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  • SAINDO DA ÁFRICA DO SUL, UM GRUPO DE AMBIENTALISTAS VIVERÁ E CRUZARÁ OS MARES COMO OS VIKINGS FAZIAM

    "Este é o primeiro Navio Viking autêntico nos mares da África do Sul", disse o membro da tripulação, Nick Heygate. Pilhando a poluição e saqueando o lixo, os “vikings” modernos foram aos manguezais de Beachwood (África do Sul) no sábado 25 de janeiro, como parte da missão em que viverão de forma sustentável. Na Expedição Midgard, um grupo de cidadãos de vários países, liderados por Bjorn Heyerdahl, está ancorado no Point Yacht Club em um autêntico navio Viking, o primeiro do tipo no mar de Durban. “Esta expedição não se trata apenas de atravessar os oceanos, como nossos ancestrais fizeram e alcançar novos horizontes para conquistar, é sobre se tornar mais. É sobre crescer, acordar, limpar e mostrar o que é exigido da liderança global no momento. Trata-se de ser condicionado e preparado para se tornar um líder — os vikings contemporâneos”, disse Heyerdahl. "A menos que algo drástico mude na maneira como os humanos pensam, se identificam e comportam, a humanidade será extinta, juntamente com a maioria das formas de vida mamíferas, nos próximos 100 anos", acrescentou. Parte da tripulação é do Hemisfério Sul, assim o como o seu comandante, Nick Heygate, quem afirmou que o navio foi construído em Roodepoort. “Depois de alguns testes em águas calmas, refinamos um pouco. A tripulação navegou de Joanesburgo por uma semana. A primeira viagem no mar nos levou quatro milhas náuticas fora do porto em direção a North Beach. Este é o primeiro navio viking autêntico em alto mar na África do Sul”, acrescentou. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Membro da tripulação, Susanne Williams é uma companheira de construtores de barcos que completou um aprendizado de cinco anos como uma 'sacerdotisa viking'. “Nós abençoamos adequadamente o barco, ele tem as runas apropriadas. Passamos por um ritual e iniciamos a equipe. Todo mundo ficou bem legal com isso, embora fosse bastante incomum para eles”, disse ela. Para Williams, um dos focos principais da viagem é se conectar com as outras pessoas, incluindo anciãos locais, e comparar as anotações com as práticas tradicionais. "Estamos tentando encontrar o equilíbrio certo entre esse tipo de espaço racional pós-industrial e compará-lo com o que todo mundo está fazendo", disse ela. FONTE: Northglen News HANSEN, Danica. VIKINGS land at Beachwood Mangroves. Northglen News. Pinetown, 02 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 03 de jan. de 2020. (Livremente traduzido pela Livros Vikings) Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #barcoviking #áfrica #áfricadosul #livrosvikings

  • HISTORIADORES AFIRMAM QUE OS VIKINGS PRODUZIRAM O PRIMEIRO VINHO DAS AMÉRICAS

    A Europa ainda vivia nas sombras do tempo medieval e os povos sequer imaginavam que a terra pudesse ser redonda. Por volta do ano 1000 d.C., a América era uma parte do globo desconhecida, que só seria “descoberta” e colonizada pelas nações ocidentais cerca de meio milênio depois – quando Colombo cruzou o Atlântico para chegar às “Índias”. Diz-se que, com os europeus, a cultura da vinha se instituiu também deste lado do mundo. No entanto, resquícios de um assentamento no Canadá apontam que um viking teria alcançado a América mais de 500 anos antes de Colombo. Curiosamente, Vínland (ou seja, “Terra do Vinho”) é o nome dado às terras exploradas e brevemente colonizadas pelos nórdicos na América do Norte por volta do ano 1000 – em Newfoundland, em um local conhecido como L’Anse aux Meadows, que foi descoberto por arqueólogos na década de 1960. Vínland corresponderia a um conjunto de terras “ricas” que teriam sido descobertas por Leif Erikson, filho de Erik, o Vermelho – que fundou o primeiro assentamento nórdico da Groenlândia. A Vínland teria se tornado uma fonte de diversos recursos que eram colhidos e depois transportados para a Groenlândia e a Islândia a partir do assentamento em L’Anse aux Meadows. As sagas No século XIII d.C., foram escritas duas importantes sagas islandesas, “A Saga dos Gronelandeses (Saga Grünlendinga)” e “Saga de Erik, o Vermelho (Eiríks saga rauða)”, que contam as histórias das viagens vikings para a América, que teriam ocorrido em algum momento entre os anos de 970 e 1030. Elas são mais conhecidas como as “Sagas de Vínland”. Embora dificilmente sejam relatos de testemunhas oculares, elas lembram pessoas reais e eventos pelo menos parcialmente preservados por meio da tradição oral. A saga dos groenlandeses começa com a história de Bjarni Herjólfsson, que, navegando em direção a seu pai na Groenlândia, é desviado para uma terra desconhecida que tinha “pequenas colinas e estava coberta de florestas”. Ele, contudo, decide não desembarcar. Assim, o primeiro a pisar em solo norte-americano é Leif Erikson alguns anos depois. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Na “Saga de Erik, o Vermelho”, diz-se que, durante uma viagem, Erikson é desviado de seu curso normal indo parar na América do Norte. Primeiro, ele e sua tripulação alcançam uma laje de pedra coberta de glaciares que chamam de Helluland (“Terra de laje de pedra”), depois uma terra plana e repleta de florestas que chamam de Markland (“Terra da Floresta”) e, finalmente, encontram uma terra rica onde fazem uma base chamada Leifsbúðir. Ao explorar as terras vizinhas, Leif e seus homens descobrem uvas e madeira que trazem de volta à Groenlândia, batizando a nova área de Vínland. Todos os recursos da região, como caça, pesca, uvas, peles, ferro e madeira, constituíram o principal objetivo das viagens para Vínland. As mercadorias provavelmente eram reunidas, estocadas em L’Anse aux Meadows e depois transportadas de volta para casa. Na “A Saga dos Gronelandeses”, por exemplo, diz-se que nenhum navio mais rico partiu da Groenlândia do que aquele que Thorfinn Karlsefni – marido de uma cunhada de Erickson – capitaneou. Acredita-se que cada expedição tenha durado entre um e três anos. Vinho nórdico? O vinho não era apenas uma bebida festiva na sociedade nórdica, mas um ingrediente crucial nas estruturas de poder político e religioso – os vikings eram cristãos. O vinho importado da Alemanha ou da França era especialmente valorizado por causa de suas qualidades inebriantes, sua associação com poderes divinos, mas também porque era raro e caro. Vale lembrar ainda que muito do “vinho” nórdico não era feito de uvas, mas de outras frutas, como maçã, morangos, mirtilos etc. Dessa forma, não é de se estranhar que Leif Eirikson tenha nomeado a terra encontrada como Vínland graças ao acesso que ela lhe dava ao vinho. Lá as uvas cresciam abundantemente em meio às árvores e sobre elas. Acredita-se que as uvas eram recolhidas, assim como a madeira das vinhas para serem usadas como lenha, pois, como as uvas silvestres crescem entre as árvores de folha caduca, elas podem ser encontradas nas mesmas áreas de madeiras duras e valiosas, como o bordo e o carvalho. Abandono A datação por carbono indica que L’Anse aux Meadows foi construído entre 980 e 1020. O local era excepcionalmente grande para um assentamento nórdico e era capaz de abrigar entre 70 a 90 pessoas. Na época, porém, a colônia nórdica na Groenlândia tinha um número estimado de 400 a 500 indivíduos apenas, portanto, acredita-se que simplesmente não haveria pessoas suficientes para povoar um segundo assentamento na América. Além disso, a distância era enorme e o trajeto difícil até mesmo para os intrépidos vikings. Assim, há sinais de que L’Anse aux Meadows foi abruptamente abandonado, provavelmente menos de dez anos depois de ter sido construído, sendo completamente esvaziado – os vikings levaram todos os seus utensílios de volta. Apesar dos “tesouros” da Vínland, o empreendimento era provavelmente muito trabalhoso para valer a pena. A Europa, por outro lado, estava mais perto, possuía recursos semelhantes e mais facilidades. Ainda assim, acredita-se que houve jornadas vikings na área pelo menos até 1347. Infelizmente, não há resquícios de materiais que indiquem produção de vinho no local ou algo do gênero, mas os vikings certamente foram os primeiros a brindar a terra nova. FONTE: Revista Adega VIKINGS produziram o primeiro vinho das Américas, dizem historiadores. Revista Adega. São Paulo, 30 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 31 de jan. de 2020. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #américa #canada #vikingsnocanadá #vínland #vinho #livrosvikings

  • O HOMEM QUE ROUBOU O TESOURO VIKING DE £ 3 MILHÕES É CONDENADO

    Um homem que escondeu em uma lupa as moedas de um Tesouro Viking de £ 3 milhões (R$ 16,51 milhões) foi condenado. Paul Wells foi um dos quatro homens culpados de roubar e ocultar em 2015 cerca de 300 moedas encontradas em um campo na região de Eye, perto de Leominster em Herefordshire. O vendedor de moedas recebeu sua sentença de 12 meses de prisão pela Corte da Coroa de Worcester. Ele foi condenado depois de seus co-réus, porque estava doente na época da condenação em novembro. O homem de 60 anos, de Cardiff, e o colega vendedor Simon Wicks, foram considerados culpados por ocultar a descoberta, que incluía um anel de ouro do Século IX, um bracelete de cabeça de dragão, um lingote de prata e um pingente de pedra cristal. Eles foram abordados pelos detectores de metais George Powell e Layton Davies para que disponibilizassem as moedas no mercado. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Wells admitiu durante o seu julgamento que sabia que as moedas deveriam ser declaradas de acordo com a Lei do Tesouro, a qual exige que as descobertas significativas sejam relatadas a fim que os lucros possam ser compartilhados entre o descobridor e o proprietário da terra, e para permitir que seu significado histórico seja examinado. Os especialistas disseram que as moedas, que são saxônicas e que podem ter sido escondidas por um viking, fornecem novas informações sobre a unificação da Inglaterra e mostram que havia uma aliança antes não se pensada entre os reis de Mércia e Wessex. Apenas 31 moedas — no valor de £ 10.000 a £ 50.000 (R$ 55.030 a R$ 275.140) — e algumas joias foram encontradas, mas a maioria do tesouro ainda está faltando. O juiz Nicolas Cartwright suspendeu a sentença de prisão de Wells por dois anos e ordenou que ele fizesse 15 dias de reabilitação e 240 horas de trabalho não remunerado. Ele reconheceu que Wells tinha "dificuldades significativas de saúde", o que tornava sua posição "muito diferente das de seus co-acusados". FONTE: BBC MAN gets suspended sentence for hiding Viking treasure. BBC. Londres, 24 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 29 de jan. de 2020. (Livremente traduzido pelo Livros Vikings) Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos em nossas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #tesouroviking #moedas #inglaterra #vikingsnainglaterra #livrosvikings

  • VIKING CAST: CAPÍTULO VIII, RUNAS — PARTE 1

    Nesta primeira parte do Viking Cast sobre Runas, Paulo Marsal (Livros Vikings), a equipe da Modelo Design (Emílio Catrufo e Ulisses Bastos) e a convidada especial, Marcela Matusz (especialista em Runas), fazem uma explanação geral sobre as Runas, seus usos e uma pequena introdução às origens. Navegando pela história e um pouco pela Mitologia Nórdica, o quarteto introduz conceitos que ajudam a identificar parte dos costumes e da cultura inerentes aos nórdicos de outrora, confira: ou ou no seu agregador de podcast favorito. Não perca a segunda parte desse Viking Cast! Há muito conteúdo mitológico, histórico e arqueológico, além de rituais, os quais ainda não foram explorados neste episódio, aguarde! Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Participe do próximo Viking Cast, mande um e-mail para sac@livrosvikings.com.br dizendo o porquê de você ser escolhido. As gravações são feitas na sede da Modelo Design em perdizes. Se você discorda de alguma das informações, tem críticas ou sugestões, ou ainda, deseja deixar um elogio, por favor, escreva um comentário aqui mesmo ou no Facebook ou no Youtube ou por e-mail (sugestoes@livrosvikings.com.br) ou pelo WhatsApp (+55 11 9-8263-4066). Seja uma das primeiras pessoas as receber as novidades do mundo viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #podcast #culturapop #norsemythology #mitologianórdica #runes #runas #vikingcast #livrosvikings

  • OS NEOZELANDENSES DE DUNEDIN PODEM TER DESCENDÊNCIA VIKING

    Um estudo genético escocês foi estendido a Dunedin. Os pesquisadores emitiram um comunicado para que pessoas com pelo menos dois avós que nasceram em Orkney ou Shetland entrem em contato com eles para participarem do projeto. Os dois grupos de ilhas remotas da costa nordeste da Escócia há muito interessam os cientistas, pois a distância do continente significa que eles têm uma população genética pequena, estável e distinta. O principal pesquisador Jim Wilson, ele próprio um orcadiano, já havia pesquisado a composição genética dos ilhéus que ainda moravam no extremo norte ou no continente britânico. Para o Viking II, a segunda etapa do projeto, o Prof. Wilson alvejou centros conhecidos por terem sido os principais destinos dos migrantes das ilhas, como Dunedin, Chicago e Saskatchewan. "A adição de mais 4000 voluntários dessas populações especiais aumentará o escopo e o impacto de nossa pesquisa na genética da saúde e da doença", disse ele. Participe do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea contemporânea de contos, saiba mais... Hope ‘Esperamos que, a longo prazo, isso nos traga um melhor entendimento de qual é a base das novas abordagens para tratar ou prevenir doenças. '' Os participantes foram convidados a fornecer uma amostra de saliva a serem analisadas pelos pesquisadores, incluindo o sequenciamento genético. Smith e sua equipe esperavam que a composição ancestral da população das ilhas os ajudasse a entender se havia algum traço genético geral que contribuísse para diabetes, derrame, doenças cardíacas ou câncer. Os médicos também analisaram questões de saúde específicas, como se os genes dos ilhéus pudessem ser um fator da alta taxa de esclerose múltipla na população de Orkney e Shetland. "A identidade genética única daqueles com ascendência nas ilhas do norte oferece uma rara oportunidade de fornecer uma imagem detalhada de como os genes estão envolvidos na saúde", disse Wilson. Como exemplo, o exame do DNA do pai do Prof. Wilson, que mostrou que ele descende por 18 maneiras diferentes de um homem nascido em 1708. Ele disse que enquanto alguém do continente deve ter 64 ancestrais, seu pai e outros habitantes da ilha têm apenas 20. Os principais esforços do professor Wilson foram relacionados à saúde, mas as amostras fornecidas para o primeiro projeto Viking ofereceram informações sobre como um relacionamento genético próximo entre os pais pode afetar a altura, o peso e outras estatísticas de uma criança. A pesquisa também contribuiu para traçar um mapa genético da Escócia que, entre outras coisas, ofereceu evidências de quão extensos os assentamentos viking haviam sido. FONTE: Otago Daily Times HOULAHAN, Mike. Orkney, Shetland DNA sought. Otago Daily Times. Dunedin, 23 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 22 de jan. de 2020. (Livremente traduzido pela Livros Vikings). Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #orkney #órcades #escócia #vikingsnaescócia #novazelândia #dubedin #dna #livrosvikings

  • CONFIRMADO! O NAVIO GJELLESTAD É DA ERA VIKING — SERÁ ESCAVADO

    Os arqueólogos do Museu de História Cultural da Noruega confirmaram que o importante Navio Viking Gjellestad descoberto no sudeste da Noruega data dos primeiros dias da Era Viking. Os achados de 2018 do Instituto Norueguês de Pesquisa do Patrimônio Cultural (NIKU) foram manchetes em todo o mundo. Várias estufas e pelo menos um navio enterrado foram descobertos pela nova tecnologia de radar de penetração no solo (GPR). Embora o local fosse conhecido por ser importante durante a Era Viking, a busca pelo navio havia sido um palpite, até agora. Datando um túmulo de Navio Viking "As investigações confirmam alegremente nossa hipótese oriunda de 2018, quando encontramos o navio por radar de penetração no solo", disse Knut Paasche, chefe de Arqueologia Digital da NIKU. “No contexto de outras descobertas anteriores de navios perto do Oslofjord, tanto a forma do navio quanto sua localização indicavam a Era Viking. É um prazer confirmar isso através da dendrocronologia”, acrescentou. Dendrocronologia é o estudo de dados do crescimento de anéis das árvores. Durante o final de 2019, arqueólogos do Museu de História Cultural, juntamente com especialistas do conselho do condado, trabalharam para entender mais sobre o local. Em setembro, grandes partes da quilha foram encontradas de forma preservada. No anúncio dos resultados preliminares da pesquisa arqueológica, foi revelado que os padrões na madeira do navio correspondem ao período entre 603 a 724 d.C. Embora seja difícil datar exatamente, o líder do projeto Christian Løchsen Rødsrud disse em entrevista coletiva que o navio provavelmente data da transição para a Era Viking, que geralmente é considerada como tendo começado com o ataque a Lindisfarne no final do Século VIII. Faça parte do livro Mitologia Nórdico: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Nem todas são boas notícias No entanto, nem todas as notícias foram positivas. Embora a qualidade da preservação da madeira varie, também há danos substanciais por fungos. Especialistas descreveram o ataque de fungos como "grave" e disseram que o uso de fertilizantes no campo contribuiu para a disseminação dos fungos. Devido aos danos e às condições do solo de hoje, a Diretoria do Patrimônio Cultural recomenda a escavação do navio. O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Ola Elvestuen, concorda com a avaliação. Ele disse à NRK que a descoberta é emocionante, mas os ataques com fungos significam que é uma situação séria. “Quando a Diretoria do Patrimônio Cultural recomenda escavações, devemos fazê-las. Agora, não se trata de fazer isso, mas como fazer isso acontecer”, afirmou. FONTE: Forbes NIKEL, David. Confirmed: Norway’s Gjellestad Ship Is From The Viking Age. Forbes. Nova Iorque, 17 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 21 de jan. de 2020. (Livremente traduzido pela Livros Vikings) Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #medieval #eraviking #drakkar #knörr #navioviking #noruega #vikingsnoruegueses #livrosvikings

  • VIKING CAST: CAPÍTULO VII, A MITOLOGIA VIKING

    No sétimo episódio do Viking Cast, Paulo Marsal (Livros Vikings) e o pessoal da Modelo Design (Emílio Catrufo e Ulisses Bastos) falam sobre a Mitologia Nórdica e a respeito do Edital para publicação conjunta do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos. Durante o programa algumas explanações quanto o conjunto crenças pagãs dos vikings foram ministradas, bem como alguns contos mitológicos narrados, confira: Ou Ou no seu agregador de podcast favorito. Correções solicitadas pelos podcasters: Na verdade este é o sétimo Viking Cast, não o quinto, tal qual mencionado; No conto sobre a construção do muro de Asgard, na verdade a aposta foi que o gigante não conseguiria construir o muro em 1 dia — de início, os deuses não haviam percebido que se tratava de um gigante; O tempo de gestação de um cavalo é de 11 a 12 meses, logo Loki teria se afastado por quase um ano até dar à luz Sleipnir — o cavalo de 8 patas de Odin; Sobre a vez que Thor foi derrotado, veja. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Participe do próximo Viking Cast, mande um e-mail para sac@livrosvikings.com.br dizendo o porquê de você ser escolhido. As gravações são feitas na sede da Modelo Design em perdizes. Se você discorda de alguma das informações, tem críticas ou sugestões, ou ainda, deseja deixar um elogio, por favor, escreva um comentário aqui mesmo ou no Facebook ou no Youtube ou por e-mail (sugestoes@livrosvikings.com.br) ou pelo WhatsApp (+55 11 9-8263-4066). Seja uma das primeiras pessoas as receber as novidades do mundo viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #podcast #culturapop #norsemythology #mitologianórdica #vikingcast #livrosvikings

  • ESPADA VIKING FOI ENCONTRADA NA NORUEGA

    Uma moeda romana, do tempo do imperador Marco Aurélio, foi encontrada a apenas 15 centímetros de profundidade no solo, no norte da Noruega, indicando o comércio da Idade do Ferro. O arqueólogo Ben-Harry Johansen encontrou a moeda de 2.000 anos e uma espada viking decorada de 1.000 anos na região, segundo a NRK. "A moeda estava a apenas 15 centímetros no subsolo, na chamada camada de arado, onde as pessoas com detectores de metal podem realizar buscas", afirmou Ben-Harry. A descoberta foi considerada algo extremamente raro pelos pesquisadores, especialmente a nível amador. Caroline Fredriksen, uma pesquisadora do Departamento de Arqueologia e História Cultural do Museu de Ciências da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega, afirmou que tanto a moeda quanto a espada são descobertas muito importantes. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... "A espada é especial porque é decorada com prata e cobre. A maioria das pessoas não possuía espadas tão grandes na Era Viking [...] A moeda, por sua vez, foi datada do tempo do imperado Marco Aurélio [121 – 180 d.C.]", afirmou Fredriksen. "Essa descoberta sugere que a região mantinha contato internacional na Idade do Ferro. As descobertas mostram que Nordland fez parte da rede de comércio da Idade do Ferro", concluiu. Bem-Harry e seus amigos viajam com detectores de metal e, apesar de ser apenas um hobby, ele já encontrou diversos objetos interessantes, como uma pulseira de prata, um machado e uma cruz de chumbo com inscrições. Busca com detectores de metais está se tornando cada vez mais comum na Noruega e, além de demonstrar o interesse das pessoas, contribui para um maior número de descobertas históricas no país, segundo pesquisa. FONTE: Sputnik Brasil NO subsolo, moeda romana e espada viking são achadas 'quase à vista' na Noruega. Sputnik Brasil. Rio de Janeiro, 20 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 20 de jan. de 2020. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #espadaviking #noruega #vikingsnoruegueses #livrosvikings

  • MEDO E ÓDIO — A ERA VIKING NA IRLANDA

    Por volta de 795 d.C., o mosteiro de Derry (Doire) de São Columba ouviu a notícia de que grandes frotas vikings estavam se aproximando da Irlanda para saquear os tesouros de ouro e prata da Igreja Gaélica (ou Céltica) afim de levá-los em uma longa viagem à Escandinávia, em navios carregados com escravos capturados na região de Lough Foyle, que compunha o Reino de Aileach, cuja capital ficava no condado de Donegal. Os vikings da Noruega, Suécia e Dinamarca estavam cruzando o Atlântico, vindos de suas terras frias; a força de invasão era de cerca de 100 navios que se acaloravam graças ao clima relativamente quente da área de Doire, com suas planícies ao redor de um antigo monastério. A Irlanda era a ilha dos santos e dos estudiosos, enquanto os vikings eram os bárbaros. Esse êxodo em massa da Escandinávia originou-se talvez pela pressão da população nos fiordes ou às grandes enseadas marítimas desses reinos do Norte. Os barcos tinham até 70 pés (21,33 m) de comprimento e os historiadores os atribuíram aos dinamarqueses. Eles haviam remado pelo rio Foyle, onde havia fortificações ou duns antigos, governados por um rí (rei), que eram cristãos devotos. Do rio Foyle, seguiram ao interior e para a área das Montanhas Sperrin, com suas muitas florestas, onde havia muitos mais grupos de cristãos em mosteiros, certamente feitos de madeira. Mas, os dinamarqueses eram principalmente uma raça marítima e a maioria de seus assentamentos era ao longo da costa — primeiro em Doire, depois ao longo da costa de Antrim até Laharna ou Larne, que chamavam Larne Lough como o fiorde de Ulreck. Outros assentamentos foram estabelecidos em Strangford (fiorde) e em Carlingford (fiorde) de onde invadiam ao longo da costa sul da Irlanda. Fazia 400 anos que São Patrício se estabelecera na Irlanda, mas os nórdicos ameaçavam a existência da igreja gaélica. Muitos locais dinamarqueses ao redor do Foyle receberam o nome de líderes dinamarqueses, após terem matado muitos cristãos ou capturarem escravos para venderem no Norte. Entretanto, nas áreas de Derry e Foyle, os dinamarqueses jamais haviam sido derrotados até o Século XI na Batalha de Clontarf pelo rei supremo de Tara, que era um cristão convertido. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Os navios vikings podiam se mover rapidamente sobre as ondas, cada um composto por cerca de 30 guerreiros que lutavam contra os remos. Os barcos eram impulsionados por velas e remos, possuíam um ornamento pagão na proa e um capitão, As velas tinham grande variedade de cores. Os dinamarqueses em Foyle não apenas eram conquistadores, eles eram agricultores e colonos, alguns deles chegavam ao nível do gaélico nativo, que só podiam lutar com escudos de couro e espadas de pedra. As planícies ao redor de Derry ou Doire possuíam terras agrícolas ricas, juntamente com muitas igrejas pequenas e alguns mosteiros menores que os da fundação de São Columba. Os nórdicos ouviram em sua terra natal que havia grandes riquezas a serem conquistadas em reinos como o de Aileach e em outros lugares da Irlanda e da Grã-Bretanha, onde se estabeleceriam em Jorvick (York), sede da operação Viking nas ilhas britânicas. “O vento está amargo hoje à noite / Atire os cabelos brancos ao oceano / Hoje à noite não temerei os ferozes guerreiros do Norte / Percorrendo o mar da Irlanda” Poema anônimo, provavelmente oriundo de um mosteiro do norte por volta de 850 d.C. Esses pagãos de cabelos escuros e claros, com mantos e escudos, pretendiam roubar a Igreja e seus muitos mosteiros. A Irlanda não era um país muito populoso, o que tornava muito mais fácil a tarefa dos vikings em relação à conquista. Do rio Foyle, o feroz capitão viking Turgesius avançou para saquear muito do que hoje é o Condado de Londonderry ou Derry. A Irlanda não estava sozinha no itinerário nórdico, pois invadiam tão longe quanto Constantinopla (Mecklesburg) no Século IX, que possuía muita riqueza e capital; e do que restou do império romano no leste da Europa, Roma Ocidental caiu para os bárbaros no Século V, com os ataques dos hunos e godos. Os monges de Aileach e Doire queriam preservar e esconder suas riquezas dos dinamarqueses, portanto construíram torres redondas de pedras, pois o mosteiro de Derry havia sido invadido várias vezes. Ao ouvirem um ataque, os monges de Doire subiam em suas torres, carregando as suas riquezas com eles. Os dinamarqueses enfiaram os monges nas espadas e montaram uma estátua para Odin no mosteiro, quebrando ou queimando estátuas de Cristo e da Virgem Maria; eles também profanaram os altares das igrejas de Doire. Mas os cristãos nunca puderam respeitar os vikings, embora, ao longo dos séculos, muitos deles tenham se tornado cristãos. Turgesius foi morto por afogamento em Lough Owel por alguns dos gauleses que conseguiram chegar ao topo como vikings, um destino semelhante à espera de outros nórdicos. Embora os monges das Ilhas Foylelands tenham sido sobrecarregados pelas guerras contra os dinamarqueses, eles ainda foram capazes de escrever belos manuscritos ou livros nos mosteiros gaélicos durante o Século VIII, como a idade do broche de Tara, o cálice de Ardagh e o Livro de Kells, três tesouros do mundo. Metalúrgicos batem seus cálices de bronze, prata e ouro, cruzes e muitas outras obras em curvas de arame de ouro entalhados com linhas. As cores dos penmen eram produzidas em esmalte, e o pedreiro cobria o eixo com curvas pintadas sobre ele. A placa dessas pequenas cruzes teria sido mantida unida por pregos. Assim, no extremo do mundo, em uma Europa que estava se recuperando da queda de Roma, o reino de Down vivia uma grande era de arte e aprendizado — a ilha fora de santos e estudiosos. Durante tempos de paz, os estudiosos chegaram aos bancos Foyle para aprender tudo sobre a igreja gaélica. Na igreja do que hoje é o condado de Down, os monges mantiveram vivo o espírito cristão e viajaram à Europa para levar a palavra para a corte do imperador alemão Carlos Magno no Século IX. O povo das planícies de Foyle sempre viveu na esperança de que os vikings fossem derrotados e que a fé da Igreja Gaélica durasse para sempre na Ilha Esmeralda e além. Embora os gauleses não fizessem nenhum esforço conjunto para combater os nórdicos, os chefes gaélicos locais conseguiram interceptar seus ataques assassinos e revidar sem piedade. As torres redondas da Irlanda são os principais restos do cristianismo gaélico na ilha e ainda dominam a paisagem, geralmente conectada a um mosteiro ou sozinhas. Elas são uma homenagem à arquitetura desde os tempos antigos, mas não está claro quando deixaram de ser locais de refúgio. Para encerrar, a tradução para o gaélico de “torre redonda” é entupimento. Hoje, há um pouco de sangue viking nas veias irlandesas. FONTE: Derry Journal SHEANE, Michael. Fear and loathing... Derry in the Viking age. Derry Journal. Londonderry, 17 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em: 17 de jan. de 2020. (Livremente traduzido pela Livros Vikings). Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adiciona-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #irlanda #vikingsnairlanda #livrosvikings

  • MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A PEDRA RÚNICA (RUNESTONE) VIKING QUE PREVIA CATÁSTROFE CLIMÁTICA

    A preocupação com as questões ambientais e com a crise climática mundial não é tão atual como se pensa e, no passado, até os próprios Vikings temiam uma catástrofe climática. Investigadores analisaram uma pedra rúnica criada por Vikings, que acreditam tratar-se de um reflexo do medo que tinham da repetição de uma crise climática fria na Escandinávia. O estudo foi publicado este mês na revista científica Futhark: International Journal of Runic Studies. Aliás, a pedra rúnica analisada não é uma qualquer. É a mais conhecida e talvez uma das mais difíceis de interpretar: a pedra rúnica de Rök. “A chave para desbloquear a inscrição foi a abordagem interdisciplinar. Sem as colaborações entre análise textual, arqueologia, história das religiões e runologia, seria impossível resolver os enigmas da pedra rúnica de Rök”, disse o autor do estudo Per Holmberg, citado pela Europa Press. A nova interpretação dos investigadores nórdicos sugere que a inscrição rúnica consiste em nove enigmas. A resposta a cinco deles é “o Sol”. Outro é um quebra-cabeças que pergunta quem estava morto, mas agora vive novamente. Os outros quatro são sobre Odin e os seus guerreiros. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... “A elite poderosa da Era Viking via-se como uma garantia de boas colheitas. Eles eram os líderes do culto que mantinham juntos o frágil equilíbrio entre luz e escuridão. E, finalmente, em Ragnarök, eles lutariam ao lado de Odin na batalha final pela luz“, explicou o investigador Olof Sundqvist. O estudo explica ainda como a Escandinávia sofreu uma catástrofe climática com temperaturas médias mais baixas, colheitas fracas, fome e extinções em massa. “Antes de a pedra rúnica de Rök ser erguida, ocorreu uma série de eventos que devem ter parecido extremamente sinistros: uma poderosa tempestade solar coloriu o céu em tons dramáticos de vermelho, as colheitas sofreram com um verão extremamente frio e mais tarde ocorreu um eclipse solar logo após o amanhecer. Mesmo um desses eventos teria sido suficiente para aumentar o medo de outro Fimbulwinter [um sinal do fim do mundo na mitologia nórdica]”, disse Bo Gräslund, coautor do estudo. FONTE: ZAP.aeiou A MAIS famosa pedra rúnica dos Vikings mostra que já se temia uma catástrofe climática. ZAP.aeiou. Matosinhos, 16 de jan. de 2020. Disponível em: . Acesso em 16 de jan. de 2020. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adiciona-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #pedrarúnica #runestone #rök #livrosvikings

  • APRENDENDO A VIVER COMO UM VIKING NA VILA VIKING BRASIL

    No último sábado dia 11 de janeiro a Livros Vikings esteve mais uma vez na Vila Viking Brasil, localizada em Juquitiba-SP. Na oportunidade a ideia era vivenciar as tarefas do dia a dia dos nórdicos que conquistaram a Europa e boa parte do mundo conhecido entre os Séculos IX e XI. Tudo começa do básico e lá não foi diferente. A primeira vivência consistia em cortar lenha para fazer uma fogueira, neste sentido, foram ensinadas técnicas para o manuseio de machado longo (cabo 1,60 m), bem como a maneira adequada de posicionar o corpo e a lenha, a fim de se proteger de possíveis machadas. Na sequência, a forma correta de organizar a madeira para a queima foi proposta. Perfeito! Mas, para que haja uma fogueira é preciso que tenha fogo, correto? A resposta é óbvia, sim! Portanto, as técnicas de como fazer fogo tal qual antigamente foram ministradas, para isso uma pederneira (striker), uma pedra, um pedaço de tecido orgânico carbonizado e ilhós foram utilizados. O correto método de acender o fogo e a seguinte fogueira fizeram dos aspirantes a vikings muito felizes e eufóricos. Com uma fúlgida fogueira a postos, o que fazer com ela? Comida! Esta foi a solução escolhida, porém tinha que ser algo que os vikings usufruíssem constantemente. Pão. Voltamos ao básico, moer trigo para fazer farinha foi o primeiro passo. Sete rodadas dos grãos entrando e saindo do moedor, e o pó estava pronto para o consumo. Misturando água, sal, farinha e um pouco de força, em instantes uma massa estava pronta para ser assada. Como sugestão, untar a mão com um tanto de farinha e esticar a massa, tal qual uma pizza, fariam do preparo, junto a duas incandescentes frigideiras, mais fácil. Após comer um punhado de pão com geleias e mel, os visitantes puderam se esbaldar com o almoço no famoso serviço de coma à vontade. Havia peixe, porco e frango, além de ovos e tortas, contudo, o prato que fazia fila para ser apreciado e, por diversas vezes, alguns vikings esfomeados voltarem a fila para provar, foi o “egg apple bacon”, um preparado de cebola rocha, muito bacon, maça e ovo, que tinha como acompanhamento uma agridoce e deliciosa mostarda com mel. Água e sucos sem limites. Empanturrados, os bravos guerreiros foram aprender fundir metal e cunhar suas próprias moedas, outra divertida atividade, mas demorada, uma vez que todos queriam criar mini obras de arte. Por fim, arquearia, um simples tiro ao alvo por diversão. Faça parte do livro Mitologia Nórdica: uma coletânea de contos contemporâneos, saiba mais... Apesar de aparentemente serem atividades simples, o dia passou rápido como um relâmpago que antecede o trovão de Thor. Além das vivências, havia disponível a Taberna Yggdrasil e a tenda Hersir para que todos pudessem se divertir e se ornamentar. Por último, mas não menos importantes, com certeza não, é imprescindível informar que as oficinas foram todas ministradas pelo Shoiti e a Luísa do Velho Musgo. Em fevereiro, a Vila Viking promete trazer uma jornada imersiva com treinamento militar, vigia e combate, numa reencenação da Batalha de Stamford Bridge do ano de 1066 d.C. Para mais informações contate vilaviking@vilaviking.com.br e não deixe de comentar que leu a nossa matéria. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos na Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #vilavikingbrasil #recriacionismo #reenactment #livrosvikings

  • VIKING CAST: CAPÍTULO VI, RAGNAR LODBROK

    No sexto Viking Cast, Paulo Marsal, o pessoal da Modelo Design (Emílio Catrufo e Ulisses Bastos) e os convidados Evie Euko e Rogério Korosi falam sobre o lendário guerreiro viking, Ragnar Lodbrok. Neste episódio Evie explica suas origens e a real relação que tem com os seus ancestrais Ragnar Lodbrok e Björn Braço de Ferro (Björn Ironside), confira: ou ou no seu agregador de podcast favorito. Faça como o Rogério Korosi e participe do próximo Viking Cast, mande um e-mail para sac@livrosvikings.com.br dizendo o porquê de você ser escolhido. As gravações são feitas na sede da Modelo Design em perdizes. Se você discorda de alguma das informações, tem críticas ou sugestões, ou ainda, deseja deixar um elogio, por favor, escreva um comentário aqui mesmo ou no Facebook ou no Youtube ou por e-mail (sugestoes@livrosvikings.com.br) ou pelo WhatsApp (+55 11 9-8263-4066). Seja uma das primeiras pessoas as receber as novidades do mundo viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp... Siga-nos nas Redes Sociais. #viking #vikings #eraviking #medieval #podcast #culturapop #ragnar #björn #vikingcast #livrosvikings

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