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PELE DE CASTOR: A MODA ENTRE OS VIKINGS DE ELITE

Identificada por proteínas antigas, a pele era importante como item de comércio e status.


Pele de castor: a moda entre os vikings de elite
Mapa dos locais estudados (a) e exemplos de peles incluídas: b) Hvilehøj C4273-97, fragmento 1, c) Hvilehøj C4280c, d) Bjerringhøj C143. Gráficos: Luise Ørsted Brandt e Charlotte Rimstad. Fotos: Roberto Fortuna, Museu Nacional da Dinamarca. — Crédito da Imagem: Brandt et al., 2022, PLOS ONE, CC-BY 4.0

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A pele de castor era um símbolo de riqueza e um importante item comercial na Dinamarca do Século X, de acordo com um estudo publicado em 27 de julho de 2022 por Luise Ørsted Brandt e colegas da Universidade de Copenhague na revista pública PLOS ONE — clique aqui para ler o estudo.


Fontes escritas indicam que a pele era uma mercadoria-chave durante a Era Viking (793-1066 d.C.), mas materiais orgânicos não costumam sobreviver bem como registro arqueológico, então há pouca evidência direta disponível. Estudos anteriores usaram a anatomia microscópica de peles antigas para identificar as espécies originais, entretanto esse método é inexato. Em suma, não se sabe ao certo sobre os tipos de peles que os vikings preferiam.


Porém, é possível saber por quais roupas e tecidos os nórdicos de outrora tinham predilição e para saber mais, leia o nosso artigo "O que os vikings vestiam". Os impávidos navegantes também influenciavam outras culturas no quesito moda, conforme mostramos no texto "Teriam os vikings influenciado a moda durante a idade média?".


Neste estudo publicado em 27 de julho, Brandt e seus colegas analisaram os restos de animais de seis túmulos de alto status do Século X encontrados na Dinamarca. Embora nenhum DNA antigo tenha sido recuperado das amostras, talvez devido aos processos de tratamento realizados nas peles ou provavelmente graças as condições de preservação, proteínas identificáveis ​​foram recuperadas por duas técnicas analíticas diferentes. Os móveis e acessórios dos túmulos incluíam peles de animais domésticos, enquanto as roupas exibiam peles de animais selvagens, especificamente de uma doninha, um esquilo e de castores.


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Essas descobertas apoiam a ideia de que a pele era um símbolo de riqueza durante a Era Viking. O fato de os castores não serem nativos da Dinamarca sugere que essa pele era um item de luxo, adquirido através do comércio. Alguns itens de vestuário incluíam peles de várias espécies, demonstrando um conhecimento de várias funções das diferentes peles animais, e podem indicar o desejo de exibir as peles exclusivas.


Ouça o episódio do Viking Cast sobre Bordado e Costura na Era Viking para entender melhor sobre a "moda" na Era Viking:



Os autores observam que o maior fator limitante nesse tipo de estudo é a incompletude dos bancos de dados comparativos de proteínas; à medida que esses bancos de dados se expandem, identificações mais específicas de peles antigas serão possíveis. Os autores acrescentam:


Na Era Viking, usar peles exóticas era quase certamente uma declaração visual óbvia de riqueza e status social, semelhante à moda sofisticada de hoje. Este estudo usa proteínas antigas preservadas em enterros dinamarqueses de vikings de elite para fornecer evidências diretas do comércio e uso de peles de castor.


FONTE: EurekAlert

HIGH-STATUS Danish Vikings wore exotic beaver furs. EurekAlert. Copenhagen, 27 de jul. de 2022. Disponível em: <https://www.eurekalert.org/news-releases/959468>. Acesso em: 28 de jul. de 2022. (Livremente traduzido e adaptado pela Livros Vikings)


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