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TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE OS VIKINGS

Os vikings estão mais populares do que nunca. Com as séries de TV como Vikings e The Last Kingdom, os antigos noruegueses alcançam as novas gerações. Obviamente, há licenças dramáticas nas histórias contadas na tela. É aí que entram os trabalhos arqueológicos e históricos. E graças ao interesse contemporâneo neste tópico, é quase certo que qualquer descoberta relacionada aos vikings seja manchete internacional.



Mas quem foram os vikings? Eles foram berserkers, comerciantes, agricultores ou exploradores? Bem, eles foram tudo, pois os vikings foram pessoas reais com uma cultura organizada e rica, cheia de crenças, tradições, ambições militares e econômicas. É preciso lembrar que foram um grupo multifacetado de seres humanos, vivendo em um mundo complexo.


Quando foi a Era Viking?

O início da era viking, que geralmente está em 800 d.C, aproximadamente, é amplamente baseado no que é entendido por ser um viking. Na época, havia mais de um significado para a palavra viking. Como explicou Judith Jesch:


“Víkingr era alguém que fazia expedições, geralmente no exterior, por via marítima e em um grupo com outros víkingar (o plural). Víkingr não implicava nenhuma etnia em particular e era um termo bastante neutro, que poderia ser usado no próprio grupo ou em outro. A atividade de víking também não é especifica. Certamente poderia incluir invasões, mas não era restrita a isso”.


Mas, a perspectiva geralmente aceita, é que a Era Viking começou quando os nórdicos começaram a invadir outras áreas; assim, muitos estudiosos argumentam que o início das viagens vikings foi em um ataque de 793 d.C., ao mosteiro de Lindisfarne na Inglaterra. Porém, se alguém vir os víkingar pelos olhos dos marinheiros que partiam em expedições, pode-se argumentar que a Era Viking começou mais cedo, pois as pessoas da Noruega navegavam para Ribe, na Dinamarca, em missões pacíficas desde pelo menos 725 d.C.


O fim da Era Viking é oficialmente delimitado pelo ano de 1066, quando o rei norueguês Harald Hardrada morreu na Batalha de Stamford Bridge — a última grande invasão viking à Europa.


A batalha de Stamford Bridge, 1066 por Peter Nicolai Arbo, 1870.

Vikings famosos

As pessoas da Era Viking costumavam ter um apelido descritivo, por exemplo, Sigurd, o Robusto (the Stout) e Thorfill, o Separador de Crânios (Skullsplitter). Às vezes, características pessoais também eram incorporadas aos nomes dos vikings, incluindo Amante, Bom, Curto, Sábio e Longo. Os vikings mais populares acabaram nas Sagas, e muitos desses homens também se tornaram conhecidos nos programas de TV (atualmente, óbvio) — embora suas vidas fossem provavelmente muito menos românticas e mais brutais que na ficção.


Harald "Blåtand" (Bluetooth – Dente Azul) Gormsson foi um rei da Dinamarca e da Noruega que viveu durante o Século X d.C. Ele foi o responsável pela unificação da Dinamarca. Embora a maioria de seus súditos fossem seguidores do paganismo, Harald fez o que pôde para promover o cristianismo em seu reino. Segundo alguns estudiosos, Harald recebeu o apelido de 'Bluetooth' porque tinha um dente podre que parecia azul. Hoje, esse apelido também é o nome de um padrão de tecnologia sem fio. Os criadores acharam que a capacidade de Harald Bluetooth de unir as pessoas em negociações pacíficas seria apropriada para o nome da tecnologia de telecomunicações.


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Eric Haraldsson é considerado um governante da Noruega e da Nortúmbria do Século X. Embora ambos os monarcas sejam geralmente considerados a mesma pessoa, há algumas dúvidas, porque as fontes nórdicas e as anglo-saxônicas nem sempre se combinam. Acredita-se que ele tenha sido filho de Harald Fairhair, um rei polígamo da Noruega. De acordo com as sagas, Eric era o favorito de Harald e, aos 12 anos, recebeu cinco navios e começou a sua carreira viking. Ele primeiro navegou para o leste, invadindo as costas da Dinamarca, Frísia e Saxland, depois navegou para o oeste e invadiu a Escócia e a região ao redor do mar da Irlanda. As Sagas também mencionam que Eric era casado com Gunnhild, que dizem ter sido uma bruxa má e com forte influência sobre o marido.


Ragnar Lothbrok (Lodbrok) é provavelmente o nome Viking com o qual as pessoas estão mais familiarizadas hoje. Ele deveria ter saqueado a Inglaterra e a França, além de ter sido o pai do Grande Exército Pagão. No entanto, como o lendário rei Arthur, Ragnar aparece como uma amálgama de várias personagens históricas e personagens secundárias da lenda. Ele provavelmente foi um senhor da guerra e um Rei da Dinamarca e da Suécia, além do primeiro escandinavo a invadir a Grã-Bretanha. Ele é mencionado em várias sagas, principalmente da Saga de Ragnar Lothbrok e o Gesta Danorum. A Crônica Anglo-Saxônica também se refere a 'Ragnall' e 'Reginherus' como um poderoso e proeminente invasor Viking dos anos 840 d.C. Tanto o nome Ragnar quanto o apelido Lothbrok tiveram muitas variações. "Lothbrok" pode significar "calças peludas" ou "calças desgrenhadas", poisele teria usado calças para combater um dragão ou uma serpente gigante e impedir que ela o mordesse.


Segundo as lendas, Bjorn Ironside governou a Suécia como o primeiro Rei da Casa de Munsö. Ele viveu durante o Século IX d.C., e seu pai era conhecido como Ragnar Lothbrok. A Saga de Ragnar Lodbrok e Seus Filhos afirma que Bjorn e seus irmãos continuaram as atividades de invasão do pai e aterrorizaram as áreas da Inglaterra, Normandia, França e Lombardia. Bjorn e seus irmãos eram os comandantes do Grande Exército Pagão, uma coalizão de guerreiros vikings da Dinamarca e do restante da Escandinávia que lançou várias campanhas militares contra os reinos anglo-saxões durante a segunda metade do Século IX.


Comércio e Economia

A narrativa que rodeava os vikings estava ligada a um debate; eles foram invasores ou comerciantes? Todavia, essa dicotomia entre invasores e comerciantes foi largamente interrompida nos círculos acadêmicos. Muitas das evidências do comércio viking surgiram das escavações urbanas do final dos anos 70 e 80.


Agora podemos mostrar que as famosas viagens marítimas escandinavas, que levaram à descoberta da Islândia e da Groenlândia, têm no histórico algumas viagens comerciais, não apenas de ataques. Os ornamentos nórdicos tinham um objetivo secundário; eles também eram usados como moeda no comércio, o que provavelmente é a razão pela qual os vikings preferiam usar metais preciosos para fabricar as suas joias. Os chifres de veado também eram importantes, porque eram usados na fabricação de pentes, agulhas e outras ferramentas.


Se um ornamento fosse muito grande para o objeto da transação, a peça seria dividida em porções menores, que se adequariam a essa tarefa em particular. Se você pensar bem, os vikings usavam suas joias como usamos as carteiras modernas. Os senhores da guerra usavam roupas elaboradas, com ornamentos pessoais notáveis e ajustes corporais, e se ocupavam com sua aparência.


Invasões e Armas Viking

Tradicionalmente, os arqueólogos propõem que as mudanças no clima impulsionavam a agricultura, causando um aumento acentuado na população, o que inspirou os vikings a procurar por novas terras. Outros acreditam que os chefes locais financiavam as incursões de caça ao tesouro para estabelecer ainda mais riqueza, domínio e poder. Ainda há um debate sobre o quanto as mulheres vikings participaram nas batalhas. Os vikings fizeram ataques e montaram colônias em outros lugares da Europa e no leste da Rússia. Em meados do Século XI, o império nórdico, por assim dizer, se expandiu para a Grã-Bretanha, Islândia, Groenlândia e Canadá, e invadiram portos italianos e espanhóis, além da Constantinopla.


Entre pelo menos 795 e 836 d.C., houve incontáveis ataques pelos noruegueses e dinamarqueses na Irlanda. É provável que os mosteiros cristãos da Irlanda tenham sido alvejados inicialmente porque eram mal defendidos e continham riqueza portátil na forma de metal e pessoas. A instalação em terras cristãs mais ricas também oferecia melhores perspectivas para alguns, do que permanecer na Escandinávia, com poucos recursos.


Um famoso ataque ocorreu em Luni, onde Bjorn (ou Hastein) enviou mensageiros ao bispo para informá-lo da morte de seu líder. Eles disseram que em seu leito de morte, Bjorn se converteu ao cristianismo e desejava ser enterrado consagrados. O bispo permitiu que vários vikings levassem o corpo do líder para a cidade. Depois que eles entraram em Luni, diz-se que Bjorn pulou de seu caixão, abriu caminho até os portões da cidade e permitiu que o resto dos vikings entrasse.


Há um mal-entendido generalizado de que os vikings ficavam de escudo em escudo, criando uma formação estreita em batalha. Um escudo viking típico era relativamente pequeno e leve, e era usado como arma. Eles usavam uma ampla gama de técnicas de combate. Uma delas é o chamada svinfylking ("Swine Array" ou "Boar's Snout"), uma versão da formação em cunha, usada para atacar e romper as paredes de escudos inimigas, tendo o machado como a sua principal arma, algo que criava medo e pânico.


O machado dinamarquês é uma arma de duas mãos e era usado exclusivamente em batalha. É mais famoso por ter sido usado pelos huscarls (tropas domésticas) do Rei Harold II na batalha de Hastings em 1066 d.C., e é retratado na tapeçaria de Bayeux. Outro tipo de machado viking é o machado barbudo que pode ser empunhado com uma mão e usado para prender a arma ou escudo de um inimigo. Fora do campo de batalha, este machado também era usado para cortar madeira.


As navios longos (longships)

Os Navios tinham uma grande importância espiritual nas culturas nórdicas, desde pelo menos a Idade do Bronze Nórdica. Muitos historiadores sugerem que o Navio Viking foi uma das maiores realizações técnicas e artísticas da Idade das Trevas na Europa. Esses navios velozes tinham força para sobreviver às travessias oceânicas e possuíam um calado (calado é a designação dada à profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação, em relação à linha d'água — explicação adicionado pela Livros Vikings) de até 50 cm (20 polegadas), permitindo a navegação em águas muito rasas.


Esses navios eram geralmente barcos delgados e flexíveis, com extremidades simétricas e com uma verdadeira quilha. Eles foram construídos em clínquer, que é a sobreposição de tábuas rebitadas. Alguns podem ter uma cabeça de dragão ou outro objeto circular saindo do arco da popa no design, embora isso seja inferido apenas nas fontes históricas.


Os navios vikings os motivavam a embarcar em suas viagens de comércio, invasão e exploração. Eles eram uma parte importante da sociedade viking, não apenas como um meio de transporte, mas também pelo prestígio que conferia ao seu dono e skipper. É por isso que se um líder de clã não morresse no mar, ele ainda seria enterrado em um navio em terra, geralmente com armas e cerâmica. Houve várias descobertas desse tipo no Século XX, como o navio Gokstad (desde 890 d.C.) e o navio Oseberg (do início do Século IX d.C.). Eles acreditavam que os navios também lhes proporcionariam uma passagem segura para a vida após a morte.


O cotidiano dos antigos nórdicos

As habilidades artesanais e de construção naval dos vikings são muitas vezes ofuscadas pelas imagens estereotipadas dos violentos invasores, saqueadores e exploradores. Mas, havia aspectos mais rotineiros na vida dos homens e mulheres nórdicos. Por ocupação, os vikings eram agricultores altamente experientes, construtores de navios, comerciantes, ferreiros, joalheiros, metalúrgicos, cozinheiros, fabricantes de roupas e artesãos, e esse legado ainda pode ser visto em seus descendentes até hoje.


Os nórdicos faziam joias bonitas e intrincadas na forma de pulseiras, anéis, colares etc. com uma variedade de materiais, incluindo bronze, ferro, ouro, prata, âmbar e resina. No início da Era Viking, esses ornamentos eram simples, mas com o passar do tempo, as peças se tornaram mais detalhadas e sofisticadas.


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A casa viking não era um espaço neutro e apolítico. Era um palco para hierarquias em que algumas pessoas eram escravizadas e deixadas para habitar com o gado no byre, enquanto outras presidiam em um alto assento. As maiores famílias poderiam ser compostas por um casal, concubinas, subordinados, trabalhadores rurais e guerreiros, além de animais, trabalhadores itinerantes, convidados e vários filhos “meus”, “seus” e “nossos”. Embora vivessem sob o mesmo teto, as tarefas cotidianas e a própria arquitetura criavam limites entre os grupos e diferenciavam as pessoas.


As paredes de um grande salão eram geralmente feitas de uma estrutura de postes de madeira com enchimento de acácia e daub. Algumas tinham forjas dentro delas, embora mais comumente a forja estivesse alojada em um prédio separado. O telhado era feito de palha ou telhas de madeira.


Os arqueólogos também encontram coisas — como panelas, facas e anéis de ferro — enterradas nas portas ou perto delas. Talvez esses objetos protegessem a casa de poderes e seres externos. E o depósito de artefatos simultaneamente forjava e incorporava um elo entre a vida cotidiana das pessoas e suas casas. Os vikings também tinham uma tradição muito bizarra que poderia ser totalmente única: eles enterravam suas próprias casas.


Religião e Mitos

Os nórdicos antigos mantinham poucos registros; portanto, nossa principal fonte de crenças espirituais vem das sagas islandesas e das eddas, que foram escritas por cristãos e só podem ser consideradas "evidências" em certa medida. A mais famosa é a Edda em Prosa, escrita por um cristão do Século XIII, o poeta islandês Snorri Sturluson.


A antiga religião pagã tinha um panteão de deuses e deusas, com os líderes de Asgard sendo Odin e Frigga. Histórias de suas terras eram habitadas por seres místicos, como elfos, anões, gigantes e trolls. Eles tinham heróis guerreiros que matavam enormes serpentes e histórias fantásticas do fim dos dias. Seus contos também incluíam uma Árvore (Yggdrasil) e runas mágicas.


Mas, as coisas mudaram à medida que o cristianismo se fundia com os costumes antigos e, eventualmente, se estabelecia. O primeiro rei escandinavo a ser convertido foi o exilado dinamarquês Harald Klak (batizado em 826 d.C.). Um dos pontos de virada mais significativos na cristianização da Escandinávia foi a conversão do rei dinamarquês Harald Bluetooth na década de 960.


Funerais Vikings e as crenças nórdicas antigas da vida após a morte

Os vikings acreditavam na vida após a morte e suas práticas funerárias podem ser entendidas por meio de fontes arqueológicas e textuais. Um dos relatos mais conhecidos que descreve um funeral viking pode ser encontrado nos escritos de Ahmad Ibn Fadlan, membro da embaixada abássida que foi enviada ao Volga na Bulgária. Ele escreve sobre o sacrifício de uma escrava durante um enterro particularmente significativo de um chefe viking. Mas esse tipo de ritual era bastante raro. Mais popular entre os vikings era a crença de que era possível levar suas posses mundanas para a vida após a morte com eles, por isso enterravam bens funerários com os seus mortos.


Entendiam que os guerreiros que caíssem em batalha ganhariam o direito de entrar em Valhalla, um enorme salão localizado em Asgard. Lá, os guerreiros caídos festejavam e lutavam até a chegada de Ragnarok. Assim, era essencial que os vikings mortos fossem equipados pelos vivos com o equipamento necessário para sua nova jornada e permanência no Valhalla. Além de Valhalla, outros reinos vikings dos mortos incluem Folkvangr (também para guerreiros), Helgafjell (para aqueles que levaram boas vidas) e Helheim (para aqueles que morreram desonrosamente).


Helgi Hundingsbane retorna ao Valhalla

Se os mortos não fossem apaziguados, poderiam retornar como um draugr (ou revenant) para assombrar os vivos. Esses seres mortos-vivos poderiam causar muitos problemas para os vivos, incluindo a quebra da safra, a derrota na guerra e a peste. Se um draugr fosse suspeito de causar problemas, os vikings exumariam os mortos recentemente e procurariam sinais de atividade de mortos-vivos. Quando um draugr era identificado, eles enterravam o corpo com mais bens, assumindo que a pessoa tinha sido uma pessoa altamente respeitada na vida. Como alternativa, uma estaca de madeira poderia simplesmente ser usada para prender o corpo no chão e a cabeça cortada, de modo a matar a criatura.


As sagas estão cheias de histórias de pessoas recebendo dos mortos profecias, mortos cantando em túmulos ou assombrando suas casas antigas. Durante o primeiro milênio, os ossos humanos foram algumas vezes embutidos dentro das casas, incluindo bebês enterrados em lareiras. Deve ter sido significativo para as pessoas colocarem partes do corpo de seus mortos sob o limiar ou nos postes do grande salão, ou entre os mortos quando abandonavam os assentamentos.


Ancestrais e o Legado Viking

A Era Viking pode ser considerada relativamente curta, mas sua influência nas gerações futuras foi significativa. Eles influenciaram o idioma inglês, com palavras como saque, janela, mercado, fora da lei, marido e lua de mel; trouxeram frango à dieta irlandesa, descoberto pelos vikings na China; e eles trouxeram itens adquiridos através do comércio com a Pérsia, Bizâncio e Ásia. Durante séculos, e ainda hoje, a influência escandinava pode ser vista na literatura, artesanato, estilos decorativos e na culinária de culturas de fora da Escandinávia.


Com o progresso da ciência e dos exames de DNA, estão se tornando mais comuns, as pessoas investigarem as origens de seus ancestrais, a fim de encontrar genesv. Uma indicação rápida de que a herança viking pode estar presente em uma família está nos sobrenomes. Se um sobrenome termina em '-son' ou '-sen', as chances são muito boas dos ancestrais de uma pessoa terem atravessado o mar da Escandinávia na Era Viking.


Entre o fascínio dos programas de TV com invasores, agricultores e exploradores, e a continuidade de seu DNA, a herança Viking continua viva!


FONTE: Ancient Origins

HISTORY of the Vikings: All You Need to Know. Ancient Origins. Dublin, 11 de jun. 2020. Disponível em: <https://www.ancient-origins.net/history-important-events/vikings-0013841>. Acesso em: 11 de jun. 2020. (Livremente traduzido pela Livros Vikings)


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