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TERIAM OS VIKINGS DESCOBERTO O BRASIL? ELES PASSARAM PELA AMÉRICA DO SUL 400 ANOS ANTES DE COLOMBO

O relato amplamente descartado sobre os vikings dinamarqueses de Schleswig e da Danelaw (conforme constatado em inscrições rúnicas) que em meados do Século XI chegaram à baía de Santos no Brasil e seguiram para o interior do Paraguai será apresentado. De uma colina fortificada perto da fronteira brasileira, eles ocuparam uma posição defensiva por quase duzentos anos, mantendo vigilância do alto de uma pequena montanha.

Batalha entre vikings e ameríndios no Século XI.

No Século XX, sob a montanha de observação, o relato da descoberta de uma grande área, cujos teto e paredes foram construídos com um concreto desconhecido pela ciência e que não podia ser quebrado, chamou a atenção, pois é plausível que escondessem uma rede de túneis. A seguir, desvendaremos a história apresentada por alguns defensores do legado viking no Brasil. Como tantos desses contos, a história carece de mais investigação para permitir uma verificação, no entanto, fornece conteúdo para estudos mais aprofundados. Os Vikings no Brasil A maioria dos historiadores e acadêmicos geralmente não admite a presença de visitantes europeus na América do Sul antes da chegada de Cristóvão Colombo. Portanto, para eles, este relato não é sequer hipotético, ou seja, é pura ficção. Para manter essa versão, os historiadores acharam necessário descartar o que poderia ser para outros um senso comum, substituindo-o por uma teoria absurda. O melhor exemplo disso é: O caso dos Bundsö Sheepdogs. Era costume dos Incas serem mumificados com seus cães. Uma variedade de cães foi encontrada nas covas de Ancon, no Chile, pelo Professor Nehring em 1885 e foi analisada por dois zoólogos franceses na década de 1950, os quais determinaram que esta raça não poderia ser descendente de cães selvagens da América do Sul. Eles catalogaram estes animais com os Canis familiaris L. patustris Rut dos quais foram descobertos inúmeros restos esqueléticos, todos em Bundsö na ilha dinamarquesa de Als/Jutland. Uma explicação não tão plausível Sendo a coincidência anatômica considerada perfeita, a dificuldade então residia em explicar como esses cães dinamarqueses chegaram à América do Sul antes da Conquista Espanhola. Os cientistas franceses se entenderam e decidiram: “os Vikings dinamarqueses devem ter dado alguns de seus Bundsö sheepdogs aos Vikings noruegueses que os levaram para Vínland. Quando os noruegueses foram expulsos de Vínland pelos nativos, os cães devem ter sido levados de Vínland ao Canadá moderno, onde devem ter sido passados de mão em mão, sempre para o sul, através de tribos que não os queriam. Viajando por terra ou mar, os cães escalaram as montanhas até Peru, onde foram adotados pelos incas”.

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Essa explicação sem sentido foi a única teoria científica disponível, ou seja, que se encaixaria na história aceita sobre as descobertas das Américas. Mas, se esse relato estiver errado, uma explicação mais sensata, como a de que os vikings dinamarqueses trouxeram os cães com eles quando partiram da Europa para a América do Sul no Século XI faria mais sentido. Em 1085 d.C., o Rei Cnut II tinha 1700 navios destinados à “expansão ocidental”. Os barcos poderiam vogar por grandes distâncias, disponde de um tipo especial de vela, feita de lã, as quais permitiam maior velocidade, além de velejar mais perto do vento, como comprovado nos experimentos de Amy Lightfoot com o Navio Viking Roskilde. Estranhamente, para quem estavam tão longe de casa, durante o Século XI, os Vikings dinamarqueses-Schleswig, nesse relato, pareciam saber exatamente para onde iam. Eles chegaram a baía de Santos, encontraram o caminho que havia sido preparado há muito tempo, e seguiram a pé para as terras altas de Amambay, 25 quilômetros a sudeste da moderna cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. O Cerro Corá é um anel de três pequenas montanhas de cinco quilômetros de extensão. Três quilômetros ao norte deste anel está a montanha Itaguambype, que significa “fortaleza”. Muito antes da suposta chegada dos Vikings, ela havia sido escavada para ser uma, daí o seu nome. O Protetorado dos Vikings no Paraguai? O antropólogo que investigou a área nos anos 70, Jacques de Mahieu, era francês – argentino naturalizado e líder do grupo neonazista espanhol CEDADE, que propôs várias teorias de contato pré-colombiano, e alegou que certos grupos indígenas da América do Sul são descendentes de vikings. Através de suas observações, ele chegou a conclusão de que, em algum tempo indefinido no passado, o propósito da construção deve ter sido algum tipo de posto de observação militar suficientemente grande para um assentamento ou um refúgio. A baixa montanha de Itaguambype está situada em um eixo norte-sul. São dois quilômetros de comprimento e cem metros de altura. A ex-fortaleza é um trecho cortado na extremidade sul, com 300 metros de comprimento e 20 metros de largura, com abertura para acesso. Os lados são de rocha natural, um quarto do caminho para cima a partir do solo com blocos de tamanho desigual, pedra feita sob medida para se encaixar perfeitamente e suavemente, da mesma forma que as paredes anti-terremoto no Peru e na Bolívia. Ao longo da crista corre um caminho plano de 3 metros de largura; no extremo sul há uma plataforma com as ruínas de uma torre de vigia redonda levantada 5 metros acima da crista para um panorama de todo o território, mas particularmente de Cerro Corá. A fortaleza teria sido abandonada por volta de 1250 DEC., quando uma rebelião nativa conseguiu expulsar os Vikings, ou antes, uma vez que tinha servido ao seu verdadeiro propósito. De interesse adicional na área é o templo nórdico de Tacuati, escavado nos anos 70, e o fato de que o total de inscrições rúnicas gravadas no Paraguai corre aos milhares e excede o de toda a Escandinávia: 71 foram traduzidas do dialeto sul-americano Futhorc. Uma inscrição rúnica de 5 letras foi encontrada dentro de Itaguambype, mas desafiou a tradução. As descobertas Fritz Berger Fritz Berger era um engenheiro mecânico de 50 anos, nativo do que era então a Sudetenland. Ele vagueou pela América do Sul fazendo serviços diversos, e durante a Guerra do Chaco entre Paraguai e Brasil em 1932-1935, ele serviu ao Exército paraguaio em uma de suas oficinas de recondicionamento de armas inimigas capturadas. De 1935 a 1940, ele declarou que não obteve sucesso em uma busca para depósitos de petróleo no Paraná. Entretanto, foi nesse mesmo período que ele reuniu as informações que levaram, mais tarde, à uma pesquisa na região. Em fevereiro de 1940, Berger cruzou para o Paraguai no posto fronteiriço de Pedro Juan Caballero e entrou em contato com o Exército do Paraguai. Como resultado do que ele lhes disse, eles concordaram em formar com ele uma empresa conhecida como Agrupación Geológica y Archaeológica (AGA). Uma cláusula do acordo estipulava que o tesouro era propriedade do Paraguai. O signatário paraguaio era o Major Samaniego, depois o Ministro da Defesa do Paraguai. Como coração deste contrato estava a Lenda do Rei Branco de Amambay. A tradição conta: “Naqueles dias reinava nesta região um rei poderoso e sábio chamado Ipir. Ele era branco e usava uma longa barba loira. Com homens de sua raça e guerreiros índios leais a ele, ele vivia em uma comunidade situada na crista de uma montanha. Ele possuía armas temíveis e tinha imensas riquezas em ouro e prata. Um dia, porém, foi atacado por tribos selvagens e desapareceu para sempre. Foi o que meu pai me disse, que o tinha ouvido de seu pai”. Deve-se notar que segundo o conto, o rei Ipir nunca foi identificado, e seus seguidores “desapareceram” e não há sugestão de que eles tenham sido massacrados. Berger tinha uma correspondente em Munique para quem ele escreveu ocasionalmente descrevendo os acontecimentos no Paraguai, possivelmente para passar para o governo alemão. Em maio de 1940 Berger escreveu a Munique mencionando que conhecia túneis na área de Cerro Corá com “130 quilômetros de extensão”. A misteriosa montanha careca com laje impenetrável Em outro dia de 1940, baseado em informações misteriosas que ele provavelmente trouxe consigo do Brasil, Berger “por acaso notou” uma grande rocha de quarenta metros de altura na direção de dez quilômetros a sudeste de Cerro Corá. A rocha estava dividida em duas partes e coberta de vegetação densa na metade do caminho. Por esta razão os nativos a chamavam de Yvyty Pero – “Montanha Calva”. Os motivos secretos de Berger para querer cavar ali convenceram o Major Samaniego a montar um acampamento militar permanente com casas de madeira a vinte metros da Serra Calva, e ele também renomeou a cadeia de morros como “Cerro Ipir”. Uma vez que seus sapadores começaram a cavar, para surpresa deles, encontraram “um pedaço de ouro em forma triangular, que parecia ser o canto quebrado de uma mesa” e “uma bengala com uma cabeça de ouro”. Depois disso a estação chuvosa se instalou, impedindo o progresso por inundação: a escavação foi suspensa uma vez que todos os explosivos disponíveis não poderiam danificar uma grande laje de concreto armado encontrada no nível do chão da montanha dezoito metros abaixo. Neste ponto, de Mahieu nos deixa adivinhar o que aconteceu no ano seguinte, desde “o final de 1941” até “o final de 1942”, época em que o Terceiro Reich se envolveu e parece ter concordado em enviar ao Paraguai um tipo especial de perfuratriz pneumática. Sabemos disso porque em novembro de 1942, agentes americanos informaram ao seu adido naval em Montevidéu a chegada de um submarino alemão à base naval argentina da Bahia Blanca e isso coincidiu com a visita inexplicável do Major Pablo Stagni, Comandante-em-Chefe da Força Aérea Paraguaia, conhecido pelos americanos como o agente alemão “Hermann”. Após essa “coincidência”, segundo Berger, em dezembro de 1942, o trabalho na Montanha Careca foi retomado. Os sapadores paraguaios trabalharam na montanha obliquamente para se conectar com o eixo vertical. Aos 23 metros, encontraram novamente a enorme laje de concreto, que não podia sequer ser arranhada pela perfuratriz ou pelos explosivos e agora era descrita como “um material definitivamente artificial mais duro que o concreto armado e desconhecido pela ciência”. Após novas tentativas em 1944, que foram frustradas pelo mesmo motivo, a escavação foi abandonada. Fritz Berger morreu no Brasil em 1949. Esta parte de Amambay atualmente é uma área militar e inacessível. Conclusão Assim, para unir essa teoria, usando lendas, possíveis evidências rúnicas e envolvimento nazista, muito antes do século XI, o rico e poderoso rei branco Ipir e seus seguidores, desconhecido dos historiadores do mundo, possivelmente habitavam o cume da fortaleza da montanha Itaguambype. Quando atacado por uma força esmagadoramente superior de nativos, Ipir e sua corte se aposentaram em segurança abaixo da Serra Calva. Talvez os Vikings tenham sido enviados a Amambay mais tarde para proteger e supervisionar a instalação do telhado de concreto impenetrável e dos lados do portal abaixo da Serra dos Carecas. O interessante desta história é que todos os principais protagonistas estão escondendo algo. Todos os historiadores e cientistas acadêmicos, alguns sabiamente, aderem à aparente mentira de que nenhum europeu chegou ao sul da América antes de Colombo, em 1492. Portanto, “nenhum Vikings poderia ter estado lá”. Fritz Berger nunca revelou a fonte de suas informações sobre a Montanha Careca e a rede de túneis que se estendem por baixo dela, mas quando ele atravessou para o Paraguai vindo do Brasil ele sabia exatamente para onde estava indo e o Exército paraguaio também sabia. O autor, antropólogo/arqueólogo Jacques de Mahieu, um foragido da fraternidade científica por ter sido um oficial da divisão francesa Waffen-SS, talvez tenha revelado muita “história oculta”, da qual prefeririam que ele não tivesse mencionado. Décadas depois da guerra, do juramento das SS que ele havia feito, ainda havia segredos oficiais alemães a respeito dos quais ele era obrigado a permanecer em silêncio. Portanto, em seu livro, ele omitiu qualquer menção ao ano de 1942 e detalhes de onde a broca pneumática havia vindo. O Terceiro Reich estava no meio de uma grande guerra, que já corria o risco de perder. Seu desfecho dependia da Batalha do Atlântico, mas eles poderiam poupar um submarino para desviar para a Argentina com uma furadeira pneumática para uma escavação arqueológica no Paraguai. Provavelmente seu interesse estava em duas coisas: (i) Eles precisavam de uma lasca dos supostamente impenetráveis teto e paredes de concreto do refúgio subterrâneo para uma análise científica, e assim obter a sua fórmula. (ii) Eles precisavam saber para onde o túnel sob a Montanha Calva levaria? A montanha era um dos portais para um local secreto ou similar? FONTE: Ancient Origins BROOKS, Geoffrey. Were Vikings in South America Over 400 Years Before Columbus? Ancient Origins. Londres, 10 de mai. de 2020. Disponível: <https://socientifica.com.br/vikings-visitaram-o-brasil-400-anos-antes-de-cristovao-colombo/>. Acesso em: 11 de mai. de 2020 (Livremente traduzido pela Livros Vikings)


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