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5 MANEIRAS DE VIVER COMO UM VIKING EM TEMPOS DE PANDEMIA

A pandemia de COVID foi a grande tragédia de nosso tempo, não apenas na América, mas em todo mundo. Nos Estados Unidos, no entanto, o rastro da pandemia expôs uma paisagem que transborda outras toxinas, que vão desde protestos estúpidos, racismo, censura às mídias sociais até Big Lies e fake news — nada muito diferente do que vemos no Brasil, não é?


5 maneiras de viver como um viking em tempos de pandemia
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Nós nos encontramos em um mundo caótico e incerto, seja nas ruas e escolas de nossas cidades ou na variante Delta. As regras antigas não se aplicam mais — as novas ainda serão escritas. Navegamos nesses mares perigosos e voláteis por nossa própria conta e risco.


É hora de pensar como os vikings. Esses formidáveis ​​guerreiros escandinavos aprenderam não apenas como sobreviver, mas também como prosperar no caos da Idade das Trevas europeia. Eles nos ofereceram algumas lições poderosas sobre como navegar nas corredeiras do pós-COVID e a propósito de como renovar o nosso estilo de vida em uma era de alta tecnologia e rápida evolução.


1. Aprenda a ver o caos e a ruptura como uma oportunidade

Enquanto a Europa se dissolvia no caos após a morte do Imperador Carlos Magno em 814 d.C., os vikings procuravam as fraquezas de seus inimigos e as exploraram ao máximo.


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Sua abordagem marítima de guerra era inteiramente não linear e aparentemente aleatória. Isso lhes permitia tirar vantagem da incerteza para atacar onde menos se esperava, com a força necessária para decidir o combate.


Em outras palavras, as táticas de choque e terror dos vikings se baseavam na volatilidade do ecossistema da Idade das Trevas... primeiro para atacar e saquear, depois para negociar e trocar mercadorias com os seus antigos inimigos.


A implantação implacável de novas tecnologias, que vão desde IA e Machine Learning até a quântica e a nanotecnologia, por exemplo, oferece inúmeras oportunidades aos empreendedores com “mentalidade viking”. Entretanto, somente se desistirmos de pensar que estabilidade é segurança, ou que a incerteza não será a exceção à regra.


2. Pare de se preocupar com os erros do passado

Não importava quantas batalhas os vikings perdessem, o que importava era vencer a última. O fracasso apenas os tornava mais fortes e mais sábios.


As sagas nórdicas estão repletas de personagens que faziam escolhas erradas, como o cônjuge errado (a exemplo de Sigurd que rejeitou a vingativa Brynhild na “Saga dos Volsungos") ou o rei antagonista errado ou a luta do lado perdedor, entretanto, vivendo (e às vezes morrendo) com as consequências.


Os seres humanos são feitos para falhar e aprender com os seus erros. O segredo é manter os erros pequenos e reversíveis; então, as oportunidades de renovar as nossas fortunas se apresentam como um butim tentador para o futuro.


3. Mantenha-o pequeno e ágil: seja "a ponta da lança"

Provavelmente nenhum exército na história teve uma cadeia logística pequena; um longship com 20 ou 40 guerreiros a bordo era o suficiente para um chefe dinamarquês, norueguês ou sueco "virar viking".


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O primeiro ataque viking significativo na costa inglesa de Portland em 783 d.C. consistiu em apenas três navios. Porém, os nórdicos não eram lineares em seu planejamento e operações; eles eram livres para aparecer de repente onde quisessem e onde seus oponentes nunca imaginariam para poder atacar (como rio acima, longe do mar) — não seriam vistos até que fosse tarde demais; os vikings foram capazes de transformar o seu contingente relativamente pequeno, em uma vantagem poderosa.


O mesmo acontecerá no mundo pós-COVID. Aprendemos que "grande demais para falhar" é a fórmula do catastrófico fracasso. A chave para o sucesso é permanecer enxuto, contudo, escalável de forma que uma série de vitórias ágeis possa abrir novas oportunidades e horizontes.


4. Construa uma equipe na qual você possa confiar e a recompense de acordo

Os ataques vikings eram assuntos de "amigos e família", nos quais o chefe tripulava os seus navios com amigos e parentes, cuja lealdade era inquestionável, enquanto homens e mulheres compartilhavam os riscos, ainda assim distribuindo a pilhagem (evidências recentes de DNA mostram que as mulheres vikings às vezes até lideravam expedições).


É por isso que os vikings estavam dispostos a navegar para cantos desconhecidos do planeta incluindo a América: eles estavam cercados por pessoas com as quais sabiam que poderiam contar.


Quer seja fundar uma empresa, um restaurante, uma igreja ou uma ONG, encontre sua equipe leal e confiável, pessoas com quem você estaria pronto para atravessar o Atlântico — e que entendam que não há sucesso real a menos que todos compartilhem as recompensas.


5. A liderança pertence aos fortes

Na Era Viking, forte era aquele que tinha os seus feitos comprovados em batalha. Especialmente no início, credenciais e status herdados contavam pouco; grandes promessas, ainda menos.


A lealdade recaía sobre aqueles que eram capazes de obter sucesso tangível, fosse no campo de batalha ou em acordos comerciais com gregos, árabes ou franceses.