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UMA PULSEIRA VIKING FOI REDESCOBERTA EM UM MUSEU, APÓS MAIS DE 100 ANOS PERDIDA

Os restos mortais de um viking foram redescobertos depois de ficarem desaparecidos por mais de um século. Eles estavam armazenados com segurança em um museu, mas haviam sido rotulados incorretamente.


Uma pulseira viking foi redescoberta em um museu, após mais de 100 anos perdida
As pulseiras vikings encontradas em um cemitério viking. Antiquity Publications Ltd/Rimstad et al/R. Fortuna, Museu Nacional da Dinamarca.

O indivíduo fora enterrado com valiosos pertences, sugerindo que era uma pessoa da elite ou até mesmo da realeza. Ele também parecia usar calças compridas com decorações elaboradas.


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A história desses restos mortais vikings começa em 1868, perto da aldeia de Mammen, na Dinamarca. Um proprietário de terras chamado Laust Pedersen Skomager recrutou fazendeiros locais para ajudá-lo a remover a camada superficial do solo de um monte na sua propriedade.


Eles descobriram uma câmara mortuária viking de madeira, chamada de Bjerringhøj. Os fazendeiros desenterraram o conteúdo e o dividiram. Quando os acadêmicos chegaram ao local, eles tiveram que resgatar os restos mortais de seus novos “proprietários”.


Uma nova escavação no local em 1986 determinou que o sepultamento ocorreu entre 970 e 971 d.C., durante a Era Viking, mas poucos artefatos novos foram descobertos. Quando os pesquisadores decidiram procurar pelos restos mortais originais no Museu Nacional da Dinamarca em Copenhagen, eles não os localizaram, tal qual foi com a busca nos arquivos da Universidade de Copenhagen em 2009.


No entanto, desde 2018, Ulla Mannering do Museu Nacional da Dinamarca e seus colegas estudam os têxteis da Era Viking. Como parte dessa pesquisa, eles examinaram os restos mortais de outro cemitério chamado Slotsbjergby, os quais são mantidos no museu.


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Lá, eles encontraram uma caixa que continha ossos humanos, junto de tecidos — embora as descrições de Slotsbjergby não fizessem menção a ossos relacionados com tecidos. “Fiquei intrigada com isso”, disse Mannering.


Os pesquisadores lentamente perceberam que os ossos poderiam ser aqueles que faltam em Bjerringhøj. “Todos nós ficamos maravilhados com a ideia”, disse Mannering. Ela disse que a equipe sabia que isso poderia ser controverso, então várias análises foram necessárias para verificar os restos.


Os pesquisadores descobriram que o número e os tipos de ossos correspondiam exatamente às descrições do conjunto Bjerringhøj, assim como os tecidos. “Não temos dúvidas de que esses restos realmente pertenceram a Bjerringhøj”, disse Mannering.


O Bjerringhøj era um viking adulto e provavelmente do sexo masculino, de acordo com a equipe. Ele foi enterrado com vários tecidos, pulseiras, um fragmento de lã bordada e várias peças de tecido que eram aparentemente usadas como tornozeleiras. Isso implica que o homem usava calças compridas, embora essas não estejam preservadas.


Além disso, as pulseiras e as peças da tornozeleira são muito semelhantes, disse Mannering. “Claro, não eram o mesmo objeto, contudo têm a mesma ideia geral de design”.


Referência da Revista Científica: Antiquity, DOI: 10.15184/aqy.2020.189


FONTE: News Scientist

MARSHAL, Michael. Viking remains lost for more than a century rediscovered in a museum. News Sicentist. Londres, 04 de mai. de 2021. Disponível em:<https://www.newscientist.com/article/2276409-viking-remains-lost-for-more-than-a-century-rediscovered-in-a-museum/>. Acesso em: 05 de mai. de 2021. (Livremente traduzido pela Livros Vikings).


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