “Esta é uma descoberta de importância nacional a partir de um momento chave na unificação de Inglaterra e aconteceu justamente no momento em que os vikings estavam a lançar um forte ataque”, disse Gareth Williams, que acredita que o tesouro foi enterrado por um viking. “Provavelmente foi enterrado para preservá-lo de outros vikings e anglo-saxónicos e por qualquer motivo a pessoa que o enterrou não conseguiu voltar a recuperá-lo”, rematou. FONTE: ZAP.aeiou TESOURO viking que poderia reescrever a História foi roubado. ZAP.aeiou. Porto, 22 de nov. de 2019. Disponível em: . Acessado em 25 de nov. de 2019. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #Viking #Vikings #EraViking #Medieval #TesouroViking #VikingsNaInglatera #LivrosVikings
- O ESTRANHO CASO DO BARCO FUNERÁRIO VIKING ENTERRADO DENTRO DE UM OUTRO 100 ANOS DEPOIS
Os enterros em barcos funerários do povo viking, oriundos da Escandinávia dos Séculos VII ao X são famosos. Mas quando uma mulher viking de alto escalão, que viveu na segunda metade do Século IX morreu em sua fazenda na cidade de Vinjeøra, no centro da Noruega, algo foi diferente. Ela estava cuidadosamente vestida com roupas finas, adornada com joias e ricos artigos de sepultura — broches de bronze dourados, um colar de pérolas, acessórios de artesanato têxtil, algo que talvez fosse comida e a cabeça de uma vaca. Então, cuidadosamente, ela foi colocada em uma embarcação recém-construída. Mas, em vez de cavarem uma nova cova, o povo de Vinjeøra desenterrou um barco maior que já havia sido enterrado com cadáver e tudo, 100 anos antes. O habitante do barco maior era um homem do Século VIII. O barco de 7 a 8 metros (23 a 26 pés) da mulher foi minunciosamente e ordenadamente colocado dentro do maior de 9 a 10 metros (30 a 33 pés), em cima dos restos mortais do homem. Tudo foi reenterrado. Tem arqueólogos coçando a cabeça. Quem era o homem? Quem era a mulher? Eles estavam conectados de alguma maneira? Por que enterrá-los juntos? LEIA TAMBÉM: VILA VIKING BRASIL, UM ASSENTAMENTO VIKING EM SÃO PAULO LEIA TAMBÉM: O PÓSTUMO RAGNARÖK DE THOR, O DEUS TROVÃO "Ouvi falar de várias sepulturas em barcos sendo enterradas em um mesmo lugar, mas nunca sobre um barco enterrado em outro barco", disse o arqueólogo Raymond Sauvage, do Museu da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU). "Desde então, soube que alguns túmulos duplos de barco foram encontrados na década de 1950, em Tjølling, no sul do condado norueguês de Vestfold. Ainda assim, esse é um fenômeno essencialmente desconhecido". O enterro foi encontrado durante as obras de melhorias nas rodovias da região, e imediatamente foi realizado um trabalho para escavar o local. Estava em péssimas condições, com a madeira dos dois barcos quase totalmente apodrecida. Também era um solo pobre para preservação óssea — não restava muita coisa dos mortos. No entanto, alguns elementos-chave foram ficaram para trás. A quilha do barco menor permaneceu intacta e no lugar, assim como os pregos de metal usados na construção dos barcos. Foi assim que os arqueólogos foram capazes de definir onde os navios estavam. Os túmulos de metal também estavam intactos e, maravilhosamente, os fragmentos do crânio pertencentes à mulher. Os cientistas podem ser capazes de realizar análises sobre os ossos, como as isotópicas que revelarão onde a mulher morava exatamente e como ela comia. A análise de DNA também poderá revelar mais informações — como sua aparência, de quem ela era descendente, quantos anos ela tinha quando morreu e quão saudável ela era. De particular interesse entre os bens funerários, disseram os arqueólogos, era um broche em forma de cruz. Sua forma e o padrão em uma das faces sugerem que ele já fez parte de um chicote para cavalos fabricado na Irlanda. Isso nos diz que a mulher provavelmente pertencia a uma família que participou de ataques pelo oceano — uma faceta importante da cultura viking. "Era comum entre os vikings dividir acessórios decorativos de arnês e reutilizá-los como joias. Várias presilhas na parte de trás deste broche foram preservadas e usadas para prender tiras de couro ao arnês. Os novos proprietários nórdicos prenderam um pino a uma das fixações para que pudesse ser usado como broche ", explicou a historiadora Aina Heen Pettersen, da NTNU. "O uso de artefatos dos ataques vikings como joias sinaliza uma clara diferença entre ela e o resto da comunidade, porque fez parte do grupo que participou das viagens". Quanto ao homem, nenhum vestígio dele permaneceu, mas seus bens sim — uma espada, escudo e lança. Provavelmente não pertenciam à mulher, porque havia dois barcos, e a espada era do estilo do século VIII. Quem ele era e por que a mulher foi enterrada com ele não é claro. O provável é que os dois fossem parentes. A família era profundamente importante para os vikings, não apenas por razões de status, mas também por razões legais. "A primeira legislação sobre direitos alodiais na Idade Média dizia que você tinha que provar que sua família era dona da terra por cinco gerações. Se havia alguma dúvida sobre o direito de propriedade, era necessário que sua origem fosse rastreada para hagir og hedni — isto é, aos túmulos e ao paganismo ", disse Sauvage. "Nesse cenário, é razoável pensar que os dois foram enterrados juntos para marcar a propriedade da família na fazenda, em uma sociedade que na maioria das vezes não anotava as coisas". Por enquanto, pouco se sabe sobre essa possível relação familiar, mas a análise dos restos está em andamento, para que possamos aprender mais sobre esse estranho enterro. FONTE: Science Alert STARR, Michele. This Viking Burial of a Boat Put in a Larger Boat 100 Years Later Is Pretty Confusing. Science Alert, Canberra, 21 de nov. de 2019. Disponível em: . Acessado em: 21 de nov. de 2019. (Livremente traduzido pela Livros Vikings). Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking e da Saga Viking Oluap, assinando a nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #Viking #Vikings #EraViking #Medieval #EnterroViking #BarcoFunerárioViking #TúmuloDuplo #VikingsNoruegueses #LivrosVikings
- CASA DOS MORTOS ENCONTRADA NA NORUEGA PODE DESVENDAR SEGREDOS DA ERA VIKING
Pouco se sabe sobre os necrotérios vikings, ou "casa dos mortos". A descoberta aponta uma diversidade nas práticas funerárias vikings, que vai muito além de uso de barcos, em simbologia da travessia para o outro lado da vida. Durante a construção de uma estrada na província de Trondelag, na Noruega, foi encontrado um cemitério no território da fazenda medieval de Vinjeora. Após escavações, ficou claro que não se tratava de um cemitério comum, mas de necrotério da Era Viking. A rara descoberta consiste em uma construção de cinco metros de comprimento e meio metro de largura. De acordo com arqueólogos, o prédio tinha colunas nos seus quatro cantos, sustentando um telhado de tábuas. Com exceção de alguns tijolos, as paredes e o teto do prédio não estão preservados já há muito tempo. "Essa é uma descoberta muito interessante", disse o arqueólogo do Museu Científico da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega, Raymond Sauvage, conforme reportou a emissora norueguesa NRK. O condado de Vinjeora foi um assentamento viking. Em seus campos foram encontrados até sete necrotérios, invisíveis aos olhos leigos por causa do impacto de anos de atividade agrícola. Mas um sobrevoo do terreno revela os cemitérios, um dos quais inclusive tem o contorno de uma casa. "Nós sabemos que as pessoas eram veladas em barcos. Mas agora sabemos que alguns poderiam ser velados em covas", afirmou Sauvage. Na região, arqueólogos encontraram tanto barcos quanto caixões, o que sugere que os vikings velavam seus mortos de diversas maneiras. "Alguns eram inclusive cremados. Somando tudo, temos um quadro muito interessante. Esperamos que isso possa melhorar a nossa percepção sobre a Era Viking na Escandinávia", acrescentou o arqueólogo. LEIA TAMBÉM: A LIVROS VIKINGS PASSA A RECEBER ORIGINAIS PARA PUBLICAÇÃO E ABRIRÁ EDITAL PARA COLETÂNEA, ENTENDA LEIA TAMBÉM: O PÓSTUMO RAGNARÖK DE THOR, O DEUS TROVÃO Simbologia da 'casa dos mortos' Até agora, 15 necrotérios foram identificados na Noruega. Apesar da descoberta de construções similares em outros pontos da Escandinávia, como na Suécia e na Dinamarca, o fenômeno ainda é pouco conhecido. Há quem acredite que as casas tenham desempenhado papel simbólico, similar a prática de despachar cadáveres em barcos, simbolizando a travessia final. "Quem sabe eles construíssem a casa para os mortos, a fim de que eles ficassem na fazenda e a protegessem", arriscou Sauvage. Marianne Hem Eriksem, do Museu de História Cultural de Oslo, sugeriu que as casas dos mortos fossem um local ritualístico, cuja função seria acompanhar a transição entre a morte biológica e a morte social. "Talvez fossem locais para se despedir, limpar e vestir os cadáveres, antes do momento do 'enterro'", considerou ela. A Era Viking compreende os anos 793 e 1066 d.C. e foi caracterizada pela exploração da Europa por escandinavos. As explorações vikings eram feitas, sobretudo, por mar e rio. A influência dos vikings se estendeu da Groenlândia, a oeste, à Rússia, a leste. FONTE: Sputnik Brasil CASA dos Mortos encontrada na Noruega pode desvendar novos segredos da Era Viking. Sputnik Brasil, Rio de Janeiro, 30 de set. de 2019. Disponível em: . Acesso em: 14 de nov. de 2019. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, adicionando-nos em seu WhatsApp ou assinando a nossa newsletter... Siga-nos nas Redes Sociais. #NecrotérioViking #MausoléuViking #FuneráriaViking #CasaDosMortosVikings #CemitérioViking #VestíbuloDoValhalla #Norway #Noruega #VikingsNoruegueses #LivrosVikings
- A LIVROS VIKINGS PASSA A RECEBER ORIGINAIS PARA PUBLICAÇÃO E ABRIRÁ EDITAL PARA COLETÂNEA, ENTENDA
Em franca expansão desde que passou a ser administrada por seu idealizador, Paulo Marsal, a Livros Vikings vive uma reestruturação e ofertará serviços de gestão e marketing a partir de 2020, além de assumir o papel de editora de livros e revistas, valendo-se do selo Livros Vikings para os materiais aderentes a temática nórdica, e empregando o selo Marsal Editora às demais propostas. As atualizações jurídicas e contábeis têm previsão de conclusão para meados de dezembro de 2019, quando a instituição pretende abrir o seu primeiro edital para publicação conjunta de contos relacionados à Mitologia Nórdica. Ao que tudo indica, a futura obra poderá ser disponibilizada tanto no formato e-book, quanto impresso, dependendo da quantidade de adesões, ainda assim, devidamente registradas e catalogadas junto à Biblioteca Nacional e, portanto, com ISBN e afins. Neste meio tempo, a Livros Vikings deseja fechar parcerias estratégicas para a concepção, confecção, lançamento e comercialização de suas obras. As tratativas com a B2W e a olist, administradoras dos e-commerces (market places) das principais varejistas do país (Brasil), estão adiantadas — você já encontra a Saga Viking Oluap nas lojas virtuais. A partir de hoje, 12 de novembro, a empresa passa a receber originais para avaliação, os quais não necessariamente devem ter os vikings como tema. “Nessa primeira fase, nós iremos receber originais dos mais diversos assuntos, ainda que possamos priorizar a temática que tanto admiramos, os vikings [...] o objetivo é ganhar corpo e notoriedade, assim as chances de fazermos alguns livros sem custo para o autor ou de disponibilizar material gratuito, aumenta”, comentou Paulo Marsal. Aos interessados em enviar suas amostras para aprovação e possível publicação, basta encaminhá-las gratuitamente (formato pdf ou doc) para originais@livrosvikings.com.br ou via correios (há custas de frete) à Av. Paulista, 171 4º andar, Paraíso, São Paulo-SP, 01310-000, lembrando que os autores estão isentos de vinculo acadêmico ou temático, aproveitem. Se aprovados, a equipe da Livros Vikings entrará em contato. por LIVROS VIKINGS Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking e da Saga Viking Oluap, inscrevendo-se em nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #autor #publique #publiqueseulivro #mitologia #mitologianórdica #vikings #literatura #livros #livrosvikings
- ISLÂNDIA E DINAMARCA DUELAM POR MANUSCRITOS VIKINGS INESTIMÁVEIS
A Islândia quer de volta da Dinamarca alguns antigos manuscritos nórdicos que narram os contos e as histórias dos Vikings. Os textos relatam as incursões vikings, a história nórdica, versam sobre os reis e os deuses: uma coleção inestimável de manuscritos medievais, o legado de um estudioso islandês da Universidade de Copenhague no Século XVIII, que a Islândia agora quer de volta. A organização cultural da ONU, a UNESCO, os chamou de "a coleção mais importante de manuscritos escandinavos existentes", com o primeiro datando do Século XII. Alguns dos textos, conhecidos como a Coleção Arnamagnaean, já foram devolvidos a Reykjavik, mas 1.400 documentos ainda estão trancados em Copenhague. A jóia da coleção é uma cópia quase completa do início do século XV de "Heimskringla", a mais conhecida das sagas dos reis nórdicos antigos, originalmente escrita no Século XIII pelo poeta e historiador islandês Snorri Sturluson. Ao contrário de muitos manuscritos medievais islandeses, que têm poucos floreios decorativos, esta versão do Heimskringla é ricamente ilustrada com intrincadas letras vermelhas em cada página. A Coleção Arnamagnaean recebeu o nome do estudioso Arni Magnusson, um historiador e especialista em literatura e língua que nasceu na Islândia, mas morreu em 1730 em Copenhague, onde deixou seus 3.000 manuscritos. Cada vez que um documento da coleção é emprestado da universidade, ele é segurado por até cinco milhões de coroas suecas (670.000 €, US$ 740.000). LEIA TAMBÉM: O PÓSTUMO RAGNARÖK DE THOR, O DEUS TROVÃO Histórico compartilhado Desejosa de garantir boas relações com sua ex-colônia, a Dinamarca concedeu o pedido recorrente da Islândia para retornar parte da coleção na década de 1960. Um tratado assinado em 1965 dividia as relíquias. De acordo com esse acordo, mais da metade dos manuscritos foram entregues à Islândia entre 1971 e 1997. A divisão de documentos entre as duas nações havia sido incontroversa há anos, mas a ministra da Cultura e Educação da Islândia, Lilja Alfredsdottir, agora quer o restante da coleção devolvida. Ela elevou o perfil da questão e a vinculou à construção de um novo instituto dedicado a Magnusson, que realizará a exposição dos documentos medievais. "Acreditamos que é importante que os manuscritos estejam localizados na Islândia em sua maior parte", disse Alfredsdottir à AFP. Matthew Driscoll, professor responsável pela coleção na Universidade de Copenhague, se opõe à ideia, argumentando que os manuscritos restantes fazem parte do patrimônio cultural da Dinamarca. As duas nações têm uma história entrelaçada, a Islândia esteve sob o domínio dinamarquês desde os anos 1600 até declarar sua independência em 1944. Driscoll diz que a Universidade de Copenhague cooperou estreitamente com Reykjavik, digitalizando todos os trabalhos e disponibilizando-os aos pesquisadores. "Essas não são coisas que foram adquiridas ilegalmente ou roubadas. Arni era o dono desses manuscritos, ele os recebeu ou os comprou e depois os deixou de maneira completamente legal na Universidade de Copenhague", disse Driscoll. E mesmo na Islândia, existem opiniões contraditórias sobre a necessidade de devolução dos textos. Haraldur Bernhardsson, professor de estudos medievais na Universidade da Islândia, disse que concorda plenamente com a necessidade de tornar o patrimônio cultural visível às gerações futuras. Mas ele acrescentou: "Acho que podemos fazer isso em colaboração com a Coleção Arnamagnaean em Copenhague". Manter todos os trabalhos islandeses em Reykjavik na verdade limitaria o número de acadêmicos e acadêmicas que os estudariam, dizem alguns especialistas. "Se você realmente deseja solicitar manuscritos islandeses do exterior, talvez deva priorizar manuscritos que atualmente não estão sendo estudados, o que obviamente não é o caso da coleção Arni Magnusson", disse Bernhardsson. FONTE: TRT World https://www.trtworld.com/art-culture/denmark-and-iceland-clash-over-priceless-medieval-viking-manuscripts-31264 (texto traduzido livremente pela Livros Vikings) Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking e da Saga Viking Oluap, inscrevendo-se em nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #ManuscritosVikings #HistóriaViking #VikingsDinamarqueses #VikingsIslandeses #SnorriSturluson #ArniMagnusson #ColeçãoArnamagnaean #Heimskringla #LivrosVikings
- EU POSSO TER UM FUNERAL VIKING NO BRASIL?
Vamos revisar: num funeral viking clichê, o corpo do guerreiro, vestido com trajes de gala, é posto num barco com seus pertences. Aí a embarcação é lançada ao mar e incendiada a distância com um disparo de flecha. Se fôssemos considerar apenas o direito à “liberdade de culto” – assegurado no artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos –, daria até para pensar que é, sim, possível para alguém optar por um funeral viking. Afinal, qualquer pessoa tem o direito de acreditar no tipo de vida após a morte que preferir. Felizmente, o seus direitos acabam onde começam os dos outros. “Acontece que nenhum aspecto da autonomia das pessoas devem ser entendido como absoluto. As nossas escolhas podem ser limitadas por regras ou princípios e aqui se invoca o princípio da indisponibilidade do interesse público”, explica Carlos Alberto Kastein Barcellos, advogado especialista em direito médico e da saúde. O artigo 211 do Código Penal, por exemplo, considera crime destruir, subtrair ou ocultar cadáver. Além disso, o artigo 10 da Lei 6.437/77 prevê que é uma infração sanitária cremar cadáveres, ou utilizá-los contrariando normas sanitárias – algo que tem como pena advertência, interdição, e/ou multa. “Partindo desta premissa, seja em lago particular ou em águas públicas, a redução do cadáver a cinzas não é permitida por nossa legislação”, afirma Barcellos. O sepultamento de um cadáver não pode gerar contaminação do solo ou do lençol freático. É por isso, inclusive, que cemitérios e crematórios precisam de licença ambiental para funcionar. O transporte do presunto, por sua vez, só pode ser feito por veículo conduzido por empresas funerárias. Já está ilegal o suficiente, mas piora: os “pertences” incendiados incluem o cônjuge (ou será conje?) e as concubinas do morto. O que adiciona homicídio à pena. Conclusão? Opte por um crematório comum. Temos certeza que o porteiro de Valhalla vai compreender. FONTE: Super Interessante https://super.abril.com.br/blog/oraculo/eu-posso-ter-um-funeral-viking/ Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. Concorda? Descorda? Deixe a sua opinião.... #FuneralViking #VikingFuneral #LiberdadeDeCulto #Crematório #Viking #EraViking #LivrosVikings
- AS DESCOBERTAS DE CADÁVERES ANTIGOS MAIS HORRÍVEIS, DE MÚMIAS AOS VIKINGS
Os arqueólogos costumam buscar por túmulos antigos, mas algumas dessas escavações encontraram corpos surpreendentes. Abaixo, uma seleção das mais horríveis descobertas de cadáveres antigos, múmias berrantes, vikings sem cabeça, sepulturas de vampiros e corpos enlameados. A múmia considerada como o príncipe do Egito, Pentawer, tinha uma expressão assustadora de gritos. Os especialistas em antigo Egito não tinham ideia do que encontrariam ao abrir o sarcófago. Por causa do processo de decomposição natural, muitas múmias parecem gritar em um caixão. Pentawer, o príncipe do Egito antigo, é um exemplo famoso de uma múmia assustadora que ainda parecia estar sofrendo. O viking sem cabeça foi encontrado em Weymouth, uma cidade ensolarada à beira-mar na Inglaterra. Os arqueólogos descobriram uma vala comum por acidente em 2009 e logo perceberam que todos os crânios haviam sido separados dos corpos. Estima-se que cerca de 50 ou mais esqueletos que datam dos anos entre 970 e 1025 dC. Os Vikings que colonizaram foram capturados e executados pelos locais. O Vampiro foi assim apelidado, porque foi encontrado com uma unha pregada. Os esqueletos que claramente têm unhas de madeira ou unhas de metal perfurando os seus corações, são por conta das pessoas que acreditam que os cadáveres não estavam mortos, talvez por causa do processo de decomposição que os incham e parentam se mover. Mais de 1000 sepulturas de vampiros foram escavadas na Bulgária. O Homem de Tollund é o cadáver mais bem preservado dos tempos pré-históricos. Em 1950, os especialistas descobriram um corpo lamacento com um rosto tão fresco que eles poderiam ter pensado que haviam encontrado um assassinato recente. Uma pulseira de couro enrolada no pescoço talvez tenha sido o que matou há mais de 2.300 anos a chamada Ellin Woman. Ela foi encontrada em um pântano na Dinamarca. Possivelmente ela foi sacrificada como uma oferenda aos deuses. FONTE: Gatra.com https://www.gatra.com/detail/news/454722/teknologi/mumi-menjerit-viking-tanpa-kepala-hingga-wajah-purba-segar (texto traduzido livremente pela Livros Vikings) Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos em nossas Redes Sociais. #Múmia #MúmiaViking #RestosVikings #EsqueletosVikings #VikingsSemCabeça #LivrosVikings
- HARALD HARDRADA, O ÚLTIMO GRANDE VIKING
Realizando batalhas em locais diversos, Hardrada ficou marcado como um grande estrategista. Harald III, mais conhecido como Harald Hardrada, foi o que muitos entenderam como o último verdadeiro rei Viking. Nascido em 1015, filho do chefe Sigurd Syr, ele teve a guerra no sangue desde pequeno, até morrer durante a invasão norueguesa da Inglaterra em 1066. Normalmente, tem seu nome traduzido para Haroldo III da Noruega e seu segundo nome, Hardrada, é um epíteto que significa "o Duro", em referência à dureza e firmeza com que governava e se relacionava com os nobres, senhores de terra e membros do clero. GRANDE ESTRATEGISTA Durante a Batalha de Stiklestad, entre o rei dinamarquês Cnut, o Grande, e o meio-irmão de Harald, ele teve muito sucesso e destaque. No entanto, por estar no lado perdedor, o viking acabou tendo que fugir. Primeiro foi para Kiev, encontrando proteção com o príncipe Jaroslav, e então mudou-se para Constantinopla, onde lutou na Guarda Varangiana. Como comandante do exército Bizantino, ele lutou em lugares como a Sicília, Ásia Menor, Mediterrâneo e na própria Constantinopla, retornando à Escandinávia em 1046. Nos próximos anos, ele saqueou e queimou Haithabu e devastou muitos locais da Dinamarca. Ele era descrito como fisicamente "maior e mais forte do que outros homens", e tinha cabelos claros, barba e um grande bigode. Dizia-se que possuía uma sombrancelha mais acima que a outra e que media mais que a maioria dos sooldados da guerra. Mas, muito além de um, brucutu, Harald também escrevia poesia escáldica, ou seja, estorietas musicadas e transmitidas oralmente. Com relação à religião, Hardrada tinha tendências muito próximas ao Cristianismo. É por isso que uma das maiores marcas políticas de seu reinado foi a promoção da fé cristã pelo reino da Noruega. Sítios arqueológicos vêm sendo descobertos e provam que no período em que reinou, há a construção de diversas capelas e igrejas. FONTE: Aventuras na História https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/harald-hardrada-ultimo-grande-viking.phtml Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos também nas Redes Sociais. #HaraldHardrada #ReiHarald #GuerreiroViking #Noruega #VikingsNoruegueses #LivrosVikings
- (En) VERÃO DE DESCOBERTAS EM LINDISFARNE
De anéis com nomes anglo-saxões raros, a moedas e forno medieval — as escavações deste ano em Lindisfarne forneceram um novo vislumbre da vida na ilha antes, durante e após os ataques vikings do Século VIII, que atingiram a comunidade monástica. Em setembro, arqueólogos da DigVentures e da Universidade de Durham retornaram a Lindisfarne, onde a equipe escavava os restos do antigo mosteiro medieval da ilha, fundado pelo rei Oswald da Nortúmbria e famoso pelos ataques dos vikings em 793 dC. A escavação, agora em seu quarto ano, foi totalmente financiada pelo público e teve uma série de descobertas significativas. While investigating an area that includes part of a cemetery associated with the early monastery, the team unearthed fragments of three beautifully decorated namestones, bringing the total found in the last few years to seven. One is inscribed with what the team has called ‘one of the most beautiful examples of early medieval knotwork found in recent years.’ Another is inscribed with runes, which the team is hoping to decipher. ‘Runes were particularly important to the Northumbrian church. These small, commemorative markers are unique to the 8th and 9th centuries, and each one gives us the name of a real person who lived on the island at or around the time of the Viking raids,’ said Dr David Petts, from Durham University, who is working in collaboration with DigVentures on the site. ‘We’re starting to see that there’s quite a variety of people buried here, and differences in the way they were buried, which is direct evidence of the community living around and supporting the monastery,’ said Brendon Wilkins from DigVentures. Analysis of human remains found in previous years shows that men, women, and individuals of all ages were buried at the site, indicating that the graves probably include the lay population rather than monks. Some were local, but isotope results indicate that others came all the way from western Scotland. Although some lived in good health, other skeletons show evidence of pathologies that may have brought them to the island hoping to be healed. A pair of plain, copper-alloy rings were also found, which is the first time any jewellery of this period has been discovered on the site. Other interesting artefacts include Anglo-Saxon coins, some minted in Northumbria, but others had come all the way from Wessex, providing a helpful reminder that Lindisfarne was extremely well connected, and that monasteries were a place of trade and exchange. The team also continued to investigate the remains of an early medieval building, which seems to have been constructed on top of an even earlier industrial oven and which could provide evidence of copper- or glass-working on the island. ‘It has been an eventful excavation and has produced a lot of new evidence about life on the island during this tumultuous time, and we’re already looking forward to coming back next year so that we can continue our investigation and find out more about what was happening at this important site,’ said Brendon. DigVentures will launch Dig and Finds Room opportunities for the 2020 season on 1 December. To read more about the discoveries so far and to find out how to join the project, visit digventures.com. FONTE: Current Archaeology https://www.archaeology.co.uk/articles/summer-of-finds-on-lindisfarne.htm Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking e da Saga Viking Oluap, inscrevendo-se em nossa newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Por favor, siga-nos em nossas Redes Sociais. #Arqueologia #Lindisfarne #Northumbria #EraViking #VikingsNaInglaterra #LivrosVikings











