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  • Descoberta a maior construção da Era Viking da Grã-Bretanha

    Arqueólogos identificam uma estrutura monumental da Era Viking em Cumbria, oferecendo novas evidências sobre a influência nórdica na região   Imagem aérea do sítio de escavação em Cumbria. — Crédito da Imagem: Grampus Heritage Arqueólogos anunciaram a descoberta de uma das construções mais impressionantes da Era Viking na Grã-Bretanha.   A estrutura monumental, localizada na Fazenda High Tarns, em Cumbria, noroeste da Inglaterra, foi escavada com a ajuda de mais de 50 voluntários e data entre o final do Século X e o início do Século XI.   Trata-se da maior construção viking já encontrada no país, oferecendo uma rara visão sobre a cultura anglo-escandinava da época. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora .   A equipe da organização Grampus Heritage identificou os restos de um Grande Salão com aproximadamente 50 metros de comprimento e 15 metros de largura.   O local também continha um forno para secagem de grãos, um poço de produção de carvão e diversos buracos de postes estruturais.   A datação por carbono-14 confirmou que a madeira de um dos postes principais é de entre 990 e 1040 d.C., reforçando a hipótese de que se trata de um edifício da Era Viking.   Índice 1.   A importância da fazenda viking em Cumbria ; 2.   O processo de escavação e as evidências ; 3.   Repercussão e Futuro da Pesquisa ; 4.   Referências .   A importância da fazenda viking em Cumbria A descoberta é notável não apenas pelo tamanho da estrutura, mas pelo que ela revela sobre a ocupação viking em Cumbria.   Embora a presença escandinava na região seja bem documentada, vestígios arquitetônicos desse período são extremamente raros.   Segundo Mark Graham, líder da escavação, o local possui semelhanças com as grandes fazendas da Era Viking encontradas na Dinamarca, sugerindo que poderia se tratar de uma nobre e importante propriedade. Outras estruturas no local, como a área de produção de carvão e a secagem de grãos, reforçam a hipótese de que a fazenda desempenhava um papel econômico relevante.   Esses elementos indicam uma produção organizada de recursos, possivelmente para abastecimento de uma comunidade maior ou até mesmo para fins comerciais. Voluntários escavam uma trincheira no sítio arqueológico. — Crédito da Imagem: Grampus Heritage O processo de escavação e as evidências A investigação arqueológica começou em 2022, quando imagens aéreas revelaram marcas incomuns no solo da Fazenda High Tarns.   A equipe inicialmente acreditava que o local poderia estar ligado ao mosteiro cisterciense de Holme Cultram, fundado no Século XII.   No entanto, as escavações do verão de 2023 revelaram uma história muito mais antiga. Durante 12 dias de escavação, voluntários locais ajudaram a desenterrar importantes achados arqueológicos.   Foram identificadas dez cavidades de postes estruturais, sugerindo a dimensão da construção, além de artefatos e milhares de pequenos grãos de aveia preservados.   Segundo Don O’Meara, arqueólogo ambiental do Historic England, a presença de um grande secador de grãos é uma evidência da importância da produção agrícola no local. O arqueólogo Mark Graham na trincheira onde o forno de secagem de grãos foi encontrado. — Crédito da Imagem: Grampus Heritage Repercussão e futuro da pesquisa Mark Graham enfatiza que a descoberta da fazenda em Cumbria preenche uma lacuna significativa na história arqueológica da região.   Estudos anteriores indicavam forte presença viking em nomes de lugares e artefatos, mas poucos vestígios estruturais haviam sido encontrados. Neste sentido, Graham, afirma:   Um bom lugar para construir e viver continua sendo um lugar atraente para habitação ao longo dos séculos. Isso reforça a importância da Fazenda High Tarns, onde conseguimos encontrar toda a planta de um edifício da Era Viking.   A equipe de pesquisadores agora planeja expandir a investigação e realizar novas escavações na área.   A esperança é encontrar mais vestígios que possam fornecer uma compreensão ainda mais detalhada sobre a vida e a estrutura social dos vikings na Grã-Bretanha.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referências FINIGHAN, Bethan. Archaeology breakthrough as 'Britain's largest Viking building' unearthed . Manchester Evening News. Manchester, 05 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.manchestereveningnews.co.uk/news/uk-news/archaeology-breakthrough-britains-largest-viking-31134620 >. Acesso em: 06 de mar. de 2025.   WIZEVICH, Eli. Archaeologists Say They’ve Unearthed Britain’s Largest Known Viking-Age Building Beneath a Family Farm . Smithsonian Magazine. Washington, 03 de mar. de 2025. Disponível em: < https://www.smithsonianmag.com/smart-news/archaeologists-say-theyve-unearthed-britains-largest-known-viking-age-building-beneath-a-family-farm-180986124/ >. Acesso em: 06 de mar. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Arqueologia   #LivrosVikings

  • A maior fazenda viking da Inglaterra

    Arqueólogos e voluntários descobriram uma enorme fazenda viking em Cumbria, revelando novas evidências da influência nórdica na região   Uma representação de fazenda viking em Cumbria, Inglaterra, durante a Era Viking (Séculos IX-X), com um grande salão de madeira. — Crédito da Imagem: DALL·E Índice 1.   A descoberta da fazenda viking ; 2.   Análises e datação ; 3.   A influência nórdica em Cumbria ; 4.   Importância da descoberta ; 5.   Referências .   A história viking na Inglaterra sempre foi um campo de grande interesse para arqueólogos e historiadores.   Recentemente, uma descoberta impressionante em Cumbria trouxe novas evidências sobre a presença nórdica na região: uma fazenda viking monumental, considerada a maior já encontrada no país.   Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . O achado oferece uma rara visão sobre a vida rural dos vikings e sua influência no desenvolvimento da Inglaterra medieval.   A descoberta da fazenda viking Tudo começou com a identificação — feita por imagens de satélite — de marcas incomuns nas plantações. Inicialmente, acreditava-se que os vestígios indicavam uma fazenda medieval monástica.   No entanto, as escavações em High Tarns Farm revelaram algo muito mais significativo: uma monumental estrutura de 50 metros de comprimento por 15 metros de largura, incluindo um grande salão, uma fornalha de carvão e um secador de grãos feito de argila e pedra.   O local foi escavado por cinquenta voluntários da comunidade de Silloth, que trabalharam sob a supervisão de arqueólogos da Grampus Heritage, tal qual afirmou Mark Graham, arqueólogo líder da investigação:   Essa escavação foi totalmente conduzida por voluntários da comunidade, que dedicaram seu tempo para descobrir nosso passado compartilhado.   Análises e datação Os restos de madeira encontrados nos buracos das colunas de sustentação foram submetidos à datação por carbono-14, revelando que a construção data de um período entre 990 e 1040 d.C., quando os vikings ainda governavam partes da Inglaterra.   O layout da fazenda se assemelha às grandes propriedades rurais da aristocracia dinamarquesa da época, confirmando sua origem nórdica, assim como explicou Graham:   A descoberta não apenas confirma a presença viking na região, mas também fornece informações sobre a estrutura social e a atividade agrícola da época.   A influência nórdica em Cumbria A presença viking em Cumbria sempre foi sugerida por nomes de lugares e artefatos isolados, mas nunca uma evidência tão concreta havia sido descoberta. Um dos achados mais notáveis até então foi feito em 1994, quando um incêndio na Igreja de St. Michael, em Workington, revelou uma coleção substancial de esculturas e metalurgia anglo-escandinava datadas dos Séculos IX ao XI.   O acadêmico Nick Higham apontou que, apesar da influência viking evidente na região, nunca havia sido localizado um assentamento comprovadamente escandinavo em Cumbria. Essa nova descoberta pode finalmente preencher essa lacuna histórica.   Importância da descoberta Este achado arqueológico é de imensa relevância por diversos motivos: Confirma a presença viking em uma região onde evidências físicas eram escassas; Revela detalhes sobre a organização social e a economia agrícola dos vikings na Inglaterra; Demonstra a sofisticação das construções nórdicas, que resistiram ao tempo.   Neste contexto, ainda Segundo Graham:   Você realmente não encontra muita arqueologia dessa época em nosso condado. É uma grande lacuna em nosso conhecimento.   A descoberta da fazenda viking em Cumbria é um marco na arqueologia britânica, trazendo novos insights  sobre a presença nórdica na região e preenchendo lacunas históricas.   Com escavações e estudos adicionais, poderemos entender ainda mais sobre o impacto viking no desenvolvimento medieval da Inglaterra.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referências JESSEN, Camila. Largest Viking Farm in England Discovered .  MSN, 25 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.msn.com/en-in/news/other/largest-viking-farm-in-england-discovered/ar-AA1zGHKA >. Acesso em: 26 de fev. de 2025.   NATALE, Michael. 50 Volunteers Dug Up a Farm and Discovered an Ancient Viking Structure .  Popular Mechanics, 25 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.popularmechanics.com/science/a63822996/ancient-viking-structure/ >. Acesso em: 26 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Arqueologia   #LivrosVikings

  • As doenças que afligiam os vikings: novas descobertas sobre a saúde na Era Viking

    Pesquisas revelam infecções e doenças ósseas nos crânios vikings de Varnhem, Suécia Tomografia computadorizada de um crânio viking na Universidade de Gotemburgo. — Crédito da Imagem: Carolina Bertilsson Estudos recentes conduzidos por cientistas da Universidade de Gotemburgo lançaram luz sobre a saúde dos vikings que viveram entre os Séculos X e XII na Suécia. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora .   A análise detalhada de crânios encontrados no sítio arqueológico de Varnhem revelou que muitas dessas pessoas sofriam de infecções crônicas, osteoartrite e doenças dentárias severas, o que sugere uma qualidade de vida afetada por dores persistentes e a ausência de cuidados médicos eficazes.   Índice 1.   O estudo dos crânios vikings ; 2.   Infecções e doenças dentárias ; 3.   O impacto da falta de cuidados médicos ; 4.   Avanços nas análises com tomografia computadorizada ; 5.   O futuro das pesquisas sobre a saúde dos vikings ; 6.   Referência .   Crânio posicionado no tomógrafo para análise. — Crédito da Imagem: C. Bertilsson et al.  BDJ Open (2025) O estudo dos crânios vikings A pesquisa, publicada no British Dental Journal Open, utilizou tomografia computadorizada (TC) para examinar 15 crânios de indivíduos com idades entre 20 e 60 anos.   O objetivo era investigar sinais de doenças que afetaram a vida dessas pessoas na Era Viking. O sítio arqueológico de Varnhem na província de Västergötland é conhecido por abrigar milhares de sepultamentos bem preservados, tornando-se um local valioso para esse tipo de estudo.   Os exames revelaram que vários indivíduos apresentavam marcas ósseas deixadas por infecções no ouvido e nos seios da face, além de sinais de osteoartrite e diversas enfermidades dentárias.   Essas condições indicam que os vikings sofriam de problemas crônicos que poderiam afetar sua capacidade de viver plenamente.   Infecções e doenças dentárias Entre os problemas mais comuns identificados estavam infecções severas da gengiva e da mandíbula, cáries avançadas e doenças periodontais, além de infecções periapicais — inflamações que ocorrem na raiz dos dentes devido a cáries não tratadas.   Foram encontradas também evidências de sinusites crônicas e infecções do ouvido médio que, sem tratamento adequado, poderiam ter causado dor intensa e, em casos mais graves, levado a complicações fatais.   A pesquisadora Carolina Bertilsson, uma das líderes do estudo, explicou:   Os resultados fornecem uma compreensão mais profunda sobre a saúde dessas pessoas. Todos nós sabemos o quanto uma dor persistente pode ser desesperadora, e naquela época eles não tinham acesso a cuidados médicos, analgésicos ou antibióticos como temos hoje. Uma infecção podia se arrastar por muito tempo.   O impacto da falta de cuidados médicos Na ausência de tratamentos eficazes, infecções que hoje seriam facilmente resolvidas com antibióticos podiam se espalhar e deixar marcas nos ossos.   A falta de cuidados dentários adequados, aliada a uma dieta baseada em grãos e alimentos fibrosos, também contribuiu para o desgaste dos dentes e a propagação de infecções na cavidade oral.   Embora os vikings fossem conhecidos por sua higiene pessoal avançada para os padrões medievais, os dados mostram que a realidade de sua saúde era bem diferente da imagem heroica popularizada na cultura moderna. Cisto no dente 36 do indivíduo 12. — Crédito da Imagem: C. Bertilsson et al.  BDJ Open (2025) Avanços nas análises com tomografia computadorizada O uso da tomografia computadorizada foi fundamental para identificar doenças ósseas e infecções que poderiam passar despercebidas em análises convencionais.   O método permitiu a obtenção de imagens detalhadas sem a necessidade de danificar os ossos, preservando os achados arqueológicos para estudos futuros.   A pesquisa também contou com a colaboração de especialistas em radiologia odontológica e arqueólogos do Museu de Västergötland.   O estudo identificou alterações ósseas causadas por infecções crônicas, como a esclerotização do processo mastoide e a deposição de osso periosteal, um indicativo de inflamação persistente.   O futuro das pesquisas sobre a saúde dos vikings Os pesquisadores planejam expandir a análise para um número maior de amostras e comparar os resultados com populações vikings de outras regiões.   Isso ajudará a entender se essas doenças eram comuns em diferentes assentamentos ou se fatores ambientais e culturais influenciaram a saúde dos habitantes de Varnhem.   Esses novos achados reforçam a importância da arqueologia na reconstrução da vida cotidiana dos vikings e desafiam visões romantizadas sobre sua robustez e resistência física.   Ao contrário do que muitos imaginam, essas populações lidavam com enfermidades debilitantes e sofriam com a ausência de tratamentos médicos eficazes.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referências BERTILSSON, C., BORG, E., VRETEMARK, M. et al. Findings from computed tomography examinations of Viking age skulls . BDJ Open, v. 11, p. 18, 2025. DOI: 10.1038/s41405-025-00309-9 .   RADLEY, Dario. CT scans of Viking-age skulls reveal widespread disease. Archaeology News. 22 de fev. de 2025. Disponível em: < https://archaeologymag.com/2025/02/viking-skulls-reveal-widespread-disease >. Acesso em: 24 fev. 2025.   VIKING Skulls Display Evidence of Widespread Disease . Archaeology Magazine. Long Island, 24 de fev. de 2025. Disponível em: < https://archaeology.org/news/2025/02/24/viking-skulls-display-evidence-of-widespread-disease >. Acesso em: 24 fev. 2025. 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  • Os vikings e a Lenda da Cabra Heidrún: uma fonte inesgotável de hidromel

    Os vikings acreditavam que Heiðrún — uma cabra da Mitologia Nórdica — fornecia hidromel ilimitado aos guerreiros caídos do Valhǫll   Ilustração do manuscrito islandês SÁM 66, preservado no Instituto Árni Magnússon de Estudos Islandeses. — Crédito da Imagem: Jakob Sigurðsson / Domínio Público Índice 1.   Heiðrún: a mítica cabra de Valhǫll ; 2.   A confusão entre mjöðr e cerveja ; 3.   As fontes históricas e traduções ; 4.   O simbolismo da cabra na mitologia viking ; 5.   Referência .   Os vikings acreditavam que os guerreiros mais bravos, ao morrerem em batalha, seriam escolhidos por Óðinn para habitar Valhǫll, o "Salão dos Caídos".   Esse “paraíso” guerreiro era um local de festas intermináveis, batalhas diárias e uma fonte inesgotável de comida e bebida.   Publique seu livro pela Livros Vikings Editora . Entre os mitos mais curiosos desse salão está a lenda de Heiðrún, uma cabra sobrenatural que fornecia uma bebida alcoólica diretamente de suas tetas.   Essa história, amplamente compartilhada nas redes sociais é “verdadeira”, mas sofreu algumas alterações ao longo do tempo.   Heiðrún: a mítica cabra de Valhǫll Segundo os textos da mitologia nórdica, Heiðrún vivia em Valhǫll, alimentando-se dos brotos da mítica árvore Lærað.   O que a tornava especial era a sua habilidade de produzir uma quantidade infinita de mjöðr (hidromel), uma bebida fermentada à base de mel.   Jean I. Young traduziu, em 1954, para o inglês um trecho da "Edda em Prosa" que descreve Heiðrún:   A goat called Heiðrún stands up (on its hind legs) in Valhalla biting the buds off the branches of that very famous tree which is called Lærað. From her teats runs the mead with which every day she fills a cauldron, which is so big that all the Einherjar can drink their fill from it — uma cabra chamada Heiðrún fica em Valhǫll mordiscando os brotos da famosa árvore Lærað. De suas tetas escorre mjöðr, que diariamente enche um caldeirão tão grande que todos os Einherjar podem beber à vontade.   Os Einherjar eram os guerreiros caídos que residiam em Valhǫll, e a bebida lhes era servida para acompanharem os intermináveis banquetes ao lado dos deuses.   A confusão entre mjöðr e cerveja Embora muitos relatem que Heiðrún produzia cerveja, as fontes históricas afirmam que, na verdade, o líquido produzido era hidromel.   A confusão surge da popularização da cerveja como a principal bebida alcoólica ao longo dos séculos, mas na era viking, o mjöðr era considerado a bebida dos deuses. Traduções da "Edda Poética" também reforçam esse ponto:   Heidrun the goat is called, that stands o'er Odin's hall, and bites from Lærad's branches. He a bowl shall fill with the bright mead; that drink shall never fail — é chamada Heiðrún, a cabra, que está sobre o salão de Óðinn, mordiscando os galhos de Lærað. Ela enche um caldeirão com mjöðr claro e brilhante, e essa bebida nunca falta.   (Tradução original para o inglês por Benjamin Thorpe, 2004)   As fontes históricas e traduções Os principais registros que mencionam Heiðrún são: Edda em Prosa, escrita por Snorri Sturluson em 1220 d.C.; Edda Poética, uma coleção de poemas mitológicos preservados na Islândia medieval; Manuscrito SÁM 66, datado de 1765-1766, que contém uma ilustração de Heiðrún.   Os manuscritos mostram que a cabra era vista como um símbolo de fartura e abundância, um elemento essencial nas crenças vikings sobre o pós-vida.   O simbolismo da cabra na mitologia viking A história de Heiðrún não é apenas uma curiosidade sobre a cultura viking, mas também um reflexo da importância do mjöðr como um símbolo de status  e prosperidade.   Enquanto a narrativa original foi alterada ao longo dos séculos, a essência da lenda permanece: os vikings acreditavam em uma vida após a morte repleta de festas, batalhas e recompensas divinas.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência CLARKE, Amelia. Vikings believed a goat dispensing endless beer from its udders awaited them in heaven? . Snops, 07 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.snopes.com/fact-check/vikings-beer-goat/ >. Acesso em: 11 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #MitologiaNórdica   #LivrosVikings

  • Tesouro Viking de Galloway: nova tradução rúnica revela propriedade comunitária

    Inscrição rúnica do Tesouro Viking de Galloway sugere que ele pertencia a uma comunidade, lançando nova luz sobre os costumes da época   A tradução das runas foi descrita como um "desenvolvimento realmente interessante e significativo". — Crédito da Imagem: NMS Índice 1.   A descoberta do Tesouro Viking ; 2.   A inscrição rúnica ; 3.   O significado da inscrição ; 4.   Desafios na tradução ; 5.   A exposição internacional ; 6.   Referência .   Desde sua descoberta em 2014, o Tesouro Viking de Galloway tem sido alvo de intensas pesquisas e debates acadêmicos.   Recentemente, uma nova análise revelou uma inscrição rúnica em um bracelete viking sugerindo que o tesouro pertencia a uma comunidade, e não a um indivíduo.   Essa descoberta lança nova luz sobre os costumes da Era Viking, sua organização econômica e social.   A descoberta do Tesouro Viking O Tesouro de Galloway foi encontrado por um detectorista de metais no sul da Escócia e é considerado um dos achados arqueológicos mais significativos do Reino Unido.   Ele inclui uma variedade de artefatos preciosos, como uma cruz peitoral, um jarro de cristal associado ao Bispo Hyguald e diversos objetos de ouro e prata. Ainda há muitas "questões sem resposta" sobre os itens do Galloway encontrados há mais de uma década. — Crédito da Imagem: NMS A inscrição rúnica A recente tradução de uma inscrição rúnica presente em um bracelete sugere a frase:   Esta é a riqueza/propriedade da comunidade .   A interpretação foi realizada por uma equipe do National Museums Scotland (NMS), com a colaboração do renomado runologista Dr. David Parsons, da Universidade de Gales.   O significado da inscrição A ideia de que um tesouro desse porte fosse propriedade comunitária é revolucionária e, segundo Dr. Martin Goldberg, curador do NMS:   Essa revelação levanta novas questões sobre os motivos que levaram ao enterro do tesouro e sobre qual comunidade específica ele pertencia.   Alguns dos objetos, como o jarro de cristal e a cruz peitoral indicam que poderia ser de um grupo religioso.   Desafios na tradução Dr. Parsons explicou que a inscrição apresenta peculiaridades linguísticas que a diferenciam de outras inscrições rúnicas conhecidas.   Ele ressaltou que, assim como no inglês moderno, pode haver variações regionais e idiomáticas que justificam essas diferenças.   Apesar disso, a mensagem da inscrição parece clara e coerente com o contexto do Tesouro de Galloway.   A exposição internacional A descoberta foi anunciada no início de uma exposição internacional que levará o Tesouro de Galloway para diversos países, começando pela Austrália.   O bracelete com a inscrição estará em exibição no South Australian Museum, em Adelaide.   A nova tradução rúnica do Tesouro de Galloway adiciona uma camada intrigante à nossa compreensão sobre a Era Viking.   O conceito de propriedade comunitária desafia a narrativa tradicional de que a riqueza viking era acumulada e guardada por indivíduos poderosos.   Esta descoberta reforça a importância do estudo das inscrições rúnicas para desvendar aspectos menos conhecidos do cotidiano viking.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência RUNE suggests Galloway Hoard belonged to Community . BBC. Londres, 07 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.bbc.com/news/articles/ckgyprnen6zo >. Acesso em: 09 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Arqueologia #LivrosVikings

  • Odense revitalizará a Fortaleza Viking Nonnebakken com investimento milionário

    A conexão de Odense com o legado viking será ampliada com um projeto de restauração que trará mais visibilidade à fortaleza Nonnebakken   Localização da fortaleza viking Nonnebakken, no centro de Odense, próxima a Hunderupvej e ao Rio Odense. Anel externo: fosso. Anel interno: muralha. — Crédito da Imagem: Odense Municipality Índice 1.   A relevância de Nonnebakken na Era Viking ; 2.   O Projeto de Restauração ; 3.   Patrimônio Mundial da UNESCO ; 4.   Impacto para Odense ; 5.   Referência .   A cidade de Odense, na Dinamarca, está prestes a testemunhar uma grande transformação histórica com a revitalização da fortaleza viking Nonnebakken.   O projeto, que terá início até o outono de 2026, visa tornar a estrutura mais visível e reforçar sua importância histórica. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora .   Com um investimento de mais de R$ 21 milhões, financiado pelo Município de Odense e por fundações privadas. A iniciativa destacará a localização da fortaleza e seu papel na estratégia militar da Era Viking.   A relevância de Nonnebakken na Era Viking Construída por volta do ano 980 d.C., Nonnebakken faz parte de um complexo sistema defensivo que inclui cinco fortificações circulares conhecidas como ringborge.   Essas fortificações foram erguidas sob o reinado de Haraldr blátǫnn — Harald Bluetooth ou Haroldo Dente Azul — e são caracterizadas por sua estrutura perfeitamente circular, quatro portões alinhados aos pontos cardeais e grandes salões organizados em padrão simétrico.   A fortaleza de Odense possuía um diâmetro de 180 metros, um fosso de nove metros de largura e uma muralha de 15 metros reforçada com madeira. Hoje, sua visibilidade é limitada, porém o projeto visa alterar essa realidade. O Projeto de Restauração O plano de revitalização inclui: Marcação do contorno da fortaleza com largas faixas de aço para delinear sua extensão original; Instalação de marcadores nas ruas Allégade e Hunderupvej, onde a fortaleza se localizava; Colocação de um modelo em bronze da fortaleza no parque em frente a Nonnebakken.   Essas intervenções garantirão que tanto moradores quanto visitantes compreendam melhor a dimensão e a relevância do local.   Patrimônio Mundial da UNESCO Em 2023, os cinco ringborge da Dinamarca foram adicionados à Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO, consolidando sua importância histórica. Diferente da fortaleza circular de Fyrkat, mostrada na imagem, Nonnebakken está situada no centro da moderna cidade de Odense. — Crédito da Imagem: Morten Rasmussen/Ritzau Scanpix Além de Nonnebakken, fazem parte da lista:   Trelleborg, perto de Slagelse; Aggersborg, próximo ao Limfjord, em Jutlândia do Norte; Fyrkat, perto da cidade de Hobro; Borgring, ao sul de Copenhague.   Impacto para Odense O prefeito de Odense, Peter Rahbæk Juel, enfatizou que o projeto fortalecerá a identidade viking da cidade:   A localização da fortaleza no centro da cidade merece atenção e ajuda a contar a história de Odense como um local estrategicamente importante na Era Viking e na atualidade.   Com essa revitalização, Odense não apenas reforça sua conexão com o passado, mas também se posiciona como um destino ainda mais atraente para entusiastas da Era Viking e turistas em busca de um mergulho na história escandinava.   A transformação de Nonnebakken representa um passo significativo na preservação do legado viking.   O projeto permitirá que futuras gerações compreendam e valorizem a grandiosidade da arquitetura e estratégia militar dos vikings, reforçando a relevância histórica desses nórdicos que moldaram a Europa.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência ODENSE'S Viking ring fortress to receive major investment . The Local. Copenhague, 04 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.thelocal.dk/20250204/odenses-viking-ring-fortress-to-receive-major-investment >. Acesso em: 05 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Curiosidades #LivrosVikings

  • A mais antiga pedra rúnica: escrita muito antes da Era Viking

    A Svingerud, a mais antiga pedra rúnica já descoberta, revela segredos da escrita germânica mesmo antes da Era Viking   Close-up da inscrição "idiberug/n" na pedra rúnica mais antiga. — Crédito da Imagem: CC BY-SA 4.0 Índice 1.   A descoberta da Pedra de Svingerud ; 2.   Decifrando as inscrições pré-viking ; 3.   A origem das runas ; 4.   A função das Pedras Rúnicas ; 5.   Referência .   A origem das runas germânicas sempre gerou debates entre pesquisadores, mas um recente achado na Noruega pode trazer respostas definitivas.   Fragmentos de uma pedra rúnica encontrados no campo funerário de Svingerud, em Hole, revelam inscrições enigmáticas que antecedem a Era Viking. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora .   Datadas entre 50 a.C. e 275 d.C., a descoberta reforça a hipótese de que os povos germânicos já experimentavam a escrita rúnica antes de sua consolidação na Era Viking.   A descoberta da Pedra de Svingerud Durante escavações conduzidas pelo Museu de História Cultural da Universidade de Oslo entre 2021 e 2023, arqueólogos desenterraram diversos fragmentos de arenito dispersos em três sepulturas distintas: Hole 1, Hole 2 e Hole 3.   A principal peça rúnica estava na sepultura Hole 2, enquanto outros fragmentos foram encontrados em Hole 1 e Hole 3.   A reconstituição desses fragmentos resultou na mais antiga pedra rúnica conhecida, superando em idade os monumentos rúnicos da Era Viking, que datam dos Séculos IX ao XI.   Decifrando as inscrições pré-viking A pedra rúnica de Svingerud apresenta uma série de caracteres rúnicos e elementos visuais, como formas triangulares e padrões em zigue-zague.   Algumas inscrições se mostraram de difícil interpretação devido ao desgaste da superfície, mas algumas sequências fornecem pistas valiosas:   "Idiberug":  uma sequência de oito runas que pode indicar o nome de um indivíduo falecido, possivelmente uma mulher; "Runo" e "Fahido": termos encontrados na parte correspondente à sepultura Hole 3, que podem significar "runa" e "inscreveu" ou "pintou", sugerindo que a pedra foi dedicada a uma pessoa específica; Sequência Futhark:  três runas semelhantes às primeiras letras do futhark (sistema rúnico germânico) sugerem uma das primeiras representações conhecidas desse sistema de escrita.   A origem das runas A presença de caracteres rúnicos tão antigos sugere que a escrita germânica pode ter sido influenciada pelo alfabeto latino, uma vez que os romanos começaram a interagir com esses povos por volta do Século II a.C.   Algumas runas também tinham ligação com a mitologia nórdica, sendo associadas a divindades nórdicas.   No decorrer dos séculos, o sistema rúnico evoluiu, passando do Proto-Nórdico para o Nórdico Antigo no Século VIII, e permaneceu em uso até o Século XIV, quando o cristianismo e o alfabeto latino se espalharam pela Escandinávia.   Assista ao episódio completo do Viking Cast com Sacerdote Allan Marante sobre Espiritualidade Nórdica e Runologia. — Crédito do Vídeo: Livros Vikings A função das Pedras Rúnicas Os pesquisadores acreditam que a Pedra de Svingerud tenha sido criada para fins comemorativos, um costume que se tornaria comum na Era Viking.   Durante esse período, pedra rúnicas eram frequentemente erguidas para homenagearem líderes e parentes falecidos. A mensagem gravada geralmente seguia a estrutura "X ergueu esta pedra para Y", registrando nomes e feitos de pessoas importantes.   O fato de a Pedra de Svingerud ter sido fragmentada sugere que ela teria sido reaproveitada em sepulturas subsequentes, indicando mudanças nas práticas fúnebres da época.   A Pedra de Svingerud é um dos achados mais importantes da arqueologia germânica, pois representa a mais antiga e concreta evidência da escrita rúnica.   Seu estudo fornece pistas sobre a origem e a evolução desse sistema de escrita, bem como sobre as práticas funerárias dos povos germânicos antes da Era Viking.   Pesquisas adicionais serão necessárias para determinarem sua exata função e relacão com outras inscrições da época, mas sua descoberta já redefine o conhecimento sobre os primórdios da cultura escrita nórdica.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência KNUDSON, Jack. The Oldest Runestone Conveys Norse Language Before the Viking Age . Discover Magazine. Wilmington, 03 de fev. de 2025. Disponível em: < https://www.discovermagazine.com/the-sciences/the-oldest-runestone-conveys-norse-language-before-the-viking-age >. Acesso em: 04 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia  #Arqueologia #LivrosVikings

  • Bee, a pequena embarcação ‘viking’ que revive a tradição naval da Escócia

    Um projeto educacional e histórico restaura uma “yole” centenária, preservando as tradições navais herdadas dos vikings   Após uma restauração anterior, a embarcação foi utilizada para aulas de navegação. — Crédito da Imagem: BBC Índice 1.   Do abandono ao renascimento: a nova vida da Bee ; 2.   Aulas práticas e conexão com o passado ; 3.   O legado viking e a importância da preservação ; 4.   Referência .   A Bee é uma Stroma yole, um pequeno barco construído com a técnica de clinker planking (casco de tábuas sobrepostas), um método de origem escandinava.   Seu formato leve e versátil remete diretamente aos navios vikings que exploraram e colonizaram as Ilhas Britânicas. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora .   Construída em 1904, a Bee foi utilizada por décadas no transporte de gado e suprimentos entre a ilha de Stroma e o continente escocês.   A travessia do Pentland Firth, um dos trechos marítimos mais traiçoeiros do Atlântico Norte, exigia embarcações resistentes, e o design herdado dos vikings foi essencial para garantir segurança e eficiência.   No entanto, sua trajetória foi marcada por desafios. Em 1941, um incidente inesperado quase selou seu destino: um touro, irritado durante a viagem, perfurou o casco da embarcação com a pata, tornando-a inutilizável.   Abandonada na praia, a Bee ficou exposta às intempéries por quase três décadas, refletindo a decadência da ilha de Stroma, cuja população caiu drasticamente ao longo do Século XX, tornando-se completamente desabitada em 1997.   A Bee era usada para transportar gado entre Stroma e o continente escocês. — Crédito da Imagem: BBC Do abandono ao renascimento: a nova vida da Bee Resgatada em 1968 e restaurada, a Bee foi utilizada como barco de lazer privado por várias décadas. Em 2019, após ser adquirida pelo Berwickshire Marine Trust, passou a ser usada no ensino de navegação tradicional.   No entanto, após a morte de seu último proprietário, acabou esquecida sob uma lona no estaleiro de Eyemouth.   Foi então que o Viking Project, um programa de aprendizado prático voltado para jovens, assumiu a missão de restaurá-la.   Liderado por Kevin McClure, o projeto visa capacitar estudantes da Eyemouth High School em carpintaria naval e restauração de embarcações históricas, tal qual afirma McClure:   A Bee está nos permitindo reviver uma tradição de construção naval que remonta aos vikings [...] Nosso objetivo é que esses jovens aprendam não apenas as técnicas de restauro, mas também como essas embarcações foram fundamentais para a identidade marítima da Escócia.   Estudantes estão restaurando a Bee em um hangar em Eyemouth. — Crédito da Imagem: BBC Aulas práticas e conexão com o passado O projeto envolve cerca de uma dúzia de alunos e ex-alunos da Eyemouth High School, que participam de oficinas semanais, onde aprendem carpintaria naval, sustentabilidade, planejamento de negócios e gestão financeira.   Caleb, um dos alunos envolvidos, destaca a experiência adquirida:   Tem sido incrível estudar a história da Bee e entender como os construtores navais da época a projetaram para enfrentar as águas traiçoeiras do Pentland Firth.   Seb, outro participante, reforça o impacto da iniciativa:   Além de restaurar a Bee, estamos pensando no que faremos com ela no futuro. Esperamos vê-la navegando novamente.   O impacto do projeto vai além da reconstrução da Bee. Com seu sucesso, outras atividades envolvendo a restauração de edifícios históricos, como trabalhos em pedra e reboco tradicional são planejadas para os arredores de Eyemouth.   O legado viking e a importância da preservação A Bee é um testemunho vivo de como as influências vikings persistem na Escócia até hoje.   Sua estrutura reflete a sofisticação naval herdada dos antigos navegadores escandinavos, e sua restauração destaca a importância de preservar as habilidades que permitiram aos vikings explorarem, conquistarem e estabelecerem colônias ao longo do Atlântico Norte.   Mais do que restaurar um barco antigo, o Viking Project está garantindo que o conhecimento tradicional da construção naval continue a ser transmitido.   Em uma época em que a modernidade frequentemente leva à perda de técnicas ancestrais, iniciativas como essa são fundamentais para manter viva a herança dos mestres construtores navais vikings.   No horizonte, espera-se que a Bee retorne ao mar, cumprindo novamente seu papel como símbolo da resistência e da engenhosidade de seus criadores. Seu legado, assim como o dos vikings, continua a navegar através das gerações.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência KNOX, David. The Viking-style boat reviving traditional skills . BBC. Londres, 30 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.bbc.com/news/articles/c5yek66xyeeo >. Acesso em: 03 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Curiosidades #LivrosVikings

  • Caso de Polícia: o roubo do tesouro viking de Herefordshire

    O roubo do tesouro viking de Herefordshire, avaliado em R$ 7,24 milhões desencadeou uma caçada policial e revelou segredos históricos   Um mandado de prisão foi emitido após o ladrão do tesouro viking de Herefordshire, avaliado em R$ 7,24 milhões, não comparecer ao tribunal. — Crédito da Imagem: SWNS Índice 1.   A traição e o mercado clandestino ; 2.   A investigação e as condenações ; 3.   As peças desaparecidas do tesouro viking ; 4.   A importância histórica do achado ; 5.   O futuro do tesouro e a exposição no museu ; 6.   Referências .   Em 2015, os detectoristas de metal George Powell e Layton Davies realizaram uma das descobertas mais extraordinárias da arqueologia britânica: um tesouro viking do Século IX enterrado em um campo em Eye, próximo a Leominster, Herefordshire.   O achado incluía cerca de 300 moedas de prata, um anel de ouro, um bracelete com cabeça de dragão, um pingente de cristal e um lingote de prata.   Historiadores sugerem que esse tesouro foi escondido por um viking durante o período de intensas incursões na Inglaterra, possivelmente ligado ao Grande Exército Pagão, que aterrorizou os reinos anglo-saxões.   Duas moedas encontradas junto ao tesouro viking de Herefordshire, reforçando sua importância histórica. — Crédito da Imagem: Herefordshire Museums Entre as moedas recuperadas, uma em especial retrata os Reis “Alfredo, o Grande”, de Wessex, e “Ceolwulf II”, da Mércia, sugerindo uma aliança antes desconhecida.   A traição e o mercado clandestino Ao invés de seguir a legislação britânica e relatar a descoberta às autoridades, Powell e Davies decidiram vender ilegalmente o tesouro para colecionadores do mercado clandestino.   Apenas 31 moedas e algumas joias foram inicialmente recuperadas, enquanto cerca de 75% do tesouro permanece desaparecido.   Além de ocultar os artefatos, Powell entregou ao dono do terreno apenas três moedas de pouco valor, tentando minimizar a importância da descoberta.   A dupla negociou os itens em pequenas quantidades, lucrando consideravelmente com a venda ilegal.   A investigação e as condenações A conspiração dos detectoristas não passou despercebida. Em 2019, Powell e Davies foram condenados por ocultarem e comercializarem tesouros históricos.   Powell recebeu uma sentença de 10 anos de prisão, reduzida para seis anos e meio após recurso. Davies foi condenado a oito anos e meio, posteriormente reduzidos para cinco anos.   Além deles, os comerciantes de moedas Paul Wells e Simon Wicks também foram condenados por envolvimento no esquema.   Em 2019, uma operação policial resultou na recuperação de mais 44 moedas, avaliadas em R$ 5.61 milhões, quando Craig Best e Roger Pilling tentaram vendê-las para um suposto comprador dos EUA. Ambos foram condenados a cinco anos de prisão em 2023.   Mesmo após a condenação, Powell e Davies continuaram a se recusarem a devolver os lucros da venda ilegal.   Powell deveria comparecer ao tribunal em janeiro de 2025 para justificar o não pagamento de R$ 4,34 milhões, mas não compareceu, resultando na emissão de um mandado de prisão.   Enquanto isso, Davies já cumpre uma pena adicional de cinco anos e três meses por não restituir R$ 4,85 milhões.   As peças desaparecidas do tesouro viking Até hoje, grande parte do tesouro Viking de Herefordshire permanece desaparecida. Estima-se que pelo menos 225 moedas e outros itens de ouro e prata ainda estejam em circulação na ilegalidade ou escondidos por colecionadores do submundo.   A polícia e historiadores seguem buscando pistas para localizarem os artefatos restantes. A raridade e o valor histórico dessas peças fazem delas alvos valiosos para leiloeiros clandestinos e negociantes de antiguidades.   O tesouro viking de Herefordshire. — Crédito do Vídeo: Jorvik Viking Centre A importância histórica do achado O tesouro não apenas representa uma grande riqueza material, mas também oferece novas perspectivas sobre a relação entre anglo-saxões e vikings do Século IX.   A presença da moeda com os Reis Alfredo e Ceolwulf II reforça a tese de que Wessex e Mércia mantinham uma aliança estratégica contra as incursões vikings.   Os artefatos também revelam detalhes sobre a joalheria e a metalurgia da época, bem como o uso de moedas para transações comerciais.   A descoberta fortalece evidências de que Herefordshire foi uma região estratégica durante as invasões vikings. Seleção de artefatos do tesouro viking de Herefordshire, um dos achados mais valiosos do período anglo-saxão. — Crédito da Imagem: Herefordshire CC O Futuro do tesouro e a exposição no museu Atualmente, as peças recuperadas fazem parte do acervo do Hereford Museum, que arrecadou R$ 5.62 milhões para adquirir os artefatos e garantir sua preservação.   O tesouro já foi exibido no Jorvik Viking Centre, em York, e será a atração principal da renovação do museu, que passa por uma reforma de R$ 159,31 milhões.   A esperança das autoridades e arqueólogos é que novas peças sejam recuperadas no futuro, permitindo uma compreensão ainda mais profunda sobre o impacto dos vikings na Inglaterra. Enquanto isso, a caça ao tesouro perdido continua — e com ela, a busca por justiça.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referências BAKER, Julia. Warrant issued for Herefordshire Viking hoard thief . Hereford Times. Newport, 29 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.herefordtimes.com/news/24893547.warrant-issued-herefordshire-viking-hoard-thief/ >. Acesso em: 01 de fev. de 2025.   HARTLAND, Nick. Hunt on for Viking Hoard thief over £600k court bill . Abergavenny Chronicle. Abergavenny, 30 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.abergavennychronicle.com/news/hunt-on-for-viking-hoard-thief-over-ps600k-court-bill-760907 >. Acesso em: 01 de fev. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Policial #LivrosVikings

  • Pomo de espada viking: um tesouro cerimonial e misterioso encontrado em Shetland

    Descoberto em Fetlar, o raro pomo de espada viking de cinco lóbulos, datado entre 900 e 1100 d.C., revela o status social de seu portador da Era Viking   O pomo de Fetlar da Era Viking, descoberto em Shetland. — Crédito da Imagem: Shetland Museum and Archives Índice 1.   Significado e uso cerimonial ; 2.   Conexões entre vikings e demais europeus ; 3.   O legado histórico em Shetland ; 4.   Referência .   O Shetland Museum and Archives anunciou a aquisição de um raro pomo de espada Viking datado entre 900 e 1100 d.C., encontrado em Fetlar.   A curadora Jenny Murray destacou a relevância do achado, descrevendo-o como um artefato significativo para a história local.   Com cinco lóbulos, o pomo fazia parte de uma espada cerimonial que simbolizava a alta posição social de seu proprietário, tal qual ressaltou Murray, ao enfatizar a importância histórica do objeto:   Descobertas datáveis da Era Viking são realmente raras.   Significado e uso cerimonial Arqueólogos acreditam que a espada à qual o pomo pertenceu não foi usada em combates. Em vez disso, desempenhava um papel simbólico, sendo um marcador de status frequentemente enterrado com o seu dono. Neste sentido, Murray explica:   Esse tipo de espada destacava a posição do portador na comunidade.   Cuidadosamente trabalhados, artefatos como este desempenhavam papéis importantes nos rituais funerários vikings, refletindo o apreço por poder e prestígio característicos da época.   Conexões entre vikings e demais europeus Achados semelhantes foram identificados em diversas regiões da Escandinávia e Europa Ocidental, evidenciando uma ampla rede cultural e comercial estabelecida durante a Era Viking.   A descoberta de Shetland reafirma a conexão da região com o mundo escandinavo, destacando seu papel na expansão viking.   O pomo de Fetlar simboliza a influência de uma elite viking cuja presença se fazia sentir em vários territórios, fortalecendo as tradições compartilhadas entre esses povos.   O legado histórico em Shetland A inclusão do pomo da espada no acervo do Shetland Museum and Archives lança uma nova luz sobre a história local, a exemplo do que refletiu Jenny Murray:   Podemos apenas imaginar a quem este pomo poderia ter pertencido — um misterioso viking!   A descoberta não só enriquece a coleção do museu, como também contribui para a compreensão das hierarquias sociais e das tradições cerimoniais da Era Viking.   Ela convida visitantes e estudiosos a explorarem mais profundamente a fascinante herança viking de Shetland.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência VIKING sword pommel from Fetlar finds a home in Shetland Museum . Shetland Times. Lerwick, 28 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.shetlandtimes.co.uk/2025/01/28/viking-sword-pommel-from-fetlar-finds-a-home-in-shetland-museum >. Acesso em: 28 de jan. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #História #LivrosVikings

  • Tesouros vikings: o papel dos museus na preservação e na redescoberta de suas histórias

    Os museus enfrentam desafios contemporâneos para manterem viva a memória histórica da Era Viking Museu Nacional da Irlanda: o conservador Paul Mullarjey restaura o altar do livro cristão primitivo de Kinale. — Crédito da Imagem: Nick Bradshaw Índice 1.   O desafio de preservar a história ; 2.   Artefatos e suas histórias: os vikings na Irlanda ; 3.   Repatriação e polêmica: os museus e o passado colonial ; 4.   Tecnologia e interatividade nos museus ; 5.   Tesouros do Museu Nacional da Irlanda ; 6.   Referência .   A história é preservada em objetos que transcendem o tempo, permitindo que gerações futuras acessem um mundo há muito perdido.   Os museus desempenham um papel fundamental na salvaguarda e interpretação desses artefatos, ajudando a narrar histórias complexas que moldaram civilizações.   No coração dessa missão está o trabalho incansável de profissionais dedicados à conservação e pesquisa, como no caso do Museu Nacional da Irlanda, onde relíquias vikings e artefatos medievais encontram nova vida sob cuidados meticulosos.   O desafio de preservar a história Preservar a história é mais do que uma tarefa; é uma responsabilidade imensa que recai sobre instituições como o Museu Nacional da Irlanda, que armazena mais de quatro milhões de objetos.   A maioria dessas peças permanece fora de exposição, protegida em ambientes controlados enquanto aguarda o momento de ser estudada ou exibida.   Lynn Scarff, diretora da instituição, enfatiza a necessidade de equilibrar a conservação do patrimônio com a relevância para o público contemporâneo.   As espadas vikings encontradas no Rio Shannon. — Crédito do Vídeo: RTÉ News Artefatos e suas histórias: os vikings na Irlanda Entre os artefatos mais fascinantes do acervo do museu estão as relíquias vikings. Um exemplo marcante é uma espada viking encontrada no Rio Shannon, próxima a Limerick.   Sob os cuidados da conservadora Carol Smith, a espada revelou um intricado trabalho de filigrana dourada e prateada em seu punho, visível pela primeira vez desde que os vikings a perderam há séculos.   Esses artefatos oferecem um vislumbre das práticas culturais e militares dos vikings, conectando os visitantes a um passado distante.   Por meio de estudos detalhados, os museus exploram o significado histórico de cada peça, enriquecendo o conhecimento sobre as incursões vikings na Irlanda e seu impacto cultura.   Repatriação e polêmica: os museus e o passado colonial O debate sobre a repatriação de artefatos ganha cada vez mais destaque. Scarff reconhece que muitos itens nos acervos de museus, incluindo o da Irlanda, têm origens controversas, adquiridos durante períodos de colonização.   Entre as peças do acervo irlandês estão materiais da África, da América do Norte e da Oceania, muitos deles trazidos por soldados irlandeses que serviam no exército britânico.   A discussão sobre como abordar essas coleções exige sensibilidade e transparência, destacando a necessidade de um diálogo contínuo com os países de origem.   Tecnologia e interatividade nos museus Embora a tecnologia tenha transformado a maneira como o público interage com os museus, Scarff defende que nada substitui o impacto de estar diante de um objeto histórico.   Esses artefatos são testemunhas do tempo.   Foi o que destacou Scarff, destacando a importância de equilibrar interatividade digital com a experiência sensorial que apenas a presença física pode proporcionar.   Tesouros do Museu Nacional da Irlanda O museu abriga relíquias que capturam a imaginação, como o altar do Livro de Kinale, descoberto em 1986 no fundo de Lough Kinale.   Essa peça, datada do início do Século IX é um testemunho da arte medieval irlandesa e do cuidado necessário para restaurá-la após séculos submersa.   Outro destaque é o Mitchelstown Face Cup, um recipiente da Idade do Bronze que apresenta o rosto humano mais antigo já encontrado na Irlanda.   Esses objetos não apenas contam histórias sobre o passado, mas também evocam uma conexão emocional e cultural entre os visitantes e seus ancestrais.   Os museus nacionais desempenham um papel crucial na preservação da história e na educação das gerações futuras.   Por meio de práticas inovadoras de conservação, debates éticos sobre repatriação e o uso equilibrado da tecnologia, essas instituições garantem que o passado permaneça vivo.   Na Irlanda, o trabalho meticuloso de Lynn Scarff e sua equipe é um exemplo inspirador de como os museus podem ser guardiões do tempo e agentes de mudança social.   Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência BOLAND, Rosita. You are only the sixth person to see this since the vikings: behind the scenes at the National Museum of Ireland . The Irish Times. Dublin, 25 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.irishtimes.com/culture/art/2025/01/25/the-spine-tingling-moment-of-awe-lynn-scarff-on-the-treasures-of-the-national-museum-of-ireland/ >. Acesso em: 27 de jan. de 2025. Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ... #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #História #LivrosVikings

  • Crampons Vikings: a engenhosidade escandinava para sobreviver ao gelo e à neve

    Desde o Século VIII, os vikings usavam crampons para evitarem escorregões no gelo, adaptando sua tecnologia às condições do inverno nórdico   Crampon quadrado com um cravo em cada canto, datado da Era Viking. — Crédito da Imagem: Olav Heggø / Museum of Cultural History. Índice 1.   Crampons Vikings: uma necessidade do clima escandinavo ; 2.   Diversidade de usos e designs ; 3.   Recriação histórica e testes práticos ; 4.   Referências históricas aos crampons ; 5.   Acessibilidade e popularidade dos crampons ; 6.   Referência .   Os invernos escandinavos sempre representaram desafios únicos para seus habitantes. Com neve e gelo cobrindo vastas regiões, a locomoção segura exigia soluções criativas. Publique seu livro pela Livros Vikings Editora — aproveite, porque o tem é livre!   Os vikings, conhecidos por sua engenhosidade, introduziram os crampons como forma de evitar escorregões, seja em atividades diárias ou em batalhas. Crampon em formato de estrela da Idade Média, encontrado no antigo distrito de sapateiros de Oslo (Oslogate 6). — Crédito da Imagem: Mårten Teigen / Museum of Cultural History Este artigo explora como esses dispositivos simples, mas eficazes, moldaram a vida dos nórdicos durante a Era Viking e além.   Crampons Vikings: uma necessidade do clima escandinavo Os crampons, ou garras de gelo, eram amplamente usados na Era Viking para garantir estabilidade em superfícies escorregadias.   Esses dispositivos consistiam em pequenos suportes de ferro com pontas que se fixavam às solas dos calçados, permitindo caminhar com firmeza sobre o gelo.   Curiosamente, versões adaptadas para cavalos também eram usadas, ajudando os animais a enfrentarem terrenos congelados.   Achados arqueológicos indicam que os primeiros crampons começaram a surgir no Século VIII, antes mesmo do início formal da Era Viking.   Ferraduras de gelo para cavalos da Era Viking. — Crédito da Imagem: Olav Heggø / Museum of Cultural History. Naquele período, cavalos ainda não usavam ferraduras, tornando as garras indispensáveis para evitarem acidentes nos deslocamentos.   Diversidade de usos e designs Os crampons encontrados em escavações apresentam uma variedade de formas, como triangulares, estrelados ou simples anéis.   Essas variações evidenciam a evolução do design ao longo do tempo, adaptando-se às necessidades específicas dos usuários e às condições ambientais.   Na Idade Média, versões mais sofisticadas continuaram a ser usadas, especialmente nas cidades, onde ruas pavimentadas com toras de madeira se tornavam extremamente escorregadias no inverno.   Crampon medieval encontrado em Oslo, ainda com suas alças. — Crédito da Imagem: NIKU O achado de sapatos medievais com marcas de garras em Oslo demonstra o quanto esses dispositivos estavam integrados à vida urbana.   Espen Kutschera testa crampons da Era Viking em uma colina íngreme coberta por neve compactada e escorregadia. — Crédito da Imagem: Nettavis Om Forskning Recriação histórica e testes práticos Espen Kutschera, educador do Museu de Bergen, recriou e testou réplicas de crampons vikings com base nos modelos triangulares encontrados em escavações. Os resultados confirmaram sua eficácia, tal qual afirmou Kutschera:   Eles funcionam perfeitamente, fixando-se aos sapatos com a mesma segurança das versões modernas.   Ele também destacou que, na Era Viking, os sapatos não tinham solados antiderrapantes, tornando os crampons indispensáveis para caminhar no gelo ou na neve.   Referências históricas aos crampons Os crampons não aparecem apenas em achados arqueológicos; eles também são mencionados em textos históricos.   A saga islandesa Eyrbyggja relata um episódio em que Frøystein supera seu oponente, Steintor, graças ao uso de garras nos sapatos:   Steintor lutava para se equilibrar, enquanto Frøystein permanecia firme sobre suas garras de gelo e atacava com força. Sem cravos, estes sapatos dificilmente seriam adequados para o inverno, diz o sapateiro amador Espen Kutschera. — Crédito da Imagem: Espen Kutschera. Essas narrativas reforçam como os crampons não eram apenas ferramentas práticas, mas também ofereciam vantagens estratégicas em combates.   Acessibilidade e popularidade dos crampons Embora o ferro fosse um material valioso na Era Viking, a quantidade necessária para fabricar crampons era relativamente pequena.   Esboço arqueológico de um achado medieval em Tønsberg, ilustrando como o cravo triangular era fixado à alça de couro. — Crédito da Imagem: Museum of Cultural History. Isso permitiu que uma parcela significativa da população tivesse acesso a essas ferramentas.   Marianne Vedeler, professora de arqueologia, destaca que o uso generalizado de crampons é evidenciado pela grande quantidade de exemplares encontrados em escavações, assim como explicou Vedeler:   Mais de 150 entradas no banco de dados do Museu de História Cultural em Oslo referem-se a crampons de diferentes designs.   Os crampons vikings são um exemplo fascinante da adaptabilidade escandinava às condições climáticas adversas.   Desde usos práticos no dia a dia até vantagens em batalhas, essas ferramentas simples, mas eficazes, desempenharam um papel crucial na vida nórdica.   Sua presença em registros arqueológicos e textos históricos confirma não apenas sua funcionalidade, mas também sua importância cultural.   Enquanto continuamos a explorar os detalhes do cotidiano dos vikings, os crampons permanecem como um símbolo de como as inovações práticas podem moldar a sobrevivência e o sucesso de uma civilização. Assista ao episódio completo do Viking Cast — exclusivo da Livros Vikings — sobre Viking Reenactment (recriação viking) com Mái e Vitor do Grupo Nýr Vidr. Este artigo foi parcialmente criado por Inteligência Artificial (IA). Para mais notícias sobre achados arqueológicos e história, continue acompanhando a Livros Vikings. Somos um site dedicado a trazer informações históricas e curiosidades sobre a Era Viking. Se você gostou deste artigo, compartilhe-o em suas redes sociais!   Referência BERGSTRØM , Ida Irene; GJELLESVIK, Alette Bjordal. The Vikings also used crampons to avoid slipping on ice . Science Norway. Oslo, 23 de jan. de 2025. Disponível em: < https://www.sciencenorway.no/ice-viking-age-winter/the-vikings-also-used-crampons-to-avoid-slipping-on-ice/2456603 >. Acesso em: 24 de jan. de 2025.   Seja uma das primeiras pessoas a receber as novidades do Mundo Viking, assinando a nossa Newsletter ou adicionando-nos em seu WhatsApp ...   #Viking   #EraViking   #IdadeMédia   #Arqueologia #LivrosVikings

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